UASC com recorde de carga de 18 601 TEU

O feito foi conseguido a bordo do Al Muraykh, um dos mais verdes gigantes do mar.


A UASC (United Arabe Shipping Company), do Dubai, estabeleceu um novo recorde de carga de 18 601 TEU a bordo do Al Muraykh, um dos mais verdes gigantes dos mares, com capacidade total de 18 800 TEU.
O feito foi conseguido num carregamento entre Port Klang, na Malásia, e Felixtowe, em Suffolk, no Reino Unido, conseguindo assim atingir, em simultâneo, um mínimo de emissões de CO2 por TEU, o equivalente também a 60% das emissões emitidas caso a carga seguisse a bordo dos convencionais navios de 13 500 TEU.


Atum leiloado por 108 mil euros

Um atum rabilho foi vendido por 14 milhões de ienes (108.376 euros) no tradicional leilão no mercado de peixe de Tsukiji, em Tóquio, o primeiro do ano e o último nestas instalações.


Como tem sido habitual nos últimos anos, o exemplar de 200 quilos procedente da província de Aomori foi adquirido a 70.000 ienes o quilo (542 euros) por Kiyoshi Kimura, dono de uma conhecida cadeia de restaurantes de sushi.
O preço representa o triplo dos 4,51 milhões de ienes (34.919 euros) que o próprio Kimura pagou no ano passado pela peça mais cobiçada do primeiro lote do ano no mercado, e quase o dobro dos 7,36 milhões de ienes (56.998 euros) que o empresário pagou em 2014.
No entanto, o valor não atingiu o recorde de 155,4 milhões de ienes (1,07 milhões de euros) que o japonês gastou em 2013, o preço mais alto pago até à data.
O primeiro leilão de atum do ano em Tsukiji, o maior mercado de peixe do mundo, que abriu em 1935 no bairro de Chuo, nas margens do rio Sumida, converteu-se, nos últimos anos, num evento mediático, graças à presença de Kimura, já que o quilo de atum rabilho raras vezes é comprado pelos comerciantes por mais de 70 euros.
Este ano o leilão teve um significado especial, já que foi a última vez que a primeira hasta do ano é ali realizada, estando prevista uma deslocação do mercado para Toyosu, uma ilha artificial na baía da capital, em Novembro deste ano.

Fonte: JN


Uma lula gigante nunca tinha sido filmada assim

Pela primeira vez foi avistada uma lula gigante na Baía Toyama, no Japão. O cefalópode tinha uma largura estimada de 3.7 metros e, para além de ter sido visto, foi também filmada. Veja as imagens.



O fundo mar é um dos lugares mais misteriosos e, ao mesmo tempo, mais maravilhosos do planeta. Nele encontram-se as mais variadas criaturas que já deram azo a obras e a mitos. Mas estas criaturas vivem lá bem no fundo, são esquivas e muito difíceis de encontrar. Daí a surpresa quando um dos monstros das profundidades, uma lula gigante, veio ao de cima no Japão, o que raramente acontece. O cefalópode já ficou conhecido como “Heck”, um nome carinhoso para um bichinho com uma largura estimada de 3.7 metros.
É a primeira vez que um animal desta espécie aparece na Baía de Toyama, no Japão. De resto apenas algumas dezenas foram avistadas por todo o mundo, o que serviu para alimentar mitos e inspirar romancistas.
Um gestor da Baía de Toyama, Tatsuya Wakasugi, reforçou, em declarações ao Wall Street Journal, que “foi a primeira vez que vimos uma lula gigante viva por aqui, onde a profundidade da água é apenas de cerca 2.5 a 3 metros”
Para além de ter sido vista, esta lula gigante foi também filmada. Aqui ficam as imagens:






Fonte: Observador

TR promove debate sobre Concorrência no Sector Portuário

A Transportes em Revista vai realizar, no próximo dia 26 de Janeiro, no Auditório do Alto dos Moinhos, em Lisboa, uma sessão-debate dedicada ao tema “Concorrência no Sector Portuário”. 
Em fase de consulta pública, o estudo sobre a concorrência neste sector, promovido pela própria AdC – Autoridade da Concorrência, identifica os principais constrangimentos à concorrência nos portos portugueses e apresenta um conjunto de recomendações destinadas a promover a concorrência no sector. Segundo a AdC, algumas das recomendações têm como objectivo “mitigar os constrangimentos de natureza concorrencial identificados”. Entretanto, cerca de 40 entidades enviaram esclarecimentos e comentários expondo argumentos, opiniões e pontos de vista sobre as várias matérias abordadas no referido estudo. 
Ao promover esta sessão de debate, a Transportes em Revista, procura contribuir para a reflexão e esclarecimento das posições dos diversos intervenientes do sector portuário, sobre este importante documento.
A sessão irá contar com a presença de Paulo Gonçalves (AdC), João Carvalho (AMT), Vítor Caldeirinha (APP), Pedro Galvão (CPC), Miguel Gomes (AAMC), Rui D´Orey (Agepor), António Caneco (Svitzer Portugal), Paulo Paiva (Associação dos Transitários de Portugal), Urbano Gomes (TCL), Jaime Vieira dos Santos (Comunidade Portuária de Leixões), Tiago D´Alte (Universidade Católica), Paulo Neves (Tertir), Amadeu Rocha (APDL), Gonçalo Vieira (Portucel/Soporcel), entre outros.

Fraco desempenho dos portos do Norte da Europa deverá manter-se em 2016

 
Os portos do Norte da Europa prosseguem na rota do durante mau desempenho ano que se arrastou durante 2015 – é esta a previsão do último relatório elaborado conjuntamente pela empresa de consultoria Hackett Associates e pelo Instituto de Economia de Transporte e Logística, feito através da análise de indicadores económicos, e que apontam para uma nova redução na actividade económica que terá impactos no volume de comércio.

Para os próximos seis meses, a previsão feita projecta um decréscimo de 4,1% no total de movimentos de contentores através do corredor do Norte, facto que, a concretizar-se, melhorará ligeiramente a diminuição de 5,2% verificada no período anterior. Entre os seis portos analisados ??nesta região (Le Havre, Antuérpia, Zeebrugge, Rotterdam, Bremen e Hamburgo), apenas o porto de Antuérpia “tem tido um ano decente e é susceptível de manter a força em 2016, porque ele não está exposta a a queda nos volumes de comércio russo afectou ambos os concorrentes do Norte “.

Olhando para o futuro a empresa de consultoria Hackett Associates deixa um alerta sobre a “incerteza” que “os consumidores europeus ainda se sentem devido a problemas económicos, políticos e de segurança”, factos que vieram provocar uma queda acentuada na procura. Explica consultora que não vislumbra no horizonte “nenhuma recuperação em volumes e taxas de frete “.

Fonte:  Cargo

Maiores portos do mundo perdem contentores

O tráfego de contentores nos 30 maiores portos do mundo recuou 0,9% no terceiro trimestre do ano passado, calcula a Alphaliner. Trata-se da primeira queda de actividade desde 2009, sublinha.



Com este resultado, a projecção de crescimento para o final de 2014 é agora de apenas 0,8%, em forte contraste com as estimativas iniciais que apontavam para uma subida de 3-4%, ainda assim menor do que a registada em 2014.


O recuo do terceiro trimestre segue-se à forte travagem verificada entre Abril e Junho, quando o crescimento homólogo dos movimentos nos principais portos mundiais se ficou pelos 0,6%, depois de no primeiro trimestre ter atingido os 5,1%.


A Alphaliner avança como explicações a ausência de picos de procura ao longo do ano (ao contrário do que é habitual) e a excessiva oferta de capacidade – resultado da entrada no mercado de um crescente número de navios de grandes dimensões.


Xangai distancia-se de Singapura


No balanço dos primeiros nove meses do ano, Xangai reforçou a sua posição como líder mundial no movimento de contentores, com 27,4 milhões de TEU, mais 3,6% em termos homólogos. Singapura, o “histórico” número um, ficou mais longe, tendo regredido 6,5% para 23,5 milhões de TEU.


Entre os primeiros 30 portos mundiais, Nova Iorque destacou-se pela positiva, com um ganho homólogo de 13% até aos 4,8 milhões de TEU. Nos antípodas, Jacarta recuou 16,6% para 3,8 milhões de TEU.



Roterdão, o maior porto europeu (12.º no ranking), avançou 1% para 9,3 milhões de TEU. Valência, o maior porto da Península Ibérica na movimentação de contentores, cresceu 8% para 3,58 milhões de euros.


Fonte: T e N

Portos com recorde de 2,4 milhões de TEU

Nos primeiros 11 meses de 2015, os portos nacionais movimentaram praticamente 2,4 milhões de TEU. Sines garantiu mais de metade. Em ambos os casos os recordes são absolutos.


A carga geral contentorizada cresceu  5,4%, entre Janeiro e Novembro, para os 26,5 milhões de toneladas, segundo a Autoridade da Mobilidade e Transportes (AMT). O movimento de contentores, medido em TEU, avançou 2,7%.
Sines, Setúbal e Figueira da Foz, em diferentes escalas, foram os portos que mais cresceram nos contentores e atingiram novos máximos. Sines avançou 8,3% e chegou aos 1 227 149 TEU; Setúbal cresceu 15,2% até aos 110 388 TEU e a Figueira fez o mesmo e atingiu os 21 181 TEU.
Em sentido inverso, Leixões recuou 6,9%, castigado pela crise da  economia angolana, e quedou-se pelos 574 421 TEU. Lisboa, ainda pouco afectado pela greve dos estivadores (iniciada a 14 de Novembro), cedeu 0,6% para 455 514 TEU.
Continuando a crescer acima da média do mercado, Sines e o Terminal XXI valiam, no final de Novembro, 51,4% do total de contentores movimentados nos portos do Continente, medido em TEU.
Desde 2005, calcula a AMT, a taxa média anual de crescimento do porto alentejano atingiu os 36,8%. Lisboa, que já foi o maior porto de contentores nacional, pelo contrário, está numa situação de estagnação, com uma taxa média negativa de 0,3%. Setúbal cresceu, no mesmo período, 22,9% ao ano, a Figueira da Foz 9,1% e Leixões 6,6%.
Só uma “catástrofe” evitaria um recorde anual na movimentação de contentores, algures na casa dos 2,6 milhões de TEU. Todavia, é de de notar que o resultado de Novembro – 210 294 TEU – foi negativo em 1,1% em termos homólogos. Um aviso para a navegação
Fonte: T e N


O Trabalho Portuário em Portugal.

O Trabalho Portuário em Portugal, já foi uma das mais bem pagas dentro do Sector Terciário, tendo durante muitos anos, sido uma das actividades mais familiares que se encontrou, neste caso, no Sector Portuário. Há quem pense que o declínio salarial desta nobre profissão, começou recentemente, com a proliferação de Terminais Portuários pela Península Ibérica ao longo das décadas. Mas tal não corresponde minimamente à verdade. Por um lado, Portugal apesar de ser um país com vocação atlântica com uma Zona Económica exclusiva que supera o seu território continental, e com muito potencial marítimo para desenvolver no futuro, caso haja vontade política, dinâmica empresarial e apostas altas, a verdade é que a Economia Nacional não é de todo, atractiva para um Sector Portuário, que vive sobretudo da movimentação real de cargas, seja exportação ou importação, visto que o dinheiro verdadeiro e que proporciona altos lucros às empresas provém desse meio. Portugal é um país que, apesar de ter crescido no segmento da exportação nos últimos 2 anos e meio, não consegue contudo, chegar a uma média confortável que faria crescer o valor da carga portuária e por consequente, proporcionar um maior retorno dentro da sua classe trabalhadora. “Transhipment” em Portugal representa 79% da carga movimentada, sendo que o maior porto exportador é Leixões, precisamente pelo facto da maioria da indústria nacional exportadora, se encontrar no Norte do país. A diferença entre o preço de um contentor com carga valiosa e um contentor vazio é abismal, fazendo com que a tarifa deste último se torne em certos casos, num valor ridículo. A globalização, que muitos apontam como inevitável e uma realidade do Século XXI, é sem dúvida, outro dos factores que mais penaliza este sector, porque o fecho de terminais para locais mais “baratos”, a aposta em países mais emergentes e a mudança avulsa de rotas mais longas e lucrativas, em detrimento das rotas tradicionais, tudo faz com que a globalização seja algo com maior impacto do que inicialmente se podia pensar. Outro factor, neste caso histórico, tem sido o pouco acesso à profissão do estivador/trabalhador portuário, vedado devido aos contingentes que se foram formando nos mais diversos portos nacionais, sendo a profissão quase restrita aos laços familiares, fazendo com que haja gerações familiares dentro da mesma profissão, algo que se tem alterado na última década, fazendo com que o mercado de trabalho crescesse em largo número, havendo inclusive a entrada de mulheres dentro da profissão, algo impensável há uns largos anos atrás. O modelo sindical utilizado em Portugal, é o regular dentro da União Europeia, com excepção ao caso do Porto de Lisboa, onde a diplomacia, negociação e tranquilidade têm constatado com o seu oposto, com greves, intransigência e luta. Não tomando lado nem da parte patronal, nem na parte sindical, ambas as partes perdem, porque nem um lado faz lucro e chama novo investimento, nem o outro lado faz justificar os elevados ordenados, que aos poucos se vão desfazendo em sonhos passados, com a entrada em vigor da Lei Portuária de 2012, que meteu na lei, os Portos de Leixões e Sines, que já utilizavam à sua forma peculiar, essa mesma lei. Tantos motivos e razões, que tantos as empresas, como os trabalhadores sabem e conhecem, ou pelo menos deveriam ter ideia. Como se resolve um cenário destes? Não há uma varinha mágica. Um modelo económico assente numa exportação forte e pujante é o caminho mais indicado. Uma economia de consumo interno, como parece ser o caminho escolhido agora, não é o mais apropriado. Se tivermos um Sector Portuário preparado numa Economia que exporta o que tem de melhor, é o melhor dos dois mundos. Por um lado ajuda as pequenas e médias empresas a crescerem e ajuda as grandes empresas portuárias a trabalhar mais, com mais valor acrescentado ao seu trabalho. Um modelo dessa natureza iria beneficiar as empresas ( ainda mais) e iria proporcionar mais ( ao pouco que possuem ) aos trabalhadores portuários. Ninguém acredita que um modelo portuário baseado em ordenados parcos é o caminho a seguir. Mas se a remodelação da estratégia do Sector Portuário acontecer para melhor, é a maneira da massa trabalhadora possuir mais. Na sua medida exacta. Nem mais nem menos. E esse caminho irá ter de acontecer mais tarde ou mais cedo. Porque nenhum país sobrevive sem uma nova estratégia e inovação.

Royal Caribbean vai ter o maior escorrega em alto mar


A Royal Caribbean International vai ter o maior escorrega em alto mar, o The Ultimate Abyss, a instalar a bordo do novo Harmony of the Seas, com inauguração marcada para Maio de 2016.
Elevando-se a mais de 45 metros acima do nível do mar, com vista para o AquaTheater na popa do navio, estes escorregas farão os hóspedes deslizarem de uma altura de 30 metros, rodando e virando à velocidade de 14 km/hora, desde a Zona de Piscina e Desportos no Deck 16 até à Boardwalk no Deck 6.
Composto por 227.000 toneladas de arqueação bruta e 16 decks, o Harmony of the Seas contará com 2.747 camarotes para 5.497 hóspedes em ocupação dupla. A Classe Oasis é uma maravilha arquitectónica com um conceito de sete bairros a bordo, incluindo o Central Park, Boardwalk, Royal Promenade, Piscina e Zona de Desportos, Spa Vitality at Sea e Ginásio, bem como zonas de entretenimento e para jovens.
Fonte: Turisver.

Grupo Costa constrói novos Navios

O Grupo Costa acaba de anunciar um acordo com a Fincantieri para a construção de dois novos navios com vista a impulsionar a marca na Ásia.
Os novos navios, cada um com 135 mil toneladas e com capacidade para 4.200 passageiros, construídos em Itália e projectados especificamente para o mercado chinês, juntam-se à frota da Costa em 2019 e 2020.
Este projecto faz parte de um memorando de entendimento assinado pela Carnival Corporation & Plc e Fincantieri para construir quatro novos navios até 2020 nos estaleiros da empresa em Monfalcone e Marghera, Itália.
Graças a este acordo, o Grupo Costa terá oito novos navios encomendados, com uma capacidade total de 45 mil camas (quatro para a marca alemã Aida Cruises, dois para a marca italiana Costa Cruzeiros, dois para Costa Ásia), elevando a capacidade total da frota em 110 mil camas.O Grupo Costa foi a primeira empresa a entrar no mercado chinês em 2006. Três navios estão actualmente destacados na China e na Ásia durante todo o ano: o Costa Atlântica, o Costa Victoria e o Costa Serena. Um quarto navio, o Costa Fortuna, irá juntar-se em Abril de 2016.
Fonte: Turisver