Mergulhador encontra espada com 900 anos em Israel

Uma espada com 900 anos, que pertencia a um cavaleiro templário, foi encontrada por um mergulhador, na costa do HaCarmal, Israel.

A descoberta foi feita por Shlomi Katzin, que mergulhava numa enseada, que servia de ancoradouro para navios na Idade do Bronze Final, há 4.000 anos, quando avistou o objecto.

O achado está agora a cargo da Autoridade de Antiguidades de Israel para análise, com posterior intenção de o exibir publicamente num museu.

O chefe da Unidade de Arqueologia Marinha, da AAI, Kobi Sharvit, defende que o local onde a espada foi encontrada, era escolhido pelos cavaleiros para protecção.

A Ordem dos Templários existiu durante cerca de dois séculos na Idade Média. Fundada no rescaldo da Primeira Cruzada em 1096, o objectivo dos soldados seria proteger o cristianismo e expandir a religião, lutando contra os “inimigos de Cristo”.

Ministério do Mar com salto de 118,5%

Segundo avança o Expresso, o orçamento do Ministério do Mar dá um salto de 118,5% num ano, com a despesa prevista para 2022 a ficar nos 174,8 milhões de euros, exactamente o mesmo valor da receita. Em 2021, a receita era superior à despesa em 8,6 milhões de euros, pelo que o aumento neste item é de 97,4%, indica a proposta de OE 2022, entregue segunda-feira passada na Assembleia da República. A estrutura de despesa do Programa assenta maioritariamente em transferências correntes (28,8%), em aquisição de bens e serviços (21,6%), em despesas com o pessoal (20,2%), e em aquisição de bens de capital (19,3%). A dotação de despesa de investimento consiste principalmente em: intervenções nos portos de pesca, instalação de redes de radares de observação meteorológica e de sistemas de alerta precoce de riscos meteorológicos, dragagens e intervenções de emergência nos portos do norte, centro e sul, controlo e inspecção no âmbito das actividades da política comum das pescas; conservação e reparação de navios de investigação e construção da Unidade BIVALOR – infraestrutura de Depósito, Transformação e Valorização dos Bivalves do Estuário do Tejo e projectos no âmbito da reforma do ecossistema de infraestruturas de suporte à economia azul (Hub Azul). Ao nível da aquisição de bens e serviços, a dotação de despesa concentra-se maioritariamente no Instituto Português do Mar e da Atmosfera, I.P., na Direcção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos e na Direção-Geral da Política do Mar, “merecendo referência, neste último, a inscrição de dotação orçamental destinada à organização em Portugal da segunda Conferência das Nações Unidas sobre Oceanos, inicialmente agendada para 2021 e adiada para 2022 devido à pandemia da COVID-19”, refere o documento. As transferências, correntes e de capital, respeitam essencialmente à concessão de apoios no âmbito dos fundos europeus de apoio ao sector do mar e das pescas, designadamente através do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) para assegurar a reforma do ecossistema de infraestruturas de suporte à economia azul, do EEA GRANTS-Programme Operator (relativo ao Mecanismo Financeiro do Espaço Económico Europeu) e do Fundo Europeu dos Assuntos Marítimos e das Pescas, seja ao sector privado como ao sector público. A dotação de activos financeiros, integralmente a cargo do Fundo Azul, inclui a verba destinada ao Portugal Blue — fundo de capital de risco que vai apoiar investimento em empresas portuguesas do sector do mar, em linha com prioridades de acção climática e desenvolvimento sustentável —, assim como aos diversos projectos apoiados ao abrigo das candidaturas ao mecanismo de incentivo financeiro destinado ao desenvolvimento da economia do mar, a par da investigação cientifica, protecção e segurança do meio marinho.

Pilotos da Portos dos Açores levantam pré-aviso de greve

O Sindicato Oficiaismar anunciou esta quarta-feira que vai ser levantado o pré-aviso de greve dos pilotos das ilhas de São Miguel e Santa Maria afetos à empresa pública regional Portos dos Açores, uma vez que as revindicações foram “satisfeitas”.

Em declarações à agência Lusa, Carlos Sousa Coutinho, da direção do sindicato, revelou que os trabalhadores estiveram reunidos com a administração da Portos dos Açores durante mais de duas horas na tarde desta quarta-feira e “todas as revindicações dos pilotos foram satisfeitas”.

“A todas as entidades para quem enviamos o pré-aviso, vamos dizer que o pré-aviso é levantando, com base numa satisfação das nossas reivindicações e das preocupações dos pilotos”, avançou o comandante à agência Lusa.

A greve estava prevista vigorar de 15 de outubro a 15 de novembro.

Como objectivos da greve, os pilotos pretendiam “terminar com a ingerência na autonomia técnica” e “garantir a aquisição do material necessário ao exercício profissional”, segundo o pré-aviso.

Queriam ainda “terminar com a imposição de utilização” de equipamentos de protecção individual que “colocam em risco a prestação da actividade profissional em condições de segurança e saúde”, nomeadamente o uso obrigatório de um capacete limitador da visão periférica. “A imposição unilateral do equipamento passou a recomendação. Antes, o manual de qualidade interna, que era uma questão-chave para nós, imponha a obrigatoriedade [do uso]”.

Para Carlos Sousa Coutinho, a obrigatoriedade do uso do capacete “podia criar situações desagradáveis para o piloto”, que poderia “ser alvo de um processo”, caso não utilizasse o equipamento.

A administração da empresa, liderada por Rui Terra, apresentou ainda “planos de investimentos que vão ao encontro das expectativas dos pilotos”, revelou o sindicalista. Entre estes investimentos, está o “reforço da operacionalidade” no porto de Ponta Delgada e a aquisição de uma lancha de cerca de 700 mil euros para operar no porto de Vila do Porto, em Santa Maria

“A administração da Portos dos Açores fez ‘mea-culpa’, fez marcha-atrás e considera que houve aqui um conjunto de equívocos”, concluiu.

Trabalhadores italianos ameaçam bloquear portos contra obrigatoriedade do passe Covid

Trabalhadores portuários manifestaram-se esta quarta-feira em várias cidades italianas contra a obrigatoriedade de passe sanitário para todos a partir de 15 de outubro, ameaçando bloquear “todas as operações” portuárias no dia da entrada em vigor da medida.

“Todas as operações serão bloqueadas no porto de Trieste” (nordeste de Itália), declarou na televisão pública italiana o porta-voz do sindicato de trabalhadores daquela estrutura, Stefano Puzzer, exigindo para cada pessoa “a possibilidade de decidir”.

Os trabalhadores portuários italianos, que protestaram também noutras cidades, como Ancona (leste), ameaçaram bloquear “quase todos os portos” do país, contra o decreto assinado na terça-feira pelo primeiro-ministro italiano, Mario Draghi, com as diretrizes sobre a obrigatoriedade de todos os empregados apresentarem a partir da próxima sexta-feira, 15 de outubro, um passe sanitário para poderem trabalhar.

“O bloqueio de sexta-feira está confirmado, mas não param só os portos de Trieste e Génova: quase todos os portos vão parar”, anunciou Puzzer, quando há também protestos convocados em cidades como Roma.

Ministério do Mar renova ideia de Ana Paula Vitorino para a criação de uma rede de Port Tech Clusters

Segundo avança o “Agricultura e Mar”, o Governo, “dando resposta às áreas de intervenção prioritária” da Estratégia Nacional para o Mar 2021-2030 (ENM 2021-2030), avança com várias medidas na sua Proposta de Lei do Orçamento do Estado para 2022. Uma delas, em destaque, é “desenvolver a rede de Port Tech Clusters nos portos comerciais e de pesca como plataformas de aceleração tecnológica das novas indústrias marítimas”. Uma medida que vem dos tempos da ex-ministra do Mar Ana Paula Vitorino.

“O sistema portuário nacional deve afirmar-se como a linha da frente da concretização da economia azul assente na inovação operacional, energética e ambiental das indústrias marítimas, promovendo o surgimento de novas empresas que concretizem efectivamente a economia circular azul”, dizia a então ministra do Mar a 30 de Janeiro de 2019, na sessão de apresentação dos parceiros pioneiros do Bluetech Accelerator. E realçava que “esta concretização será possível através da criação de uma rede de Port Tech Clusters, plataformas de aceleração da inovação tecnológica e empresarial de negócios azuis sustentáveis baseados nos portos.

Conheça Solovino, o cão que ajuda tartarugas bebé a chegar ao mar

 

Animal protagoniza uma conta no Instagram onde é mostrado o seu dia-a-dia, assim como o ‘trabalho’ que leva a cabo na ajuda às pequeninas tartarugas.

Solovino é um cão mexicano que tem um ‘trabalho’ tão digno que já o tornou uma pequena estrela local. Isto porque o animal desenvolveu uma forte ligação com as tartarugas que vão nascendo na praia de Miramar, em Tamatulipas, e ajuda as bebés a chegar ao mar. 

Solovino faz questão de acompanhar as mães que depositam os ovos no areal – garantindo ele mesmo que o fazem em segurança – e, quando as crias nascem, é o primeiro a ir perceber se estas se encontram bem. Depois, quando chega a hora, acompanha as pequenas em direção à sua vida futura, na água. 

A amizade que se desenvolveu entre estas duas espécies já levou a que Solovino ‘ganhasse’ uma página na rede social Instagram – solovino_dog – onde é o protagonista e onde é partilhado o seu dia-a-dia. 

A rotina de fazer companhia – primeiro às mães, depois às crias – já fez com que o cão se tornasse viral nas redes sociais, tendo mesmo a praia de Miramar agradecido no Facebook a Solovino pela sua ação que “preserva o ciclo vital das tartarugas lora”, que se encontram em vias de extinção, contam os meios locais.

Além de ser o melhor amigo do homem, Solovino mostra que os cães podem também ser… os melhores amigos das tartarugas.

Cimeira de cientistas vai refletir sobre mar, biodiversidade e espaço

A reunião internacional Global Exploration Summit (Glex) vai reunir em 9 de julho em Ponta Delgada, nomes como a oceanógrafa Sylvia Earle e o físico Brian Cox, para refletir sobre mar, biodiversidade e espaço, anunciou hoje a organização.

Um dos pontos altos, segundo adiantou Manuel Vaz, um dos organizadores do evento, será o “anúncio de Sylvia Earle em considerar o mar dos Açores como um território de esperança para a conservação do planeta, que tem como objectivo também sensibilizar a área política e a área económica”.

“Temos de perceber que estamos num patamar diferente da vida e da espécie humana. Já não há muito tempo para se começar a tomar iniciativas sérias”, prosseguiu o responsável, que falava hoje, no Teatro Micaelense, em Ponta Delgada, na sessão de apresentação da cimeira.

A segunda edição da Glex é este ano repartida entre Lisboa e os Açores. Pelo evento passam nomes como os ex-astronautas norte-americanos Alan Stern e Rusty Shweickart, o ilusionista norte-americano David Blaine e a poeta Amanda Gorman, conhecida por ter lido um poema na tomada de posse do Presidente norte-americano, Joe Biden.

Para além da reconhecida oceanógrafa Sylvia Earle, nos Açores estarão também o físico e divulgador científico britânico Brian Cox e o presidente da Agência Espacial Europeia, Ricardo Conde.

A iniciativa integra as comemorações do quinto centenário da viagem de circum-navegação de Fernão de Magalhães, que se assinalou em 2019.

José Manuel Marques, presidente da estrutura de missão das celebrações, destacou que juntar estes dois eventos convida a uma “reflexão sobre este legado do passado e à reflexão sobre o mundo que herdamos e que estamos a construir”.

Também Manuel Vaz frisou que esta é uma oportunidade de, celebrando um feito de há 500 anos, “olhar para os próximos 500 anos”.

O organizador lembrou que a Glex não ‘aterra’ por acaso nos Açores.

A organização já cá tinha estado, “há dois anos, com uma missão secreta, que deixou de ser secreta, da NASA”, a expedição “Mars on Earth”, no vulcão dos Capelinhos, no Faial.

Também o astronauta Richard Garriot, fundador do Explorers Club e co-organizador desta cimeira, afirmou que a iniciativa permite celebrar a “exploração global”, destacando os projetos portugueses que estão a “ajudar a construir a rede global de radares”.

A Glex Summit acontece em 6 e 7 de julho em Lisboa e 9 e 10 de julho em São Miguel.

Comércio global caótico: "Faltam contentores, navios, chips, falta tudo", diz Mário de Sousa





Numa análise feita ao semanário, “Expresso”, Mário Sousa, CEO da empresa portuguesa Portocargo, relatou o panorama actual do comércio global, que, segundo o gestor, vive momentos caóticos onde «faltam contentores, navios, chips»: no fundo, «falta tudo».

O contexto comercial e logístico mundial transformou-se por completo na sequência do surgimento da pandemia de COVID-19, e, entre 2020 e 2021, poucos foram os progressos feitos em termos de estabilização dos tráfegos e harmonização dos preços dos fretes, principalmente nos contentores.

Se os armadores aguentaram o baque, protegendo-se (cortando escalas e aumentando preços) e voltando aos lucros no arranque de 2021, a verdade é que, para carregadores e transitários, o cenário tarda em estabilizar. A assimetria global da distribuição de contentores vazios, os desfasamentos entre fluxos comerciais e os preços galopantes do frete, colocaram as indústrias e as transacções numa situação apertada.

«Parecem tempos de guerra. Faltam contentores, navios, chips, falta tudo», analisou, ao ‘Expresso’, Mário de Sousa, presidente da Portocargo. «As dúvidas sobre a forma como a China começou a fazer stocks para dar o nó à Europa e ao Mundo já levou os EUA a anunciarem uma investigação, mas a Europa continua passiva», observou, frisando que os preços continuam a subir em flecha, para níveis incomportáveis.

Durante o mês de Maio, o trajecto de ida e volta de um navio entre o Sul da China e Hamburgo, na Alemanha, passou de 80 para 100 dias e o preço de um contentor quintuplicou, até aos 10 mil dólares. Em natural contexto de interligação e interdependência, também é cada vez mais complicado escoar as exportações. Sectores como o do papel já conhecem esse lado do problema, adiantou Mário de Sousa ao semanário.

Fonte: Expresso

Como foram divididos e definidos os nomes dos oceanos?

Os oceanos da Terra, com os seus 140 milhões de quilómetros quadrados, estão todos ligados — o que fica ainda mais fácil de visualizar se pensar no mundo como um único oceano intercalado pelos continentes. Tecnicamente, o planeta possui apenas um oceano, gigante e com um nome bem óbvio: o oceano mundial. Mas como é preciso localizar diferentes partes desse mesmo oceano em diferentes lugares do mundo, é necessário definir um limite entre essas partes. Mas como se “divide” esse tanto de água? E de onde surgiram os nomes dos oceanos?

Actualmente, existem cinco grandes oceanos que são definidos de acordo com a proximidade dos continentes e várias características oceanográficas; são eles: Oceano Atlântico, Oceano Ártico, Oceano Índico, Oceano Pacífico e Oceano Antártico, definidos pela Organização Hidrográfica Internacional (IHO). Entretanto, o Antártico é uma adição muito recente, pois, ao longo dos últimos anos, as suas águas foram identificadas como um ecossistema distinto e de grande impacto no clima global, com o seu imenso volume de água fria.

  • Atlântico: com origem na mitologia grega, este oceano foi baptizado com o nome de Atlas, filho de Neptuno, o deus dos mares e pai das Atlântidas, como eram conhecidas as Plêiades — um aglomerado de estrelas com sete delas em destaque, na constelação de Touro.

  • Pacífico: inicialmente nomeado Oceano do Sul pelo navegador espanhol Vasco Nuñez de Balboa, os primeiros registros do nome deste oceano nos remete a 1520, ano em que Fernão de Magalhães — o nosso campatriota conhecido por encabeçar a primeira grande expedição pelos oceanos —, percorreu o litoral sul do continente americano a oeste da Cordilheira dos Andes, e a tranquilidade daquelas águas o deixaram impressionado.

  • Índico: este nome foi definido de acordo com referências geográficas, como o nome das regiões localizadas nas costas banhadas por essas águas, como a Índia e Indonésia.

  • Ártico: localizado no polo Norte, sob a constelação da Ursa Menor, o nome deste oceano tem origem com a palavra grega “arctos”, que significa urso — um dos animais que simbolizam esta região.

  • Antártico: o nome deste oceano é bem simples. Se no polo Norte está o Ártico, por oposição, no polo Sul está o Antártico.

Séculos atrás, as rotas marítimas ocidentais ocupam uma mesma região do globo, ali entre a Europa e a América do Norte, a África Ocidental e a América do Sul e, por isso, pensamos que esses dois nichos fossem dois oceanos distintos. Esse, aliás, é um belo exemplo para o perigo de estabelecer parâmetros de divisão baseados na nossa visão de mundo — a qual muda com o tempo. Com o passar do tempo, foram estabelecidos quatro grandes oceanos, delimitados principalmente por terra (continentes e algumas ilhas).

Hoje em dia, quem é responsável por definir os limites entre as águas do oceano global é a Organização Hidrográfica Internacional (IHO), voltada para a hidrografia internacional. Actualmente, 77 Estados fazem parte da IHO. 

Para definir o limite entre os oceanos, especialistas consideram uma série de características relacionadas aos relevos marinhos destes oceanos, aos tipos de correntes marítimas, às temperaturas dessas águas e até mesmo aos ecossistemas estabelecidos nestes ambientes.

Esqueleto gigante encontrado nas profundezas do oceano intriga investigadores

Um esqueleto gigante encontrado por um veículo operado remotamente (ROV) nas profundezas do oceano intriga investigadores desde da sua descoberta em 2017. O robot subaquático estava a 830 metros de profundidade quando captou um grande conjunto de ossos, incluindo uma coluna espinhal aparentemente intacta medindo 30 metros de comprimento.

“As dimensões do esqueleto no vídeo não se ajustam ao tamanho usual para qualquer vida marinha na área. Verifiquei mamíferos marinhos vivos e cheguei a menos de 30 metros. Dei uma olhada nos suspeitos de sempre: baleias, peixes-remos e cobras marinhas”, disse a investigadora Deborah Hatswell ao tabloide britânico Daily Star.

“Uma baleia tem três lâminas nos seus ossos espinhais, cada uma com uma distância de 120 graus uma da outra e essa criatura parece ter apenas duas”, acrescentou.

“O osso osso pode ser muito antigo. Vi muitas ânforas de argila saindo da lama e elas estão lá potencialmente há mil anos”, afirmou o mergulhador que operou o ROV.

Uma possibilidade levantada por adores seria de um esqueleto de um Regalecidae, animal da família de peixes da ordem dos Lampriformes. Um ‘dragão marinho’ desconhecido ou até um Tilossauro – réptil marinho mosassaurídeo da ordem dos escamados que viveu durante o período Cretáceo superior – são outras hipóteses.