Governo investe 87 milhões de euros na Economia do Mar

O Ministro do Mar, Ricardo Serrão Santos, afirmou que o Governo vai investir 87 milhões de euros, no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), em centros de investigação e de desenvolvimento de produtos para a Economia do Mar no Algarve, Lisboa, Oeiras, Peniche, Aveiro e  Porto. Nos Açores haverá um hub similar financiado por outro projecto da componente Mar no PRR.

Em Peniche, na abertura da Expo Fish Portugal, a primeira feira internacional virtual de pescado fresco ou transformado, o Ministro destacou que o investimento para o Hub Azul permite criar infraestruturas «para desenvolver as grandes tecnologias e promover a ligação entre as academias e as indústrias e os empreendedores em contextos da biotecnologia azul, das energias oceânicas, robótica submarina, das engenharias, construção naval».

Ricardo Serrão Santos acrescentou que o investimento visa «potenciar o sector da transformação do pescado e a biotecnologia» e promover uma maior ligação entre a investigação científica e as indústrias do sector.

“Vão ser centros de produção de produtos na parte da biotecnologia azul, para aumentar o número de patentes nacionais”, disse.

O Hub Azul, Rede de Infraestruturas para a Economia Azul, vai ter infraestruturas (novas e existentes) costeiras com acesso à água, laboratórios e zonas de teste, locais para prototipagem, scale-up pré e industrial e espaço de incubação e alavancagem de empresas, criando uma plataforma física e virtual em rede para dinamizar a bioeconomia azul e outras áreas emergentes da Economia do Mar descarbonizante em Portugal e na Europa.

O Hub Azul vai ter ainda uma «estreita ligação às universidades nacionais, principalmente às escolas com formação superior direccionada para o mar, e aos centros de formação profissional do mar».

Volume de capturas de Pescado em Portugal aumenta 48,4%

O volume de capturas de pescado em Portugal, em Agosto de 2021, aumentou 48,4% (+25,1% em Julho), justificado sobretudo pela maior captura de peixes marinhos, mas também de moluscos e crustáceos. Às 20.437 toneladas de pescado correspondeu uma receita de 38.607 mil euros, valor que representou um acréscimo de 34,8% (+12,7% em Julho), revela o Instituto Nacional de Estatística (INE), no seu Boletim Mensal da Agricultura e Pescas – Outubro de 2021.

Para este resultado, que constituiu o maior volume de capturas de pescado registado no mês de Agosto desde 2010, não será alheio, entre outros factores, a crise pandémica da Covid-19, que em 2020 obrigou este sector a um decréscimo assinalável da actividade, estando em 2021 a assistir-se a uma recuperação significativa relativamente ao ano transacto, refere o INE.

Na Região Autónoma dos Açores as capturas mais do que duplicaram (+115,5%), num total de 2.824 toneladas de pescado (+39,4% em Julho), resultado sobretudo da maior captura de atuns, mas também de carapau. Pelo contrário, na Região Autónoma da Madeira as 466 toneladas capturadas representaram um decréscimo de 0,8% (-20,3% em Julho), especialmente devido à menor captura de peixe-espada.

O volume de peixes marinhos capturados a nível nacional foi 19.063 toneladas e teve um aumento de 52,5% (+28,7% em Julho). Esta situação resultou fundamentalmente do maior volume de biqueirão, que com 2.807 toneladas, mais do que triplicou a sua captura em relação ao mês homólogo (+258,9%).

Aumentaram também significativamente as capturas de atuns (+120,0%), com 2.677 toneladas, cavala (+61,6%), com 5.135 toneladas e carapau (+47,0%), com 2.368 toneladas, tendo a captura de 3.840 toneladas de sardinha constituído um aumento de 11,1%. Em contrapartida, registou-se menor quantidade de peixe-espada (-10,5%), que não ultrapassou as 354 toneladas capturadas.

O volume de crustáceos (155 toneladas) teve um acréscimo de 9,9%, devido principalmente ao maior volume de gamba branca, caranguejo mouro e perceve. Os moluscos apresentaram igualmente um aumento de 7,9%, com 1 218 toneladas capturadas, sendo de destacar o maior volume de polvo, que quase duplicou, tendo também sido registado acréscimos para a pota e choco.

O Mar Báltico está a morrer

O Mar Báltico é um dos ecossistemas mais sensíveis do planeta. Ali, as alterações climáticas podem ser observadas mais rapidamente do que em qualquer outro lugar.

Ervins Vilcins é pescador há mais de 35 anos. Ao longo do tempo, recolheu amostras de peixes para investigadores e testemunhou a mudança do clima. E não é apenas o tamanho das capturas que está a mudar. Os Invernos rigorosos são muito raros e é muito provável que a água fique mais quente. Vilcins conta que há mais variedades de peixe como o caboz redondo, uma espécie que não existia naquelas águas. “ A natureza muda rapidamente. E nem sequer estou a falar de pequenos microrganismos que não conseguimos ver”, sublinha o pescador. Por outro lado, o salmão e o bacalhau – até qui abundantes – são cada vez mais raros.

As espécies estão a desaparecer não só por causa da pesca excessiva, mas também porque os locais de desova foram reduzidos. Os cientistas dizem que no Mar Báltico, as águas abaixo dos 80 metros já são consideradas zonas mortas, uma vez que a quantidade de oxigénio não é suficiente para os organismos vivos. Por causa das alterações climáticas, a taxa de reposição de água está a diminuir, uma situação que cria graves problemas para um ecossistema semifechado.

Ivars Putnis, investigador do Instituto “BIOR” explica que as entradas de grande quantidade de água foram bastante regulares no século passado mas agora, nas últimas décadas, desapareceram e há apenas alguns afluxos de maior quantidade. Com estas entradas de água mais salina, o mar Mar Báltico recebe água oxigenada do Mar do Norte. Esta alteração é um dos factores que explicam a degradação deste ecossistema.

Mas não é só o aquecimento global que está a matar o mar. Há que ter em conta outros impactos ambientais. A poluição causada pela produção industrial e pela agricultura é um fardo pesado para um mar tão pequeno e pouco profundo. O Báltico é conhecido como um dos ecossistemas mais poluídos do mundo.

Juris Aigars, investigador do Instituto de Ecologia Aquática da Letónia, diz que não vê as pessoas a pensar de uma “forma séria” sobre a preservação daquele local. “Pensam mais em novas formas de obter algum benefício económico”, defende.

Estudo aponta a beldroega-do-mar como ingrediente alimentar emergente

Um estudo liderado por uma equipa da Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Coimbra (ESAC-IPC) demonstrou que em termos nutricionais a beldroega-do-mar é um ingrediente alimentar emergente.

O estudo tinha como objectivo “determinar o perfil mineral, nutricional e a actividade biológica de uma halófita, a beldroega-do-mar”, refere a instituição, numa nota de imprensa enviada a agência Lusa. A equipa de investigadoras é constituída por Aida Moreira da Silva, Maria João Barroca, Arona Pires, Sandrine Ressurreição e Sílvia Agreira.

O trabalho permitiu concluir que, em termos nutricionais, a beldroega-do-mar (Halimione portulacoides) pode ser considerada uma boa fonte de fibra, de proteína e de lípidos, “apresentando uma maior concentração destes nutrientes do que nalgumas espécies de salicórnia adequadas para consumo humano, sendo consideradas alimentos funcionais promissores”.

Este ingrediente foi colhido nas marinhas de sal da Figueira da Foz. Ao analisar a beldroega-do-mar, a equipa verificou uma alta concentração de minerais naturais: o sódio, o potássio, o cálcio, o magnésio, o cobre e o fósforo.

“Quanto ao manganês, embora tenha sido detectada uma baixa concentração deste mineral, a equipa apurou que a ingestão de 100 gramas de folhas frescas fornece 74% da dose diária recomendada para adultos”, lê-se na nota.

O extracto de folhas da beldroega-do-mar apresentou também “alto teor de compostos fenólicos e maior teor em flavonóides, quando comparado a outras halófitas como a Ipomoea pes-caprae, conhecida popularmente como salsa-da-praia ou pé-de-cabra”.

Foi ainda identificada uma “actividade antioxidante superior a extractos de outras espécies halófitas, do género Suaeda”.

As folhas desidratadas desse extracto revelaram, de acordo com o comunicado, que esta planta pode ser utilizada como substituto do sal e é uma boa alternativa enquanto intensificador das características dos produtos, proporcionando benefícios à saúde dos consumidores.

“Este novo ingrediente, testado em dois alimentos-modelo, a massa fresca e a manteiga, obtiveram uma boa avaliação sensorial”.

As conclusões do estudo constam no artigo “Sea Purslane as an Emerging Food Crop: Nutritional and Biological Studies”, recentemente publicado pela editora Multidisciplinary Digital Publishing Institute (MDPI).

Politécnico de Leiria dedica mês de novembro ao Mar

A Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar (ESTM) do Politécnico de Leiria, numa parceria com múltiplas entidades liderada pela Reserva da Biosfera das Berlengas (UNESCO), dedicou o mês de novembro ao mar. A iniciativa “Mês do Mar” é dinamizada no âmbito do Dia Nacional do Mar, comemorado anualmente a 16 de novembro, e tem como objectivo sensibilizar para o papel e a importância do mar nas mais diversas vertentes da sociedade.

Ao longo de todo o mês vão ser desenvolvidas várias actividades, nomeadamente palestras, workshops, conferências, acções de limpeza e exposições, através das quais a ESTM pretende fomentar a difusão de conhecimento, aumentar a consciência e impulsionar a economia do mar.

Cada semana terá como base uma área temática, bem como diferentes parceiros, que irão ajudar a promover as iniciativas. “Ecologia e Sustentabilidade” foi o tema da primeira semana, com a promoção do Congresso Reservas da Biosfera como Laboratórios de Sustentabilidade e de várias apresentações sobre a temática.

Foi destaque o “Conhecimento, Inovação e Empreendedorismo”, estando programadas apresentações do MARE de Ciência e visitas guiadas ao CETEMARES do Politécnico de Leiria, entre outras apresentações sobre o tema da semana.

Segue-se a terceira semana, que terá como temática a “Economia do Mar”. Serão realizadas apresentações sobre o tema e a Expo Fish, numa organização da DOCAPESCA com o apoio do Politécnico de Leiria, nos dias 16 e 17.

O Mês do Mar termina com uma semana dedicada à “Sociedade Azul”, com o evento TECPESCAS – IPMA, no dia 23, com apresentações sobre a temática da semana no dia 24, uma visita guiada e um workshop no Clube Naval de Peniche no dia 27, e a realização de limpezas subaquáticas na zona portuária no dia 28.

Pranchas de surf feitas a partir de desperdício da COVID-19.

A pandemia impactou a saúde da sociedade global e está também a impactar a saúde dos oceanos.

O lixo resultante da Covid-19 leva-nos a levantar a voz, pelas formas que ninguém quer ver no mar. Este foi um “Open Call” da MEO que serviu para que todos os shapers submetessem os seus projectos de pranchas de surf feitas a partir do desperdício gerado pela Covid-19.

“Não pude deixar de me juntar a esta iniciativa e fazer algo de novo para mim como “shapear” uma prancha de raíz e, ao juntar máscaras Covid-19, passar a mensagem tão forte que devemos proteger os Oceanos”, explica o surfista e ambientalista Miguel Blanco.

Na verdade, Miguel Blanco define-se como “o surfista ecológico”. Um nome que é também uma atitude e que faz de Miguel uma força da mudança enquanto embaixador da sustentabilidade e da preservação dos oceanos. E esta iniciativa é mais uma prova disso mesmo.

“Fiz uma forma de um peixe no fundo da prancha, laminado com as máscaras descartáveis para retratar a fase em que se começam a degradar, transformando-se em microplástico que acaba por ser consumido pelos peixes e a restante biodiversidade marinha, afectando assim toda a cadeia alimentar. No final do projecto tivemos a oportunidade de surfar com as pranchas durante as fases finais do MEO Ericeira Pro em Ribeira d’Ilhas numa “expression session” proporcionada pela MEO e pelo Turismo de Portugal. Deveria haver mais iniciativas destas”, termina.

Já não é só uma crise de contentores. Falta de tripulações paralisa navios nos portos

A pandemia afectou várias empresas de porta-contentores em todo o mundo. A Wah Kwong Maritime Transport, um ‘player’ do sector com sede em Hong Kong, confessou à Bloomberg ter dificuldade em contratar e reter pessoal, com a inflação de salários a dificultar ainda mais o processo. William Fairclough, director administrativo da Wah Kwong, disse à publicação que os pedidos para trabalhar em seus cargueiros estão a diminuir pela primeira vez em quase 70 anos de história.

“Para certos tipos de navios, pode tornar-se muito difícil encontrar a tripulação e esta situação promete provocar atrasos nas entregas”, disse Fairclough.

O transporte marítimo tem sido uma indústria atraente há muito tempo, especialmente para trabalhadores de países mais pobres, como as Filipinas.

O fuzileiro mercante dos EUA Bryan Boyle admitiu ao Business Insider que o seu trabalho se tornou cada vez mais difícil no início da pandemia, já que a tripulação não tinha permissão para sair do navio quando estava ancorada e passou meses isolada no mar.

“Às vezes, parecia uma prisão quando estavas lá fora”, defendeu. “Tem sido muito difícil estar nesta indústria durante a pandemia. Muitas pessoas não podiam comer com os colegas de tripulação ou ir para o ginásio, ficando confinados nos quartos”, relata Boyle.

Nos últimos dois anos, a pandemia criou uma “crise humanitária” para as equipas que trabalham para entregar 90% dos bens consumidos em todo o mundo. No início, a pandemia deixou os capitães incapazes de comandar tripulações cansadas e encalhou mais de 200 mil navios.

Portugal tem três zonas em perigo de desaparecer

As previsões mais recentes das Nações Unidas são claras: o planeta está a aquecer, a água do mar vai continuar a subir até 2100. No melhor cenário, entre 28 e 55 centímetros. No pior, entre 63 centímetros e 1,01 metros.

A subida da água do mar é uma das consequências das alterações climáticas e Portugal não está livre de perigo. Há, pelo menos, três grandes zonas de risco. Se desaparecerem, levam uma parte da nossa economia, cultura e biodiversidade.

O último relatório das Nações Unidas sobre as alterações climáticas é um alerta vermelho para a humanidade. Fruto da intervenção humana, a terra está a aquecer e, na melhor das hipóteses, a água do mar poderá subir entre 22 a 55 centímetros, até 2100. Há países que correm o risco de desaparecer e a vida humana pode tornar-se impossível em vários locais do planeta.

Os líderes mundiais, reunidos em Glasgow, têm na Conferência do Clima a última oportunidade para salvar o futuro da Humanidade. Portugal é considerada uma zona de risco médio, mas mesmo assim tem, pelo menos, três grandes zonas de perigo.

A Culatra

Inserida no Parque Natural da Ria Formosa, lugar único pela natureza da biodiversidade, a Culatra não escapa aos efeitos das alterações climáticas. A ilha da Culatra, no Algarve, está sujeita a um potencial de inundação elevado com perda de sapais para áreas de água. Toda a ocupação envolvente que seja baixa poderá vir a ser afectada.

O Estuário do Tejo

Um cenário que se repete no Estuário do Tejo. Entre o Rio Tejo e o Rio Sorraia, já há algum tempo que se sentem as alterações climáticas, onde há cada vez mais água salgada.

A Ria de Aveiro

Nascida de um acidente geográfico desde o século XVI, que a Ria de Aveiro alimenta as populações que a envolvem e dela dependem. Agora, a sobrevivência dos seus 45 quilómetros de costa está dependente da acção humana.

Além da subida do nível médio da água do mar, a costa portuguesa tem ainda o problema da erosão. Nem esta realidade é nova, nem os avisos dos cientistas começaram agora. Tem sido assim desde a era industrial. À medida que os modos de fabrico deixavam de ser feitos artesanalmente e passavam a ser feitos por máquinas, o planeta foi aquecendo, o gelo derretendo, a água do mar subindo.

Em Portugal, a água aumentou 22 centímetros. O país é uma zona de risco médio. Já o Bangladesh, as Filipinas, Moçambique ou a China são muito vulneráveis. O foco está no futuro, mas é visível já a transformação do clima. Há medidas que são precisas no imediato.



Apenas 1,7% da Grande Barreira de Coral sobreviveu ao aquecimento global

Estudo revela que o maior sistema de recife de coral do mundo poderá sobreviver, se o aquecimento global for mantido nos 1,5ºC.

A esperança de que uma quantidade suficiente da Grande Barreira de Coral, na Austrália, pudesse escapar ao aquecimento global, a tempo de poder recuperar, sofreu um duro golpe esta sexta-feira.

Os investigadores do Australian Research Council descobriram que menos de 2% da Grande Barreira de Coral escapou ao branqueamento desde 1998, o ano mais quente alguma vez registado.

Contudo, se o aquecimento global for mantido nos 1,5ºC (o aumento máximo da temperatura média global que foi o foco da COP26) a mistura de corais na Grande Barreira de Coral mudará, mas ainda pode prosperar, adiantou o principal autor do estudo.

Se pudermos manter o aquecimento global em 1,5 ºC de aquecimento médio global, então acho que ainda teremos uma vibrante Grande Barreira de Coral”, afirmou o professor Terry Hughes, do Centro de Excelência para Estudos de Recifes de Coral do Australian Research Council.

O maior sistema de recife de coral do mundo sofreu cinco eventos de branqueamento durante os últimos anos – provocados ​​pelo aumento da temperatura do oceano, consequência da queima de combustíveis fósseis – que minaram a sua sobrevivência. O mais recente foi o maior até ao momento.

Alguns especialistas esperam que as áreas mais frias do oceano sirvam como “refúgio” ao branqueamento, permitindo que os corais sobrevivam e naturalmente dispersem as larvas para recifes danificados.

Mas o estudo publicado na Current Biology descobriu áreas previamente identificadas como “candidatas a refúgios” já sofreram branqueamentos severos ou moderados pelo menos uma vez

O mundo está actualmente repleto de antigos potenciais refúgios de recifes de coral que, desde então, branquearam”, constatou Terry Hughes.

Desta forma, o investigador alerta que os recifes terão dificuldade em sobreviver, mesmo que os países consigam chegar a acordo na COP26.

De referir que os recifes tropicais são dos ecossistemas mais susceptíveis às alterações climáticas, com impactos significativos mesmo que o aquecimento global fique nos 1.1ºC.

Quando os corais permanecem durante muito tempo em águas estranhamente mornas, separam-se das algas que lhes fornecem a maior parte da sua alimentação e cor.

Nos casos mais extremos, este “branqueamento” pode matar o coral. Temperaturas muito altas podem matar corais imediatamente.



Espécie bizarra de cação viraliza em redes sociais

Um post recente e fotos de uma criatura bizarra na rede social Reddit causou bastante impacto entre os utilizadores: imagens mostraram uma incomum cação-víbora, com as suas mandíbulas assustadoras, e dentes afiados e hipnóticos olhos azuis.

“Cação-víbora, um tubarão das profundezas do oceano Pacífico. Essas mandíbulas com certeza são de metal”, diz a legenda que acompanha as fotos.

Os frequentadores da rede social ficaram chocados e maravilhados com a criatura do fundo do mar.

“Novo habitante do oceano? Isso é incrível. Mistura de peixe, cobra e xenomorfo”, escreveu um utilizador.

Outro utilizador da rede disse: “Parece uma versão pequena de um tubarão goblin. Eles têm as mesmas mandíbulas salientes, ambos têm aparência maluca.”