Perfume de caracol do mar pode ajudar a salvar recifes de corais

A Grande Barreira de Coral, localizada na Austrália, é o maior recife de coral do mundo e vive constantes ameaças. Entre elas está o coroa-de-espinhos, uma espécie de estrela-do-mar que se alimenta dos corais. Mas, graças à charonia – um tipo de caracol do mar que é inimigo natural da coroa-de-espinhos – isso pode mudar.
Cientistas descobriram que um perfume exalado pelo caracol do mar faz as coroas-de-espinho fugirem. “A nossa equipa na USC inclui os principais cientistas que são biólogos moleculares e especialistas em proteômica e metabolômica que podem identificar exactamente o que é a molécula de perfume”, diz Scott Cummins, investigador da Universidade de Sunshine Coast, na Austrália.
“Esperamos sintetizar quimicamente a molécula, e, em seguida, libertar lentamente o perfume composto para controlar os movimentos da estrela-do-mar. A ideia é o perfume afastar as estrelas para longe, reduzir sua reprodução e mantê-las fora de partes particularmente sensíveis do recife”, afirmou.
O vídeo abaixo, liberado pelo Instituto Australiano de Ciência Marinha, mostra o quanto as coroas-de-espinhos odeiam o cheiro de uma charonia:

Olhão e UAlg ajudam a organizar Congresso Ibérico de Aquacultura

O Município de Olhão e a Universidade do Algarve são dois dos parceiros portugueses do I Congresso Ibérico de Aquacultura, que vai decorrer em Huelva, na Espanha, de 13 a 16 de Outubro de 2015.
O tema central deste evento ainda está em aberto e qualquer um pode contribuir para o escolher, participando na votação que se encontra aberta. No dia 30 de Novembro será anunciada a proposta mais votada.
Os temas a votação são: «Aquacultura: Governança e Estratégia»; «Ciência e governança para uma aquacultura com futuro»; «A Aquacultura Ibérica: novos desafios»; «Aquacultura: cultivando o futuro»; e «Aquacultura: um horizonte sustentável e/ou Cultivando o presente para alimentar o futuro».
O que é certo, à partida, é que esta será uma boa oportunidade para juntar os principais especialistas na matéria de Portugal e Espanha, para reflectirem sobre o sector.
Olhão junta-se ao núcleo duro de parceiros estratégicos na organização do I Congresso Ibérico de Aquacultura, que também inclui a Universidade do Algarve e o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), «tendo em conta o know-how do concelho neste tema», salienta a autarquia olhanense.
«Com este encontro pretende-se promover uma colaboração mais estreita entre os agentes do sector e cientistas de Espanha e Portugal, com o objectivo de enfrentar conjuntamente os desafios e as perspectivas inerentes a este tema, nomeadamente a pesquisa na área da aquacultura, o desenvolvimento e inovação, a tecnologia e transferência de conhecimentos, assim como promover o desenvolvimento sustentável da aquacultura nos dois países», ilustrou a Câmara de Olhão, num comunicado.
Fonte: Sul Informação.

Portugal soma pontos como destino de surf

Portugal foi o País mais pesquisado a nível internacional para praticar surf no período de Junho de 2013 e Junho de 2014, segundo o Bloom Consulting Country Brand Ranking de 2014.
Tópicos relacionados com praias e gastronomia local também assumiram um grande protagonismo nas escolhas dos turistas internacionais, no que diz respeito às pesquisas por destino turístico por turistas internacionais.
O mesmo relatório demonstra que Portugal manteve a sua posição de 10ª melhor marca europeia para Turismo, superando dois grandes concorrentes no sul do continente: a Grécia (número 11) e a Croácia (número 12).
No que diz respeito ao desempenho nas redes sociais, o País apresenta uma excelente performance devido à sua forte presença, reflectido por ter muitos seguidores e ‘gostos’ em diferentes plataformas na Internet.
Mas é no desempenho online que Portugal encontra mais dificuldades em afirmar-se entre as grandes potências do turismo europeu, apesar de se registarem bons resultados em todos os sectores em análise. No entanto, o País apresenta uma receita turística muito superior à média da região.
Fonte: Publituris

Portuguesa Teresa Almeida é campeã do mundo de bodyboard

Atleta do Vimeiro venceu campeonatos disputados no Chile. Há 16 anos que o título feminino não vinha para Portugal.

A portuguesa Teresa Almeida sagrou-se campeã do mundo de bodyboard, ao vencer a final disputada a quatro nos campeonatos que decorreram no Chile.

Na derradeira etapa, a atleta natural do Vimeiro levou a melhor sobre a venezuelana Yuleiner Gonzalez, a francesa Anne Cecile Lacoste e a brasileira Neymara Carvalho para conquistar a medalha de ouro no escalão feminino.

Outros portugueses estiveram em destaque na competição, com Madalena Guerra a conquistar a medalha de bronze feminina em sub-18 e Miguel Adão a conseguir um 4.º lugar nos homens na mesma categoria. Um total de 170 atletas de 24 países disputaram o mundial, que se realizou este ano na Playa Cavancha, na estância balnear chilena de Iquique.

“Campeã mundial de bodyboard! Grande orgulho representar o meu país e levar este título para Portugal!”, escreveu Teresa Almeida no seu Instagram. “A equipa foi incrível e sem vocês não tinha sido possível. Obrigada a todos pelo apoio!”

Teresa Almeida é a segunda portuguesa a trazer o principal título da Associação Internacional de Surf (ISA, na sigla inglesa) para Portugal. A primeira foi Dora Gomes, considerada a grande pioneira do bodyboard no país, que se tornou campeã mundial da modalidade no longínquo ano de 1998. Gonçalo Faria (também em 1998) e Manuel Centeno (em 2006) conseguiram idênticos resultados no sector masculino.

O título mundial de bodyboard da ISA é o ponto mais alto da carreira de Teresa Almeida, que já no passado mês de Outubro, em Marrocos, se tinha sagrado vice-campeã europeia da modalidade — uma competição que seria ganha por outra portuguesa, a algarvia de ascendência alemã Joana Schenker, actual líder do ranking nacional.

Natural do Vimeiro, concelho de Alcobaça, Teresa Almeida tem 22 anos e compete pelo Clube de Desportos Alternativos da Nazaré.

Fonte: Público

Rui d'Orey eleito presidente da AGEPOR





A AGEPOR – Associação dos Agentes de Navegação de Portugal elegeu, no passado dia 9 de dezembro, Rui d’Orey (da Orey Comércio e Navegação, S.A.) para o cargo de presidente da associação para o triénio 2015/2017.
Em reunião, o conselho nacional da associação elegeu aquela que vai ser a nova Direcção nacional da AGEPOR e que conta com quatro vice-presidentes: Carlos Vasconcelos (MSC-Mediterranean Shipping Co. Portugal, S.A); João Valdemar (Euroline-Agentes de Navegação,Lda.); Luis Paz da Silva (Marmedsa-Agência Marítima, Lda.) e Óscar Burmester (Burmester & Stuve Navegação). Segundo a associação os representantes das empresas foram eleitos por unanimidade. Refira-se que Rui d’Orey irá substituir Óscar Burmester no cargo de presidente.



Fonte: Transportes em Revista.

Portos nacionais superam os 75 milhões de toneladas

O movimento de mercadorias nos portos nacionais atingiu os 75,4 milhões de toneladas no final de Novembro. Um recorde que “disfarça” a quebra homóloga de 1,7% verificada no último mês. Setúbal continua a liderar os ganhos. Lisboa mantém o pior registo dos últimos 12 anos.
O resultado acumulado dos primeiros 11 meses do ano representa um ganho homólogo de 2,9%. A carga geral avança 43% para os 32,6 milhões de toneladas, os granéis líquidos sobem 34% até aos 26 milhões e os granéis sólidos crescem 22% para os 16,8 milhões.
À excepção de Lisboa e Viana do Castelo, todos os principais portos do Continente registam máximos históricos. Setúbal é o que mais cresce: soma 7,5 milhões de toneladas (mais 18,2%). Segue-se-lhes, neste ranking particular, Aveiro, com 4,2 milhões de toneladas (mais 15,7%). Leixões avança 1,7% até aos 16,3 milhões de toneladas, Sines sobe 1,5% para os 34,3 milhões (perde um tudo nada do seu peso relativo no contexto nacional), e a Figueira da Foz cresce 0,7% para os dois milhões de toneladas.
Com 10,8 milhões de toneladas acumuladas, Lisboa ainda perde 3,1% em termos homólogos. E Viana do Castelo recua 9,6% para as 414 mil toneladas.
Em Novembro, pela primeira vez em muitos meses, o movimento de mercadorias regrediu em termos homólogos: 1,7% para 6,7 milhões de toneladas, penalizado pela quebra de 12% nos granéis líquidos.
Entre os principais portos, avultam as quebras de 6,6% de Sines (movimentou três milhões de toneladas) e de 4,3% de Lisboa (um milhão de toneladas). Setúbal continuou a liderar os ganhos (12%), com 611 mil toneladas, seguido de Leixões (mais 9%), com 1,5 milhões de toneladas.

Fonte: T e N

Porto de Sines escalado por três novos serviços da Aliança 2M

A Aliança 2M, estabelecida entre os armadores MSC e Maersk, deverá arrancar já no mês de Janeiro e o porto de Sines confirma-se como um dos portos de escala, recebendo três novos serviços, dois no Mediterrâneo-América do Norte e um no Ásia-Norte da Europa.

Os navios utilizados terão capacidade para 12 mil TEU e, para além do porto de Sines, serão escalados os portos de Wilhelmsaven (Alemanha), rei Abdullah (Arábia Saudita), Baltimore e Nova Orleães (EUA), e Freeport (Bahamas). 

A estes juntam-se três escalas directas da Maersk para os portos de Le Havre (França), Southampton (Inglaterra) e Piréu (Grécia).

Ao todo, a aliança vai realizar 23 serviços semanais na East-West com uma frota de 193 navios, numa capacidade total de 2,4 milhões de TEU.

Fonte: Cargo

MSC recolhe alimentos para IPSS de Santarém





A MSC juntou os seus cerca de 200 colaboradores para um convívio de Natal, aproveitando a ocasião para promover uma recolha de alimentos. Inserida na política de responsabilidade social da MSC, esta acção reverteu para o Centro Paroquial de Santa Margarida de Abrã, uma IPSS da zona de Santarém, que presta apoio social a crianças e idosos.

Nesta iniciativa, os colaboradores da MSC conseguiram reunir mais de 300 kg de alimentos que foram posteriormente entregues a esta IPSS. Além desta ação de responsabilidade social, a MSC Portugal ainda apoiou a Associação Make a Wish, tendo oferecido a todos os seus colaboradores uma Estrela Make a Wish 2014.

“2015 será um ano muito próspero para a MSC Portugal, pleno de projectos novos e desafios, que motivarão a nossa magnífica equipa e nos farão chegar mais longe e com o mesmo nível de comprometimento e respeito para com os nossos clientes”, referiu Carlos Vasconcelos, Administrador da MSC Portugal.



Fonte: Cargo 

Barcos portugueses podem voltar a pescar em Marrocos

As águas marroquinas estão abertas a navios de pesca portugueses, espanhóis, holandeses, letões e lituanos, no âmbito da parceria estabelecida entre a União Europeia e Marrocos.

Os navios de pesca de Portugal, Espanha, Holanda, Letónia e Lituânia podem voltar a pescar em águas marroquinas, de acordo com notícias avançadas na imprensa nacional.
As 63 licenças que entraram em vigor a 15 de Julho foram emitidas ao abrigo de uma parceria entre a União Europeia (UE) e Marrocos e têm uma validade de quatro anos.
Marrocos vai ter uma compensação de 16 milhões de euros, que representa 60% dos 30 milhões de euros que a UE vai gastar por ano, avança a TVI. Os restantes 14 milhões destinam-se a apoiar o sector das pescas no país. Os donos dos navios vão ter de suportar um custo estimado em dez milhões de euros.
A Associação de Armadores revelou que o número de licenças atribuídas a Portugal não é elevado, mas que, ainda assim, está satisfeita com a notícia, segundo a informação divulgada pela RTP. A associação sublinhou que Marrocos é uma área com muito potencial e que as condições climatéricas permitem, por exemplo, a captura de sardinha, no inverno.
Fonte: Observador/Ana Pimentel.


Portugal pesca mais carapau e menos pescada

A quota de pesca para Portugal vai aumentar 18% no próximo ano, com o carapau a registar uma subida de 67% e a pescada uma descida de 15%.

 quota de pesca global para Portugal vai aumentar 18% em 2015, face a este ano, anunciou esta terça-feira, em Bruxelas, a ministra da tutela, Assunção Cristas.
Segundo a ministra, é nos carapaus que se regista a maior subida, de 67%, tendo sido ainda negociado entre os ministros das Pescas dos 28 um aumento de 14% no tamboril, de 10% no biqueirão e de 15% no lagostim. Já os totais admissíveis de capturas de pescada nas águas ibéricas foram reduzidos em 15%.
Fonte: Observador.