Universidade do Porto "virada" para o mar




Cerca de 500 investigadores vão trabalhar no novo pólo, cuja primeira fase estará pronta no final deste ano.

O Pólo do Mar é a aposta da Universidade do Porto para responder aos objectivos da Estratégia Nacional do Mar. A estrutura está ainda na fase de construção, mas a missão está bem definida. Entre o molhe norte em Leça da Palmeira e o terminal de cruzeiros de Leixões ficarão dois pólos, biotecnologia de um lado, engenharias do outro.
Mas não trabalharão cada um por si. O objectivo é potenciar ao máximo as competências das duas estruturas, diz Jorge Gonçalves, vice-reitor para a área da investigação, em declarações à Renascença.
“Vamos lá ter instalados mais de 500 investigadores. Estamos assim a criar as melhores condições para termos estes investigadores a colaborar para ajudar o país a responder aos desafios na área do mar”, explica Jorge Gonçalves.

Entre os desafios estão, por exemplo, o aumento da produção na área da aquacultura e a questão da energia produzida através da força do mar.

O vice-reitor para a área da investigação da Universidade do Porto lembra que este esforço será inglório se esbarrar em burocracias.

Avisos à navegação para que o desígnio do mar não seja apenas mais uma declaração de intenções.

A Universidade do Porto está a investir oito milhões de euros neste Pólo do Mar. O vice-reitor para a área da investigação considera que este é um sector que, a médio prazo, vai trazer retorno significativo à economia, desde logo através da criação de emprego.

O Pólo do Mar da UPTEC – Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto vai funcionar em pleno em 2014. A primeira fase estará pronta já no final deste ano.

Fonte: RR

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