Porto de Leixões com crescimento de 11% em janeiro

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No mês de janeiro, o porto de Leixões movimentou cerca de 1,35 milhões de toneladas, valor que representa um crescimento de 11% face aos 1,21 milhões registados em período homólogo do ano passado.

Excepto os granéis sólidos, que registaram uma quebra de 2% (total de 210,9 mil toneladas), todos os segmentos tiveram uma evolução positiva, com especial destaque para os granéis líquidos que cresceram 21% (total de 542 mil toneladas). Nos contentores, o crescimento foi mais moderado (mais 3%), chegando às 509,5 mil toneladas. Já a carga fraccionada cresceu 20%, para as 64,6 mil toneladas. Por fim, a carga ro-ro, ainda com pouca expressão em Leixões, cresceu 732%, para as 19,3 mil toneladas.

As mercadorias carregadas em Leixões cairam 11% (441,8 mil toneladas), enquanto que as descarregadas cresceram 27% (904,5 mil toneladas).

Fonte: Cargo

Setúbal “dispara” 26% e supera o meio milhão de toneladas

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Depois do recorde de 2013, o porto de Setúbal iniciou 2014 com um resultado histórico de 564 mil toneladas movimentadas, um crescimento homólogo de 26%.

 

Para o salto de mais de 100 mil toneladas contribuíram, quase em partes iguais, a carga geral, que avançou 24% para lá das 272 mil toneladas, e os granéis sólidos, que avançaram 34% para cima das 247 mil toneladas.

 

Em ambos os casos, as cargas superaram largamente as descargas, sendo que nos granéis sólidos se verificou um aumento de 99% (de 92 mil para 184 mil toneladas expedidas).

 

A carga geral foi puxada pelos contentores, que cresceram 368% em tonelagem para as 71,5 mil toneladas. Em TEU, o movimento passou de 1 909 para 7 411. A carga fraccionada recuou 0,2% para as 193 mil toneladas. A carga ro-ro perdeu 21% para cerca das 18 mil toneladas (o número de veículos embarcados/desembarcados recuou 18%)

 

O movimento de granéis líquidos atingiu as 44 mil toneladas, um ganho homólogo de 2%, sendo que neste caso apenas houve descargas.

 Em Janeiro, o porto do Sado foi escalado por 118 navios (mais 33% em termos homólogos).

Fonte: Transportes e Negócios