Vídeo mostra como é um sismo no fundo do mar

Um grupo de mergulhadores das Filipinas que explorava o fundo do mar foi surpreendido por um sismo de 5,7 de magnitude na escala de Richter. O momento foi gravado debaixo de água e partilhado nas redes sociais.
Nos países banhados pelo Oceano Pacífico, como é o caso das Filipinas, a atividade sísmica é bastante frequente. São vários os registos em vídeo disponíveis na internet deste tipo de fenómeno.
No entanto, as imagens divulgadas no passado mês de abril pelo mergulhador Jaun Paul Rodriguez têm a particularidade de serem registadas no fundo do mar.
Nas filmagens, um grupo de mergulhadores que se encontra a cerca de 18 metros de profundidade depara-se com um sismo de magnitude 5,7. No vídeo é possível ver a agitação do mar e da areia que levanta na água.
Em declarações ao Newsflare, o autor do vídeo descreveu o fenómeno: “Parecia que havia uma hélice gigante de um barco a girar mesmo em cima de nós, ouvimos o tremor de pedras sobre a terra e sentimos a onda de choque. Sentimos dor nos ouvidos, a respiração pesada e mudanças bruscas de pressão”, explicou.
Após o sucedido, a equipa conseguiu chegar à superfície sem ocorrer qualquer tipo de incidente.
O vídeo partilhado no Facebook, onde é possível assistir ao momento do sismo registado na província de Batangas (Filipinas), já conta com mais de 745 mil visualizações.
Fonte: JN

Estrela do mar devoradora de corais apanhada com vinagre

A estrela do mar é uma das grandes ameaças da Grande Barreira de Coral – devora os já muito ameaçados corais a um ritmo perigoso. Os cientistas australianos descobriram que o simples vinagre as elimina sem prejudicar o ecossistema.

Património Mundial da UNESCO desde 1981, a Grande Barreira de Coral que se estende por 345 mil km2 ao longo da costa australiana constitui o maior conjunto de corais do mundo, com 2.500 recifes individuais que albergam corais únicos, 1.500 espécies de peixe e milhares de tipos de moluscos. Começou a deteriorar-se na década de 1990 devido ao duplo impacto do aquecimento da água do mar e do aumento do grau de acidez por causa de uma presença maior de dióxido de carbono na atmosfera.
E de um predador voraz: a estrela do mar Acanthaster planci ou coroa-de-espinhos, que se alimenta quase exclusivamente de corais. Pode atingir um metro de diâmetro e os seus picos têm um veneno tóxico para os seres humanos.
As tentativas de eliminar esta estrela do mar com produtos químicos “têm sido pior a emenda que o soneto”, uma vez que matam outros organismos dos recifes.
Testes realizados pelos investigadores da Universidade James Cook em colaboração com o Parque Marinho da Grande Barreira de Coral (GBRMPA) mostraram que o vinagre é uma solução “segura, eficaz e barata”.
Sem danos colaterais
A investigadora Lisa Bostrom-Einarsson explica que uma experiência de seis semanas em quatro recifes permitiu constatar a morte de Acanthasters que levaram uma injecção de vinagre sem impactos sobre outros seres vivos.
A erradicação deste predador é, no entanto, uma tarefa hercúlea, uma vez que cada um tem de ser injectado com os 20 ml de vinagre que os matará.
“Há milhões de estrelas do mar na Grande Barreira e cada fêmea produz em cada época 65 milhões de ovos”, revela a cientista.
Para que seja possível alcançar o maior número destas estrelas do mar, o Parque Marinho dá autorização às empresas turísticas para que utilizem vinagre nestes predadores.

“Homem ao Mar”? Conheça a Sea Tags, a pulseira salva vidas

Desenvolvido especialmente a pensar nas embarcações de recreio, a pulseira é accionada assim que estiver imersa ou muito longe da embarcação.  “Homem ao Mar” é a expressão que assinala que alguém caiu à água e que precisa de ser salvo. Para ajudar a resolver esta situação, foram apresentadas esta semana em Portugal as pulseiras Sea Tags, que contam com um alarme ligado ao smartphone e com uma aplicação gratuita disponível na Apple Store e Google Play. A Orey Técnica Naval é a entidade responsável por promover este produto em território nacional. Desenvolvido especialmente a pensar nas embarcações de recreio, a pulseira é acionada assim que estiver imersa ou muito longe da embarcação. O sinal é interrompido e o ou os smartphones accionam um alarme e registam a posição GPS no momento do acidente. As Sea Tags podem ser utilizadas em barcos de até 15 metros de comprimento, devido às limitações da cobertura Bluetooth, para evitar falsos alarmes. 

Armadores unidos para colocar o MAR em 1.º

São cerca de 30 armadores internacionais, mas no futuro poderão ser muitos mais os que estão registados no MAR – Registo Internacional de Navios da Madeira, um dos ‘braços’ do Centro Internacional de Negócios da Madeira. A opinião é unânime, todos acreditam no potencial de crescimento do MAR além das mais de 500 embarcações que, no final de Março, ostentavam a bandeira de Portugal e o nome ‘Madeira’ na popa.
Na primeira reunião anual da ‘European International Shipowners Association of Portugal (EISAP), que decorreu no Funchal, fica claro que a crença no potencial de crescimento deste registo de navios, embora os entraves ao seu maior desenvolvimento continuem e estão claramente identificados. Tanto da parte dos armadores, como do concessionário do CINM, a Sociedade de Desenvolvimento da Madeira (SDM), apontam os três aspectos a melhorar e insistem que o Estado português tem de acelerar as alterações legislativas.
Considerando “um encontro muito importante para o MAR”, Roy Garibaldi, membro da Comissão Executiva da SDM, salientou que a associação junta os maiores armadores com navios registados neste domínio, onde debatem “todas as questões relacionadas com o registo, tanto as positivas como as menos positivas, nomeadamente as que precisam ser melhoradas ao nível do Governo da República”. Entre os pontos a melhorar, “tem de haver uma melhoria ao nível da certificação das tripulações, pois neste momento temos um serviço deficiente em Portugal”, através do Ministério do Mar que emite certificados ainda em papel e não desmaterializaram para as plataformas informáticas (online), além de “impedir, afasta” armadores do MAR.
Outro ponto passa por criar legislação que permita às embarcações terem tripulantes com porte e uso de armas contra a pirataria do mar, o que deixa Portugal entre os três únicos países que não aprovaram ainda legislação nesse sentido. “Estamos na cauda da Europa”, desabafou.
Albrecht Gundermann, membro da EISAP e director da Euromar, destacou “o enorme crescimento nos últimos três anos e esperamos que assim continue”. No entanto, “temos alguns desafios legislativos e administrativos que têm de ser resolvidos”, destacando o apoio da Marinha Portuguesa, através do vice-almirante, que garantiu que está a trabalhar numa legislação para guardas privados armados, “ponto crucial para a protecção dos nossos navios”. Sobre a posição do MAR no sector a nível mundial, utilizou um termo popular: “É o novo puto do bairro. No mundo marítimo, a Madeira está muito visível mapa mundo, com um fantástico crescimento nos últimos três anos. Mas não devemos estar satisfeitos com isso, pois acreditamos que é possível tomar medidas necessárias para tornar o MAR o principal registo de navios da Europa (actualmente é o terceiro, atrás do Chipre e de Malta). Mas, para isso é preciso trazer o ‘Simplex’ para o MAR.”
Por fim, o armador com maior número de navios, a TB Marine Shipmanagement com 160 navios destacou as “consideráveis melhorias do registo nos últimos 8 a 10 anos”, destacando que “é preciso melhorar o processo de registo e ainda a segurança dos navios com homens armados”, disse Sven Kruse.

Investigadores do Porto exploram recursos do Mar profundo

Para os investigadores, o desafio deste projecto passa por “conseguir reunir todos estes requisitos numa tecnologia que permita monitorizar em tempo real parâmetros físicos, químicos e biológicos num sistema complexo como é o mar”.

“Conhecer para intervir” é o lema do projecto de investigação científica desenvolvido por investigadores do Porto, que recorre ao uso de novas ferramentas tecnológicas para uma exploração sustentável dos recursos marinhos do mar profundo.
Denominado de CORAL – Sustainable Ocean Exploitation: Tools and Sensors, este projecto resulta de uma parceria entre o Centro Interdisciplinar de Investigação Marinha e Ambiental da Universidade do Porto (CIIMAR) e o Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência (INESC TEC).
“O mar profundo contém uma vasta reserva de recursos, tanto de origem mineral como biológica, com um vasto potencial no entanto, muitos desses recursos estão localizados em ecossistemas sensíveis, que são mal estudados e compreendidos”, revela Filipe Castro, um dos coordenadores do projeto e investigador no CIIMAR, em comunicado. Neste contexto, torna-se “fundamental o desenvolvimento de ferramentas tecnológicas e sensores adequados para assegurar uma exploração sustentável e responsável destes recursos marinhos e ainda a implementação de acções estratégicas com impacto nacional e regional”, salienta.
O projecto terá uma duração de 3 anos e possui duas linhas de investigação.
A primeira, apelidada de Bluetools, pretende responder à necessidade crescente da criação de ferramentas e tecnologias robóticas de ponta, capazes de operar em ambientes marinhos, para monitorização e exploração do solo dos fundos marinhos. Estas novas soluções, “serão combinadas com o desenvolvimento de directivas, métodos de avaliação de risco e impacto e recomendações para uma futura exploração mineira dos recursos não vivos de profundidade na União Europeia”, explica Eduardo Silva, coordenador do Centro de Robótica e Sistemas Autónomos do INESC TEC e docente no Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP), em comunicado.
Quanto à segunda linha, a BlueSensors, é dedicada ao desenvolvimento de sensores inovadores baseados em tecnologia fotónica para operação em ambientes marinhos, cujo carácter instável e agreste levanta vários desafios científicos. A criação de sensores físicos, químicos e biológicos para uma percepção in-situ capaz de fornecer informações críticas em múltiplas dimensões: compreensão da evolução da qualidade da água, avaliação do impacto na biodiversidade, avaliação da integridade dos navios e Infraestruturas marinhas, é condição fundamental para uma gestão eficiente e sustentável da exploração dos recursos marinhos.
CORAL – Sustainable Ocean Exploitation: Tools and Sensors  é financiado pelo Programa Operacional Regional do Norte (NORTE2020) através Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).

Do alto-mar para a terra de Vasco da Gama. Veleiros chegam a Sines

 festa
faz-se no porto de Sines, que recebe 20 embarcações – 
alguns
dos maiores veleiros do mundo. São esperadas 300 mil pessoas no The
Tall Ships Races 

Hoje,
em terra, a caldeirada até é generosa e “inunda” de bom
cheiro o convés da caravela Vera Cruz. No tacho há garoupa, raia,
pata-roxa, tamboril e safio. Mas no alto mar é bem diferente. “Não
há nada disto. Vai tudo contado e só comemos peixe fresco quando
conseguimos pescar. De resto, é bacalhau, por ser salgado, atuns e
alguma carne”, explica o cozinheiro de serviço. Eugénio
Ribeiro admite que ou se avia bem em terra e preenche a agenda com a
logística adaptada às tiradas ou corre o risco de deixar a
tripulação sem comida. “Em 17 anos nunca aconteceu”, diz
orgulhoso.
São
histórias como as que se têm vivido na pequena cozinha da Vera Cruz
que podem ser ouvidas pelo público que visitar o porto de Sines,
onde estão atracados alguns dos maiores veleiros do mundo que
participam no Tall Ships Regata 2017, que vai percorrer sete mil
milhas náuticas transatlânticas, visitando sete países.
Sines,
historicamente ligada aos caminhos do mar, de onde partiu o
explorador Vasco da Gama, recebe cerca de 20 embarcações, com perto
de mil tripulantes. Há garrafas de vinho da costa alentejana
amadurecido no fundo do mar durante sete meses para oferecer aos
navegadores, com uma qualidade nunca alcançada por estas paragens.
São aguardadas 300 mil pessoas até domingo, quando a regata segue
para as Bermudas com passagem por Las Palmas. Em 2016, Lisboa recebeu
a The Tall Ships Races, garantindo 650 mil espectadores, 3797
tripulantes e 51 navios.
Enquanto
Eugénio Ribeiro espeta o peixe e dá a caldeirada como estando no
ponto para ir à mesa, na proa o Director da tripulação, Felipe
Costa, explica a visitantes de “palmo e meio” que nos
tempos dos descobrimentos a tripulação dormia no chão durante
quatro longo anos. “E não se tapavam? Não tinham frio?”,
perguntava o João. “Usavam serapilheira, mas também lhes era
dado vinho. Meio litro ao almoço e um litro ao jantar”,
explicava Felipe.
Risos.
“Sim, às vezes a bebida provocava zaragata”, confirmava,
aproveitando para exortar a importância da “camaradagem” a
bordo.
Entre
os grandes navios atracados em Sines está o navio-escola Sagres, com
120 tripulantes e capacidade de embarque para 60 cadetes, sendo mesmo
o mais visitado pelos milhares de pessoas que ontem já estiveram no
certame, que inclui muita animação nocturna. O comandante António
Gonçalves elogiava as “águas profundas” do porto
alentejano, sobretudo por estar “em contacto com o oceano. Não
é preciso navegar muitas milhas, como em Lisboa ou em Setúbal, para
se chegar ao porto. Está dentro do oceano e também por isso tem uma
grande dinâmica de crescimento”, sublinhou.

Surf. Teresa Bonvalot tricampeã

Teresa Bonvalot sagrou-se, pela terceira vez, campeã do Caparica Junior Pro, etapa do Junior Tour da WSL integrada no Caparica Primavera Surf Fest.
A carreira de Bonvalot no Caparica Primavera Surf Fest 2017 ainda não terminou, pois ainda compete no WQS feminino, o Caparica Pro.
«O meu objectivo é vencer em qualquer prova em que participe, pelo que também vou competir no Junior Tour. Mas a prioridade é o WQS», disse Teresa, apontada pelos especialistas como a provável primeira portuguesa a entrar no World Tour feminino.
Fonte: Ionline

Xávega passa a contar para as quotas de pesca

A ministra do Mar confirmou aos representantes da pesca que o Governo prepara nova legislação para regulamentar a chamada arte xávega.

Ana Paula Vitorino manteve recentemente uma ronda de diálogo com as partes envolvidas naquele tipo de pesca artesanal ainda muito presente, com várias campanhas em actividade nas zonas do Norte e Centro do País.

A ministra adiantou aos representantes das entidades, municípios, pescadores e armadores que a legislação terá de ser actualizada à luz das exigências dos regulamentos europeus, “nomeadamente a sua inclusão nas quotas de pesca, além de outros aspectos”.
 
Ana Paula Vitorino garantiu aos presentes no encontro que o Governo não irá “descurar” as  vertentes social e cultural “muito importante nas comunidades onde esta arte ainda é praticada”.

Em 2013, os armadores representados na Associação Portuguesa de Arte Xávega propôs a criação de quotas para a pesca de carapau com tamanho abaixo dos limites mínimos definidos por lei, interditando a actividade aos barcos que as ultrapassem até final do ano.

Em Janeiro de 2013, o Governo PSD-CDS criou uma Comissão de Acompanhamento da Pesca com Arte Xávega que deu origem a um relatório apresentado em Janeiro de 2015 com diagnóstico e propostas, estas últimas ficaram por sair do papel.

Estava prevista a alteração do número de veículos de tracção motora de apoio à actividade das embarcações e iniciativas para permitir a manutenção do registo na pesca local quando o comprimento de fora a fora ultrapassa os nove metros, assim como aumento da potência propulsora máxima prevista para os respectivos motores.

Alterações que os partidos representados na Assembleia da República apoiaram ao votar por unanimidade a Resolução da Assembleia da República nº 93/2013.

Este tipo de pesca artesanal por arrasto costeiro alagem para terra tinha há dois anos cerca de quarenta embarcações a operação.

Estudo inglês diz que Portugal não gere pescas no interesse público

Um estudo da Fundação Nova Economia, entidade inglesa, indica que Portugal “não está a gerir as pescas no interesse público”, seguindo a tendência europeia.


Um estudo da Fundação Nova Economia, entidade inglesa, indica que Portugal “não está a gerir as pescas no interesse público”, seguindo a tendência europeia de “incapacidade geral de obtenção dos melhores resultados para a indústria e para os cidadãos”.
“Embora os totais admissíveis de captura nas águas europeias sejam acordados através de negociações entre os ministros europeus, a distribuição dos direitos de pesca é posteriormente determinada por cada um dos governos. A análise da fundação demonstra que cada um dos Estados-Membros, incluindo Portugal, pode fazer muito mais para garantir um acesso justo às unidades populacionais de peixes”, frisa o trabalho da New Economics Foundation (NEF ou Fundação Nova Economia), instituição com sede em Londres.
O relatório da fundação averigua como 12 Estados-Membros da União Europeia (Bélgica, Dinamarca, França, Alemanha, Irlanda, Itália, Holanda, Polónia, Portugal, Espanha, Suécia e Reino Unido) tomam essas decisões e as consequências que daí podem advir. “As pescas devem ser não só sustentáveis, como também justas. Portugal pode apoiar os pescadores e as comunidades pesqueiras do litoral através de uma melhor gestão das possibilidades de pesca”, sustenta Griffin Carpenter, um dos economistas que desenvolveu o trabalho da Fundação Nova Economia.
Embora alguns Estados-membros da UE “tenham melhor desempenho do que outros, em todos eles a gestão das pescas se revela dispendiosa e geradora de fraca receita pública”, é também referido, e o acesso à indústria pesqueira para novos operadores “é difícil e a transparência de muitos dos sistemas de possibilidades de pesca é baixa”, adverte a entidade britânica.
Fonte: Observador

Nações Unidas anunciam primeiro festival mundial do oceanos

A ONU anunciou que vai realizar o primeiro Festival Mundial do Oceano no dia 4 de Junho. O evento precederá conferência sobre o tema, que ocorre entre 5 e 9 de Junho, na sede da Organização em Nova Iorque.


A ONU anunciou que vai realizar o primeiro Festival Mundial do Oceano no dia 4 de Junho. O evento precederá conferência sobre o tema, que ocorre entre 5 e 9 de Junho, na sede da Organização em Nova Iorque.
Líderes internacionais devem participar da reunião sobre protecção e sustentabilidade dos oceanos, que visa a incentivar os cidadãos a ajudar a reverter o declínio da saúde dos mares.
O festival, que se concentra no Objectivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) número 14, é realização pela ONU com a cidade de Nova Iorque e será organizado pela Fundação Global Brian.
O presidente da Assembleia Geral, Peter Thomson, lembrou que a situação do oceano é bastante crítica. Segundo ele, se as tendências actuais continuarem, haverá mais plásticos que peixes na água.
Ele explicou que a poluição marinha ameaça os estoques de peixe, que estão diminuindo no momento. Para Thomson, não existe saída a não ser o desenvolvimento sustentável.
O prefeito de Nova Iorque, Bill de Blasio, por sua vez, reconheceu a importância de as cidades liderarem a protecção contra a degradação por meio do consumo sustentável e através da gestão eficaz dos recursos naturais do mundo.
O presidente da Assembleia Geral da ONU afirmou que Nova Iorque é um modelo não só para os Estados Unidos, mas para todo o mundo sobre como as capitais podem integrar os ODSs em seu planeamento urbano.
Thomson lembrou ainda que 40% da causa para o aumento dos níveis do mar devem-se ao aquecimento dos oceanos. O festival terá ainda uma marcha do oceano que consistirá de um desfile de velejadores na ilha de Manhattan e ao longo de 10 milhas náuticas de Manhattan e Brooklyn do rio Hudson ao Rio Leste, conhecido como East River.
Saiba tudo sobre a conferência dos oceanos em https://oceanconference.un.org.