É um iate? É uma ilha? E que tal as duas coisas juntas?

Nunca tal tinha sido pensado. Mas a primeira ilha flutuante está ao dispor dos muito ricos. Uma espécie de mega-iate e ilha exótica…


Uma empresa austríaca especializada em iates submersíveis apresentou uma plataforma flutuante que se desloca, podendo funcionar como barco.
Na prática, a “Kokomo ailand” é uma ilha, com a diferença que não tem de estar sempre no mesmo sítio – a promoção fala num mega-iate combinado com uma ilha exótica.
Na “ilha”, há um apartamento de luxo, 80 metros acima do nível do mar, com elevadores e jacuzzi.
No deck principal há uma piscina, queda de água, palmeiras e jardins verticais.
Fonte: TSF

Microsoft testa instalação de data centers no fundo do oceano

A Microsoft está investindo no Project Natick, que visa a possibilidade de instalar os seus centros de armazenamento e gestão de dados centenas de metros abaixo do nível do mar. A notícia foi dada pelo jornal norte-americano New York Times.
Os testes vem sendo feitos no Oceano Pacífico, próximo à Califórnia. O protótipo é uma cápsula de aço com mais de 100 sensores (que mediam pressão, humidade, temperatura e movimento, por exemplo) que era controlado pelo escritório da Microsoft.
A empresa pretende continuar os seus testes fazendo um novo servidor subaquático cerca de três vezes maior que o último protótipo. Para ele, a Microsoft já pretende trabalhar em parceria com alguma empresa disposta a armazenar os seus dados lá.
Fonte: Imasters

Exportações nacionais cresceram 33% nos últimos cinco anos

No ano passado, o valor dos bens vendidos por Portugal ao mundo quebrou um novo recorde absoluto: quase 50 mil milhões de euros. Espanha consolidou lugar de primeiro cliente, Angola é a grande decepção e EUA a maior surpresa.
As exportações portuguesas subiram 33% nos últimos cinco anos, tendo as importações crescido 25% no mesmo período, o que permitiu que a taxa de cobertura – que mede a percentagem das importações pode ser “comprada” com o que o país vende ao mundo – melhorasse significativamente, passando de 63,5% para 82,9% entre 2010 e 2015, revelamdados sobre o comércio internacional divulgados nesta quarta-feira, 10 de Fevereiro, pelo Instituto Nacional de Estatística.

Olhando para 2015, constata-se que, pelo sexto ano consecutivo, o valor dos bens vendidos por Portugal ao mundo quebrou um novo recorde absoluto, ao totalizar 49,8 mil milhões de euros, após um crescimento de 3,6% face a 2014. As importações também subiram, 1,9%, para 60,1 mil milhões de euros.

Ao longo do ano passado, Espanha consolidou fortemente a posição tradicional de primeiro parceiro comercial. As exportações subiram 10% para 12,4 mil milhões de euros, o que significa que quase 25% do total do “made in Portugal” vendido ao mundo se destinou ao país vizinho. Também as importações cresceram, 2,8% para 19,7 mil milhões de euros – ou seja, a economia portuguesa adquiriu em Espanha 33% do total de bens e mercadorias que comprou lá fora.


No top 5 dos principais destinos das exportações, não há grandes mexidas em 2015: França é o segundo maior cliente (seis mil milhões de euros), sendo seguida de perto da Alemanha (5,9 mil milhões), do Reino Unido (3,2 mil milhões) e de Angola (3,2 mil milhões de euros). O mercado angolano sobressai, porém, pela negativa, por ser o único destes destinos em queda – e em forte queda: as exportações para Angola caíram 34% face a 2014. Já os Estados Unidos sobressaem pela positiva, após as exportações para o mercado norte-americano terem subido 22% para 2,6 mil milhões de euros.


Do lado das importações, após Espanha, Alemanha é o segundo país a quem Portugal mais compra (7,7 mil milhões de euros, após subida de 6,4%), seguindo-se França (4,4 mil milhões, na sequência de uma igual subida de 6,4%) estando Reino Unido e China agora empatados: a economia portuguesa comprou a ambos 1,8 mil milhões de euros, mais 3,8% e 11%, respectivamente, do que no ano passado.


Portugueses em destaque no Torneio Internacional de Vela de Vilamoura

Manuel Ramos garante lugar no pódio atrás dos irmãos alemães Mohr, na categoria juvenil
Velejadora algarvia Beatriz Gago é a primeira rapariga na classificação final
525 atletas participaram no 42º Torneio Internacional de Vela do Carnaval na Marina de Vilamoura

Os portugueses Manuel Ramos e Beatriz Gago estiveram em grande no 42º Torneio Internacional de Vela do Carnaval, que decorreu em Vilamoura nos dias 6 e 8 de Fevereiro. Com 27 pontos, o velejador, de 13 anos, conquistou o 3.º lugar do pódio, enquanto a velejadora portimonense, também de 13 anos, com 49 pontos, alcançou a 1.ª posição entre as participantes do sexo feminino e o 11.º lugar na classificação geral.
A prova Optimist contou com um total de 186 crianças e jovens de 12 nacionalidades, das quais 120 portuguesas. Outros 170 velejadores e surfistas – nas classes Laser 4.7 (39 participantes), Laser Radial (28), 420 (94), Snipe (44), Dart 18 (14) e Surf (120); que disputam a PAN-Prova de Apuramento Nacional e, no âmbito do surf, participantes na 1ª Etapa do Circuito de Surf Algarve 2016 – marcaram presença na Marina de Vilamoura durante estes dias de competição no Algarve, que se reflectiram no turismo da região. O resort atraiu cerca de mil visitantes neste período do Carnaval, foram servidas mais de 2500 refeições e ocupados mais de 1000 quartos de hotel e apartamentos.
Aprendi muito nesta regata e estou muito satisfeito por ter alcançado o 3.º lugar numa prova que era difícil. Espero apurar-me para o Campeonato do Mundo”, confessa Manuel Ramos. Já Beatriz realça a concorrência que teve nesta prova, “com campeões de toda a Europa”, e enaltece Vilamoura, que “tem um mar com óptimas condições e boas ondas, raramente falha.”
De acordo com Paul Taylor, Presidente de Vilamoura World, “Vilamoura pretende tornar-se um dos principais destinos do mundo para a prática de desporto. As condições meteorológicas e as instalações contribuem para que Vilamoura seja o destino ideal para muitas modalidades, como é o exemplo da vela. Em 2016, vamos organizar série de eventos deste desporto e, em Junho, vamos receber com grande orgulho o Campeonato Mundial de Optimist”.
O próximo evento de vela irá decorrer nos próximos dias 20 e 21 de Fevereiro e a próxima regata teste está agendada para os dias 15 a 19 de Abril, em Vilamoura. Já o Campeonato do Mundo de Optimist irá decorrer entre os dias 25 de Junho e 4 de Julho na Marina de Vilamoura.
Vilamoura World, Inframoura, a Câmara Municipal de Loulé e a Junta de Freguesia de Quarteira voltam a ser, tal como nesta prova, os parceiros do evento.

Classificação:

Prova Juvenil

1.º Roko Mohr (GER)
2.º Mic Mohr (GER)
3.º Manuel Ramos (POR)
4.º Arthur de Jonghe (HUN)
5.º Mewes Wieduwild (GER)

Prova Infantil

1.º Tiago Lima (POR)
2.º Júlia Cardoso (POR)
3.º Marta Alves (POR)
4.º Augusto Castelo Branco (POR)
5.º Duarte Rocha (POR)

O mistério dos pés humanos que dão à costa no Canadá.

Desde
2007 que, num fenómeno aparentemente inexplicável, pés humanos, na
maioria pés direitos, são encontrados na região da Colúmbia
Britânica

São
encontrados na areia, trazidos pelas ondas e ainda dentro dos sapatos
– sempre desportivos, sejam ténis ou botas de montanha -, separados
do resto do corpo. Já são mais de uma dúzia os pés humanos que
dão à costa nas praias da província canadiana da Colúmbia
Britânica, sem que as autoridades tenham percebido 
exactamente de
onde vêm ou a quem pertencem na maioria dos casos. O mais recente
aconteceu já esta semana, revela o 
The
Washington Post
:
Charlotte Stevens estava a dar um passeio junto ao mar com a família
e o marido avistou um sapato na areia. Dentro do sapato, mais um pé
cortado. A polícia está a tentar apurar a identidade da pessoa a
quem pertence o membro, passando em revista a lista de desaparecidos
na área. Até ao momento, continua sem pistas.
Foi
em 2007 que o primeiro pé humano deu à costa na região. Seis dias
depois do primeiro, foi encontrado o segundo. No ano seguinte, mais
cinco pés humanos, sempre calçados. Na grande maioria, são pés
direitos. As teorias sucediam-se: desde a possibilidade de serem
restos mortais de vítimas do tsunami de 2004, no Oceano Índico, até
à hipótese de se tratarem de vítimas de redes de crime organizado.
Conclusões sólidas? Zero.





Vários
cientistas chegaram a debruçar-se sobre o assunto e há quem refira
que, quando os corpos passam longos períodos na água, as mãos e os
pés são os primeiros membros a separar-se do cadáver, pelo que
seria natural que fossem os primeiros a dar à costa. A polícia
conseguiu, entretanto, ligar dois dos pés encontrados a pessoas com
doenças mentais. Outros três pertencerão a indivíduos que
morreram de causas naturais. Pessoas que quiseram desaparecer,
resumiram as autoridades. Mas o mistério mantém-se: por que razão
continuam os pés a dar à costa, com alguma frequência, desde 2007?
“Demasiadas coincidências”, apontou o especialista forense
Mark Mendelson ao Daily
Beast
, em 2011. Todos os membros vêm calçados, com
sapatos desportivos, sem que o resto do corpo apareça. E quase todos
são pés direitos.

Há mesmo quem sugira um círculo vicioso: a partir do momento em que
os pés deram à costa, terão sido muitos os canadianos que
começaram a bater as praias da Colúmbia Britânica, dando largas à
sua curiosidade mórbida, e por isso tantos foram encontrados. Mas a
verdadeira explicação para o fenómeno continua por descobrir.
Enquanto isso, e praticamente na última década, mais pés humanos
vão sendo arrastados pelas ondas até às praias da Ilha de
Vancouver.

 Fonte: DN

Veja como vai ser o Titanic 2

A
réplica do navio que naufragou em 1912 chegará aos mares daqui a
dois anos
projecto para o Titanic
2
 está
em marcha e prevê-se que o navio esteja no mar em 2018. Trata-se de
um sonho do milionário australiano Clive Palmer, que já sofreu um
adiamento, mas que vai mesmo para a frente.
O
navio, uma réplica da embarcação que naufragou em 1912, será
igualmente majestoso, mas com todas as condições de segurança. Por
isso, apesar de praticamente igual ao outro, terá ligeiras
diferenças, como procedimentos modernos de evacuação, controlo por
satélite, navegação digital, sistemas de radar e, claro, mais
coletes salva-vidas.
O
Titanic 2 será ligeiramente mais comprido que o seu antecessor e
levará mais 177 passageiros, com uma capacidade total para 2400
pessoas. Além disso, em vez de ir cruzar o Atlântico, irá fazer o
percurso entre Jiangsu, na China, e o Dubai.
O
preço dos bilhetes ainda não foi anunciado, mas as fotografias
fazem crer que a viagem levará os passageiros a outros tempos.
Fonte: DN

Scianema, o festival de cinema para amantes dos Oceanos

A
primeira edição realiza-se este ano, em Faro

Scianema Festival, assim se chama o novo festival de cinema
português.

Organizado pela Sciaena – Associação de Ciências Marinhas e
Cooperação, este festival tem o objectivo de consciencializar as
pessoas para o que se passa nos oceanos.
Temas
como pesca, preservação de oceanos ou o cativeiro de animais
selvagens vão estar presentes quer na selecção de documentários
que irão ser visualizados, quer em debates promovidos pela
organização.
O
festival não estará circunscrito num só espaço, ao invés irá
realizar-se por diversos locais da capital algarvia, como a
Universidade do Algarve, o Instituto Português de Desporto e
Juventude de Faro e outras escolas da região.
O
Scianema irá decorrer entre os dias 18 e 22 de Fevereiro e a entrada
é livre.

Fonte: DN

Força naval da NATO vai "imediatamente" para o Mar Egeu

O agrupamento naval da NATO que se encontra no Mediterrâneo vai deslocar-se “imediatamente” para o Mar Egeu dando início às missões de vigilância e salvamento de refugiados.


Jens Stoltenberg, secretário-geral da NATO, especificou que o agrupamento naval permanente número dois da Aliança Atlântica vai deslocar-se para o Mar Egeu, a pedido dos governos da Turquia, Grécia e Alemanha.
“Acabamos de concordar que a NATO vai dar apoio na crise dos imigrantes e dos refugiados”, disse Stoltenberg durante a conferência de imprensa, no final da reunião dos ministros da Defesa dos países que compõem a organização e que decorreu em Bruxelas.
O secretário-geral da NATO acrescentou que os navios da Aliança Atlântica que se encontram no Mediterrâneo e que estão neste momento sob comando alemão vão operar em coordenação com embarcações militares gregas e turcas assim e com os meios da Frontex, a agência que controla as fronteiras da União Europeia.

Fonte: JN


Queda abrupta dos fretes


As tarifas dos fretes no transporte marítimo entre o Extremo Oriente e a Costa Leste da América do Sul caíram cerca de 90% nos últimos 12 meses, de acordo com a prestadora de serviços marítimos Alphaliner.
Segundo a mesma fonte, que cita o Shanghai Containerized Freight Rates Index, as tarifas entre Shanghai (China) e Santos (Brasil) situavam-se em 900 euros por TEU em Janeiro de 2015 e estavam a 101 euros por TEU no dia 5 de Fevereiro. Nalguns casos poderão ter descido abaixo dos 45 euros por TEU.
A explicação pode estar nas fracas condições do mercado e na redução da procura, induzindo menos capacidade de oferta por parte dos armadores. Como fizeram a Maersk, a MSC e a MOL, que fundiram serviços para racionalizar as operações, à semelhança da PIL, K Line, HMM e Yang Ming no ano passado.
De acordo com a Alphaliner, após a última destas medidas, a capacidade de oferta semanal atingiu as 35 mil TEU, o nível mais baixo desde 2009. Apesar da redução massiva de oferta dos navios, a manutenção de uma baixa procura continuará a tornar a subida do valor dos fretes um desafio para os armadores.
Face a estas alterações, nos quatro serviços que restam entre o Extremo Oriente e a Costa Leste da América do Sul, segundo a Alphaliner, a capacidade média dos navios deverá atingir em breve as 8 mil TEU, uma subida superior a 100% face a 2009.

Pesca ilegal: Estados Unidos seguem União Europeia

Preocupados com o acentuado crescimento da pesca ilegal, os Estados Unidos estão a estudar novas medidas que possam mitigar tal flagelo.


Os Estados Unidos da América estão a estudar um modelo de seguimento e monitorização dos produtos marinhos de forma a tentar mitigar o flagelo da pesca ilegal, seguindo equivalente decisão imposta pela União Europeia nesse domínio em 2010.
Entre as preocupações estão as espécies mais ameaçadas e mais sujeitas à pesca ilegal, como são os caos do bacalhau do Atlântico e do Pacífico, garoupa, tubarão, peixe-espada, salmonete as várias espécies de atum e caranguejo.
Nesse sentido, os Estados Unidos propõem-se recolher informação sobre as capturas das 16 espécies sob maior risco e, através de uma parceria a estabelecer entre a indústria e o Governo Federal, procurar seguir os respectivos processos de comercialização a fim de detectar possíveis ilegalidades.
Ao contrário da União Europeia, não está previsto qualquer exigência de certificados de proveniência mas a NOAA, Agência Federal para o Oceano e a Atmosfera, espera uma ampla colaboração nacional e internacional de combate à pesca ilegal que coloca a própria sustentabilidade dos respectivos stocks em causa.
Agora em estudo, o Sistema a desenvolver é para estar concluído e em pleno funcionamento até ao final de 2016.
Segundo dados da NOAA, cerca de 30% do pescado importado pelos Estados Unidos anualmente, num valor estimado em cerca de 2,1 mil milhões de dólares, deverá ter origem em pesca ilegal.