O Santa Cruz Ocean Spirit é um festival internacional de desportos de ondas, realizado desde 2007 na praia de Santa Cruz, concelho de Torres Vedras.
O festival caracteriza-se pela realização de provas nacionais e internacionais nos mais diversos desportos de ondas: Surf, Bodyboard, Kitesurf, Kayaksurf, Waveski, Windsurf e Stand Up Paddle.
Mas se o mar é o centro de todas as atenções, também a areia é palco de diversas actividades, sejam de experimentação dos diversos desportos, na piscina ali instalada, seja pela presença de diversos espaços comerciais ligados aos desportos de mar, como escolas de surf e restantes modalidades, lojas, espaços de restauração e espaços de divulgação dos diversos patrocinadores.
Tendo os desportos de mar, de dia, como o expoente deste evento único, o mesmo não se esgota com o chegar da noite. O por do sol é o cenário do que acontece no palco sunset e já de noite e até de madrugada, o palco principal ira receber diversas bandas e djs que irão animar todos em pleno areal.
A praia é o grande palco onde tudo acontece, seja no mar, seja na areia.
Este é um festival destinado aos amantes dos desportos de ondas, bem como a toda a família, com o objectivo de incentivar o público à pratica de desportos de ar livre e a hábitos de vida saudáveis.
Espécies invasoras marinhas que chegam aos Açores incrustadas em embarcações de recreio e navios podem pôr em causa espécies endógenas da região, dada a fragilidade dos seus ecossistemas, e, consequentemente, o pescado, afirma uma investigadora.
“Considerando que os ecossistemas das ilhas, em particular das oceânicas, são muito frágeis, se alguma coisa chega por mão humana, é relativamente simples ter condições de se desenvolver e proliferar, deixando de ser uma espécie exótica para ser uma espécie invasora”, disse à agência Lusa Ana Cristina Costa, do Departamento de Biologia da Universidade dos Açores.
A bióloga está ligada ao projecto “Açores: stop over for marines aliens species”, deste departamento da universidade açoriana, que visa contribuir para travar a entrada de espécies marinhas invasoras e é apoiado pela Direcção Regional da Ciência e Tecnologia do Governo Regional, decorrendo até 2015.
Ana Cristina Costa afirma que os ecossistemas dos Açores se podem confrontar com “grandes problemas”, uma vez que, por competição pelo espaço e por serem mais eficazes em termos reprodutivos, algumas espécies podem dominar todo o sistema, fazendo desaparecer algumas espécies endógenas.
“Acaba por haver um empobrecimento do sistema e poderá haver algum decréscimo na competitividade, inclusive de espécies com interesse comercial e que são exploradas”, frisa a bióloga.
Ana Cristina Costa refere, por outro lado, que o “grande risco” para a saúde pública das espécies marinhas invasoras reside no facto de algumas serem portadoras de outras, de menor dimensão, que podem causar problemas ao nível do consumo, em termos de intoxicações.
“É o caso do pescado, sobretudo do marisco, embora as espécies geralmente mais afectadas sejam bivalves [mexilhão, amêijoa e conquilha, entre outros], o que não existe muito nos Açores e nos resguarda”, declara a bióloga.
Ana Cristina Costa sublinha que “não há uma relação directa”.
“Em termos de risco directo para a saúde pública, geralmente o que é preocupante são algumas espécies de mais pequenas dimensões que possam vir associadas a outras espécies introduzidas, que podem tornar-se invasoras”, declara a bióloga.
Ana Cristina Costa especifica que o projecto ‘Açores: stop over for marines aliens species’ visa identificar espécies invasoras através das marinas e portos, dos navios comerciais oriundos de outros países, sendo identificadas inúmeras espécies exteriores à região.
“Estamos a avaliar a situação das portas de entrada e relacioná-las com o tráfego de embarcações, nomeadamente de recreio, a mais importante via de entrada nos Açores, através das incrustações nos cascos das mesmas”, afirma.
Ana Cristina Costa refere que o estudo se processa através da recolha dos organismos que estão nos cascos das embarcações, quando estas vêm a doca seca, tentando-se perceber a ligação directa entre a origem das embarcações e as espécies.
“As espécies na região são disseminadas pelas embarcações que fazem o circuito das ilhas. Muito facilmente, algo vindo das Caraíbas, num instante se instala numa ilha, ou desta para outras”, frisa a bióloga.
As espécies invasoras são consideradas uma ameaça global à biodiversidade marinha.
A Associação das Indústrias Navais – AI Navais, vai realizar no próximo dia 26 de Junho, no auditório da Gare Marítima da Rocha Conde de Óbidos, um novo seminário internacional, no âmbito do Projecto transnacional AUXNAVALIA Plus, no qual participa conjuntamente com parceiros institucionais da Espanha, do Reino Unido, da França e da Irlanda.
O Seminário corresponde a uma das actividades daquele Projecto europeu e visa fomentar a colaboração entre a indústria auxiliar do naval e os centros tecnológicos de investigação, desenvolvimento e inovação (I + D + i), com especial destaque para a segurança.
Do programa do seminário, com início marcado para as 9h e término às 16:30h, merecem destaque as presenças confirmadas do Senhor Secretário de Estado do Mar – Prof. Manuel Pinto de Abreu, que presidirá à Sessão de Encerramento, e do Senhor Diretor dos Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos – Eng. Miguel Sequeira, que presidirá à Sessão de Abertura.
De entre as diversas comunicações há a considerar diversas entidades públicas e privadas: Axencia Galega de Innovation; GLINTT INOV; Instituto Superior Técnico – Observatório do Mar; INESC Porto – Robótica Submarina; Wave EC; Instituto de Soldadura e Qualidade; TECNOVERITAS e European Maritime Safety Agency (EMSA)
A entrada é livre, mediante inscrição prévia, incluindo o programa “coffee break”, almoço volante e cocktail final, servidos no magnífico salão Almada Negreiros, uma vez mais gentilmente cedido pela Administração do Porto de Lisboa
Alguma vez pensou como seria as águas das Ilhas Fiji ou das Ilhas Tonga ? Está com sorte ? Graças ao “Bubble Vision”, proporciou-nos este vídeo de cortar a respiração do vida marinha colorida que vive no Pacífico Sul.
eonardo DiCaprio fez uma generosa doação de 7 milhões de dólares (5.16621 milhões de euros) à organização «Our Ocean Conference», para a conservação da vida marinha e dos oceanos.
O ator, que tem estado no Brasil, esteve em Washington esta terça-feira, onde subiu ao placo para discursar explicando que a sua contribuição é feita para tentar acabar com o «Oeste Selvagem nos oceanos».
«As últimas espécies marinhas estão a ser destruídas porque não há aplicação adequada ou cooperação suficiente entre os governos para protegê-las», referiu.
«Estou aqui como habitante deste planeta preocupado e que acredita que este é o mais importante assunto dos nossos tempos. Precisamos de ativismo sustentado e de encorajar a liderança política. Não podemos dar-nos ao luxo de ser espectadores neste cenário pré-apocalíptico», acrescentou ainda o actor de 39 anos relembrando as mudanças visíveis na Grande Barreira de Coral Australiana nos últimos anos.
A “Capital da Onda”, Peniche, recebe nos próximos dias 21 e 22 de Junho a derradeira etapa do Peniche Paddle Series powered by Montepio.
Dia 21 de Junho rumaremos até à ilha da Berlenga, Reserva Natural de beleza inquestionável, tendo sido considerada Reserva Mundial da Biosfera da Unesco no ano de 2011, para um desafio só para os mais resistentes, física e psicologicamente, para o Berlenga Ocean Challenge.
Simultaneamente decorrerá a 3ª Etapa do Circuito Nacional de SUP Race da Federação Portuguesa de Surf (FPS) e a 5ª Etapa do Campeonato Nacional de Canoagem de Mar da Federação Portuguesa de Canoagem (FPC).
A Federação Portuguesa de Remo junta-se à travessia e realizará pela primeira vez em Portugal uma demonstração de Remo de Mar, com a presença de quatro embarcações.
Trata-se de uma prova com um elevado grau de espetacularidade onde se esperam cerca de cento e sessenta atletas, provenientes de vários países, que realizarão um exigente percurso de mais de 16 km.
Coragem, Determinação, Persistência e Superação são as principais características daqueles que procuram participar neste exigente desafio.
A organização tem percursos alternativos planeados, caso a travessia não se possa realizar por condições adversas.
Para finalizar o Peniche Paddle Series powered by Montepio, edição de 2014, 22 de Junho será o dia do Battle Of Peniche, uma prova de race técnico que terá lugar na zona de rebentação nas praias do Baleal, à imagem de uma das mais míticas provas do mundo do SUP, o Battle of the Paddle realizada na Califórnia e ainda uma prova de Sprint.
No Battle Of Peniche os atletas competirão ao longo de uma distância aproximada de 5.460m utilizando pranchas que chegam ao 4,5m, tendo de contornar diversas boias, sendo que uma delas está posicionada na areia, obrigando os atletas a correr no areal e a regressar ao mar, por mais de uma vez, em formato de circuito.
O Peniche Paddle Series powered by Montepio assume-se cada vez mais como um evento de referência.
Nesta edição foram introduzidas melhorias técnicas e de segurança, numa aposta forte da organização, reforçando o caracter pioneiro deste evento.
A travessia será acompanhada por 14 embarcações motorizadas para garantir a segurança dos atletas.
O Peniche Paddle Series powered by Montepio é uma coorganização do Peniche Surfing Clube e da Câmara Municipal de Peniche, com o apoio do Montepio, Federação Portuguesa de Surf, IPTM, Reserva Natural das Berlengas, Bombeiros Voluntários de Peniche, Centro de Canoagem do Oeste,Clube Naval de Peniche, Rip Curl, Ideias Aventura, SET – Waiting For It, Águas do Vimeiro, Herbalife, OEST, Histoconta, Lokahi Portugal, Starboard e Hoff Portugal.
O Berlenga Ocean Race conta ainda com a coorganização da Federação Portuguesa de Canoagem, da Federação Portuguesa de Remo e do Viking Kayakclube.
O número de mergulhadores subiu em flecha nas últimas três décadas, com a democratização do ensino da modalidade. Os operadores sentiram a crise mas dizem que ainda há muito por fazer e viram-se para o mercado europeu, onde há 3,2 milhões de mergulhadores dispostos a viajar pelo menos uma vez por ano. Portugal parece estar cada vez mais na rota do mergulho mundial.
Barcos que tombaram em batalhas épicas, navios da Marinha afundados, bancos submarinos no meio do Atlântico, onde vivem baleias, focas e tubarões. Não faltam pontos de interesse no mar que banha os mais de 2500 quilómetros da costa portuguesa. Em números redondos, no continente e nas ilhas existem cerca de 300 locais de mergulho. E se 97% do país é mar, quantos estarão ainda por descobrir?
Nos últimos anos, as escolas e centros de mergulho nasceram como cogumelos em Portugal. Passaram de apenas meia dúzia no início da década de 1990 para quase 150 actualmente. O surgimento das agências internacionais de certificação facilitou e democratizou o ensino da modalidade, até então exclusivo para atletas e militares. A procura subiu em flecha, animada também por um interesse crescente no ambiente e no turismo de natureza, que registou um boom no início do século XXI. Porém, ninguém sabe quantas pessoas se deixaram já encantar pelo “mundo do silêncio” revelado por Jacques Cousteau.
Quando o país começou a dar os primeiros passos no mergulho amador, há 50 anos, criou-se o Caderno Nacional de Mergulho (CNM) do qual constava a certificação do mergulhador. Em 2009, o CNM foi substituído pelo Título Nacional de Mergulho (TNM), emitido pelo Instituto do Desporto de Portugal (IDP). Mas em 2013 o Governo mudou de ideias, suspendeu o TNM e deixou ao critério das escolas a comunicação ao IDP do número de novos mergulhadores. Nem todas o farão.
O IDP aponta para oito mil mergulhadores certificados, mas o número peca por defeito. A Federação Portuguesa de Actividades Subaquáticas certificou 13 mil pessoas desde 1965 com o sistema CMAS (Confederação Mundial das Actividades Subaquáticas), um dos cinco reconhecidos em Portugal – a par da PADI (Professional Association of Diving Instructors, principal agência certificadora a nível mundial), SSI (Scuba Schools International), DDI (Disabled Divers International) e SDI (Scuba Diving International). Mas há outras agências, que embora não sejam reconhecidas em Portugal, têm alguma expressão. Entre os operadores, há quem fale em 30 mil mergulhadores certificados.
Espaço para crescer
Nos últimos anos, a crise também chegou ao sector e a procura pelos cursos recuou. “Há cinco anos dávamos 100 cursos num ano. Este ano, até Junho demos dez”, lamenta Nuno Maria, que em 1992 fundou a Cipreia, escola e centro de mergulho sedeada em Sesimbra, na Arrábida, uma das zonas mais procuradas no continente para mergulhar. O aumento do número de escolas será um dos motivos mas a crise explica o resto, até porque a diminuição do número de novas certificações é global. Por exemplo, a PADI registou uma quebra de 0,9% em 2013 (menos do que em 2009, quando a diminuição foi de 5,7%, segundo os dados disponíveis no site da agência). Por ano, a esta agência atribui quase um milhão de certificações em todo o mundo, mas não revela dados sobre Portugal, onde terá cerca de 70% do mercado.
“É impossível saber quantos mergulhadores temos ao certo, mas o número mais realista anda à volta dos 50 mil”, arrisca José Tourais, conhecido como “o pai do mergulho” em Portugal. É dele a primeira escola de mergulho do país, a Nautilus Sub, fundada em 1989. Tourais considera que o país se tem aproximado do mercado europeu, onde o mergulho está muito mais desenvolvido, mas continua num patamar inferior mesmo tendo todas as condições para progredir. “De zero a 100, a qualidade da nossa oferta está na ordem dos 70, muito acima da média. Temos espaço para crescer durante mais 15 anos”, afirma.
E que condições são essas? “Não temos das piores costas do mundo, o potencial existe”, responde. Nos Açores e na Madeira, as águas límpidas a mais de 20 graus fazem as delícias dos mergulhadores, mas a época de mergulhos está praticamente limitada ao Verão, o que dificulta a sustentabilidade do negócio. No continente, a realidade é outra. Em Sesimbra, por exemplo, cuja costa está abrigada dos ventos de norte, mergulha-se quase o ano inteiro, apesar da fraca visibilidade e de a temperatura média da água rondar os 16 graus. Já no Grande Porto, onde também há dezenas de locais de mergulho identificados, a costa está mais sujeita às intempéries e a água é mais fria.
Uma centena de exemplares a cinco metros
Em relação à biodiversidade marinha, não faltam atracções que colocam Portugal no mapa mundial em relação a certas espécies. Por exemplo, a Ria Formosa, no Algarve, tem a maior comunidade de cavalos-marinhos de focinho comprido (Hippocampus guttulatus) do Mediterrâneo, única zona onde ocorre a espécie. Num mergulho, cuja profundidade média ronda os cinco metros, é possível ver mais de uma centena de exemplares, entre outras espécies de fauna e flora.
O património cultural subaquático é outro ponto a favor, que atrai muitos mergulhadores interessados em naufrágios. O inventário nacional, iniciado em 1984, tem mais de 9000 registos relativos a navios naufragados e artefactos encontrados no fundo do mar. E o afundamento de quatro navios da Marinha ao largo de Portimão, para a criação do parque Ocean Revival que ficou completo há um ano, criou ainda mais pontos de mergulho na costa algarvia.
“Hoje temos muito para oferecer aos turistas estrangeiros, particularmente do Norte da Europa, que já elegem Portugal como um destino de mergulho interessante em termos de preços de viagem e alojamento, e do clima, que é atractivo mesmo no Inverno”, considera Tourais. A instabilidade política no Egipto e no Norte de África, tipicamente os principais destinos dos mergulhadores europeus, terá também contribuído para lançar os holofotes sobre Portugal.
3,2 milhões mergulhadores na Europa
Segundo a Organização Mundial de Turismo, existem na Europa cerca de 3,2 milhões mergulhadores activos, que realizam viagens de mergulho pelo menos uma vez por ano. Em 2022, serão perto de 5 milhões. “Só o mercado nórdico representa dois milhões de mergulhadores, que serão três milhões em 2022”, diz Luís Sá Couto, da Subnauta, que promoveu o projecto Ocean Revival.
Segundo ele, o Algarve regista dez mil mergulhos por ano e o objectivo é chegar aos 90 mil daqui por dez anos. “Não é uma loucura, é perfeitamente possível”, garante, revelando que este ano já nota um aumento da procura, depois de uma forte aposta na promoção do destino lá fora. Até ao final de Maio, a Subnauta levou dois mil mergulhadores ao Ocean Revival e para Setembro e Outubro espera casa cheia com turistas do Norte da Europa.
O crescimento deve traduzir-se em euros: em 2012, segundo Sá Couto, o mergulho no Algarve gerou 2,6 milhões de euros e em 2022 pode gerar 70,5 milhões.
Faltam dados sobre o impacto económico da actividade a nível nacional. Embora a náutica de recreio, na qual se inclui o mergulho, seja uma das dez apostas do Plano Estratégico Nacional para o Turismo, nem o Governo nem o Turismo de Portugal têm dados sobre o peso do turismo subaquático na economia. Nuno Madeira, adjunto do secretário de Estado do Turismo, justifica: “É difícil avaliar esses pequenos segmentos”. Será ainda assim tão pequeno?
Preços das peças individuais e em conjunto vão desde os 18 aos 35 euros.
A mítica sardinha de Raphael Bordallo Pinheiro vai ter mais 21 companheiras fruto de um colaboração da Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural (EGEAC) com a Câmara Municipal de Lisboa e as Faianças Artísticas de Bordallo Pinheiro, chamada “Sardinha by Bordallo Pinheiro”.
Serão, assim, 22 as sardinhas lançadas nesta colecção, contando com as 21 seleccionadas a partir das participantes nas quatro edições do Concurso “Sardinhas das Festas de Lisboa” a que se acrescenta a popular sardinha de Bordallo Pinheiro.
As peças serão feitas em faiança artesanal, estilo popularizado por Raphael Bordallo Pinheiro, e serão vendidas numa embalagem individual a imitar papel de jornal, remetendo para a venda do peixe na cidade, ou aos pares numa caixa que lembra as latas de sardinha da indústria conserveira.
As peças serão vendidas nas lojas Bordallo Pinheiro, na Vista Alegre Atlantis do Chiado, El Corte Inglés e ainda numa carrinha clássica Citroën HY de 1960, que circulará durante a estação quente pelos pontos mais frequentados da capital, como a Baixa, Belém e o Parque das Nações.
A colecção será revista anualmente após o concurso, sendo adicionadas ou retiradas sardinhas, e há também a proposta de criar edições especiais em colaboração com produtores internacionais.
O Governo da China não aprovou a aliança P3 pelo que a Maersk, MSC e CMA CGM não poderão operar em conjunto no mercado chinês. O Governo chinês justificou a sua decisão com as normas de controlo de concentração empresarial existentes no país.
Em comunicado, a Maersk confirmou que respeitará a decisão do Governo chinês e referiu mesmo que irão ser paralisados todos os trabalhos preparatórios da Rede P3.
“A decisão surpreendeu-nos, tal como aos colaboradores com os quais estamos a trabalhar”, referiu o conselheiro delegado da Maersk, Nils S. Andersen. “Este tipo de aliança iria ajudar a reduzir emissões de dióxido de carbono da companhia”, acrescentou Andersen.
A intenção de criar a P3 foi anunciada há um ano, em junho de 2013. O objetivo passava por partilhar navios e rotas entre Ásia e Europa e Estados Unidos. Queriam fazer do transporte marítimo regular de contentores algo mais eficiente e melhorar a qualidade do serviço. As companhias partilhariam 255 navios com capacidade total de 2,6 milhões de TEU. Agora, com a impossibilidade de estar no mais importante mercado asiático (e mundial), a P3 vai por água abaixo.
Com o objectivo de promover as potencialidades do Grande Rio do Sul, enquanto pólo de desenvolvimento turístico do Baixo Guadiana, e contribuir para o aparecimento de novos amantes da pesca desportiva, a Associação de Pesca Desportiva de Castro Marim realiza, dia 22 de Junho, o VIII Concurso Internacional de Pesca Desportiva de Barco, no Rio Guadiana.
A prova desportiva, que se desenrola no rio Guadiana, entre a entrada do esteiro da vila de Castro Marim e o cais acostável da Quinta do Vale, no Monte Francisco, contará com 30 a 35 embarcações e uma centena de participantes para uma jornada de grandes pescarias.
As equipas de pescadores portugueses e espanhóis, participantes no VIII Concurso Internacional de Pesca Desportiva, num ambiente competitivo e de sã convivência, vão procurar obter a maior quantidade de pescado nas águas do rio Guadiana, desde o robalo à baila, passando pela dourada, tendo em vista os primeiros lugares da classificação.
O VIII Concurso Internacional de Pesca Desportiva no Rio Guadiana, que tem início às 08.00 horas, cujos locais de concentração são o cais de embarque de Vila Real de Santo António e o cais de Castro Marim, conta com os apoios da Câmara Municipal, Junta de Freguesia de Castro Marim e Eurocidade do Guadiana.
Para mais informações contacte a Associação de Pesca Desportiva de Castro Marim através do e-mail: apdcastromarim@gmail.com ou dos telemóveis 962 792 491 / 966 482 845.