Diversos analistas apontam que a subida dos fretes dos transportes marítimos, poderão causar matérias-primas mais caras, que se irá reflectir no preço final ao consumidor, mas não consideram esta crise de igual forma com a que houve na pandemia.
De acordo com o Economista Filipe Garcia, Presidente da IMF – Informação de Mercados Financeiros, em declarações à NAM, afirmou que:
“Claro que ao subir os preços dos fretes, acaba por ser inflaccionista, mas temos de reconhecer que não é um fenómeno global e por isso tem impacto limitado”.
O economista explicou que, “ao contrário do que sucedeu durante e após o período da pandemia, não estamos perante algo generalizado ou que afecte o funcionamento dos portos”.
“Também não há, de momento, registo de escassez de navios. Portanto, é algo que afeta as cadeias de abastecimento, mas não de forma global”, aponta.
