Aproximadamente três anos depois da entrada em operação no mar português, as três turbinas do 1° parque eólico offshore flutuante em Portugal, denominado Windfloat Atlantic, já produziu eletricidade suficiente para abastecer o equivalente ao consumo de 60 a 65 mil lares. De acordo com a Ocean Winds, que opera o projecto em questão, “a produção está 5% acima do previsto”.
No início do mês de julho, o Windfloat Atlantic chegou mesmo a registar um pico de produção recorde no espaço de uma semana, durante a qual alcançou mais de 4 GWh.
“Desde 2020, quando o Windfloat Atlantic foi ligado à rede, a produção acumulada de atingiu 222 GWh”, mostram os mais recentes dados divulgados pela Ocean Winds, a joint venture criada pela EDP e pela francesa Engie para desenvolver projetos eólicos offshore em Portugal e não só.
Com tempo expectavel de operação de 25 anos, o parque eólico offshore opera num regime de projecto pré-comercial e está localizado a 20 quilómetros ao largo de Viana do Castelo, numa zona-piloto reservada, de acordo com a lei de ordenamento do espaço marítimo nacional, “para o desenvolvimento de projectos pré-comerciais”.
