PSA Sines encomendou três novos pórticos

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A PSA Sines encomendou três pórticos à Paceco España para o Terminal XXI do porto de Sines, que operar os maiores navios da nova geração. Cada pórtico tem uma capacidade de 65 toneladas, uma largura de 70 metros para filas de 24 contentores e uma altura por baixo de ‘spreader’ de 48 metros. Estes pórticos serão os maiores a serem construídos pelo fabricante espanhol e um dos maiores do seu género no mundo. 

Os novos pórticos começam a ser entregues, de forma gradual, em finais de agosto. Quando todos estiverem instalados, o Terminal XXI passará a estar equipado com nove pórticos, incluindo oito fornecidos pela Paceco España e o outro pela Mitsui Engineering and Shipbuilding.

 
Fonte: TeR


Porto de Setúbal disponibiliza áreas para aquicultura no Estuário do Sado

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O Porto de Setúbal passou a disponibilizar cerca de duas dezenas de parcelas para o desenvolvimento da atividade da aquicultura no Estuário do Sado. Paralelamente, a APSS terá ao dispor dos interessados, no seu Centro de Formação, e em parceira com o FOR-MAR, cursos certificados relacionados com a exploração da atividade da aquicultura.

Investir em aquicultura, constitui uma oportunidade de desenvolver um negócio ambientalmente sustentável e com grande potencial de crescimento, tirando benefício de um mercado cada vez mais favorável e concorrencial, face aos constrangimentos atuais e futuros das capturas de bivalves e pescado em habitats naturais. Pode ser consultada mais informação no site da APSS.

Parcelas para aquicultura no Estuário do Sado:
http://www.portodesetubal.com/pesca_setubal.htm

Centro de Formação Portuária:
http://www.portodesetubal.pt/centro_de_formacao.htm
 

Fonte: PDP

Porto de Sines chegou aos 8,2 milhões de toneladas no primeiro trimestre

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Nos três primeiros meses do ano, o porto de Sines registou um movimento de 8,2 milhões de toneladas de mercadorias, valor que correspondeu a um aumento de 6,5% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Na carga contentorizada foram movimentados 271.210 TEU, representando uma operação média mensal de mais de 90 mil TEU e a uma variação homóloga trimestral de 43,3%. Foi o melhor crescimento da Península Ibérica em contentores, sendo um índice de crescimento superior aos seus principais concorrentes: Valência, Algeciras e Barcelona.

A evolução global do Porto de Sines esteve associada à subida do segmento da carga geral que cresceu 36, 5%, compensando a diminuição na movimentação nos granéis líquidos, já prevista devido à paragem para manutenção técnica da Refinaria de Sines. Os granéis sólidos registaram também um ligeiro decréscimo devido à diminuição de importação de carvão. Ainda assim, foi o melhor trimestre de sempre em tonelagem de mercadorias movimentadas.

Neste primeiro trimestre, foram operados 478 navios, correspondendo a um aumento de 15,7% em comparação com o mesmo período de 2013.

Fonte: PDP

Porto de Aveiro registou melhor primeiro trimestre de sempre

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Foi o melhor primeiro trimestre de sempre no porto de Aveiro, tendo ultrapassado pela primeira vez a fasquia do milhão de toneladas movimentadas no primeiro trimestre do ano.

No total, nos primeiros três meses do ano o porto de Aveiro movimentou 1.128.474,60 toneladas, mais 24,96% que em período homólogo de 2013, o melhor ano de sempre em Aveiro. Já quando comparado com 2012, o crescimento é de 49.50%!
No período em questão, as exportações ultrapassaram as importações em 2,29%, atingindo, respetivamente, 566.943,90 toneladas (51,14% do movimento total) e 561.530,70 toneladas (48,86% do movimento total).

Foram os três melhores janeiro, fevereiro e março de sempre, “com este ultimo a ser o segundo melhor de sempre, ultrapassando as 400.000 toneladas”, o que acontece apenas pela segunda vez.

Segundo a Administração Poruária de Aveiro (APA), o segmento da carga geral (43.46% do movimento total) foi o principal responsável por esta performance (490.405.70 toneladas). Um aumento de 36,21% em relação a 2013 (mais 130.381,30 toneladas) e 121% (mais 269.384.50 toneladas) em relação a 2012. 

As exportações constituírem cerca de 63,39% do movimento total, subindo 42,36% em relação a 2013 e 181,23% em relação a 2012.

Os granéis sólidos (29,26% do movimento total) atingiram 330.150,10 toneladas, subindo 10,32% (mais 30.886,50 toneladas) em relação a 2013 e 16,95% (mais 47.852,70 toneladas) em relação a 2013, com as exportações a superaram as importações em cerca de três pontos percentuais.

Já os granéis líquidos (27,29% do movimento total) chegaram as 307.918,80 toneladas, apresentando um crescimento de 26,30% (mais 64.117,20 toneladas) em relação a 2013 e 13% (mais 56.425,90 toneladas) em relação a 2012.

A ferrovia movimentou 201.130,74 toneladas o que representa 17,82% do total. Mais 19,23% (32.566,69 toneladas) em relação a período homólogo de 2013 e 151,13% (121.040,54 toneladas) no que diz respeito a 2012.

Fonte: Cargo

Setúbal mais que duplica movimento de contentores

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Nos dois primeiros meses do ano, o porto de Setúbal movimentou 15,8 mil TEU. Será pouco à escala nacional, mas é mais do dobro do conseguido no período homólogo do ano passado. Em 2013, em Janeiro e Fevereiro o porto sadino processou 7,2 mil TEU. De então para cá, o número de linhas regulares de contentores aumentou para sete, com destaque para os serviços da MacAndrews, que se mudou de Lisboa, e da Messina Lines, que concentra em Setúbal os movimentos nacionais e alargou a cobertura geográfica da oferta até à costa oriental de África (com natural destaque para Moçambique). Nos últimos tempos, Setúbal tem sido cada vez mais apontado como uma reserva de capacidade de expansão do porto de Lisboa. E no comunicado emitido a propósito dos resultados dos contentores em Fevereiro, de novo a APSS sublinhou a capacidade instalada e disponível, em particular no Terminal Multiusos 2, concessionado à Sadoport. “O terminal possui uma capacidade instalada de 250 mil TEU/ano, valor que pode subir para 600 mil TEU/ano com a aquisição de mais equipamento de cais, sem necessidade de obras”, é dito.

Fonte: Transportes e Negócios.

Programa Marco Polo e o Porto de Lisboa: que visão?

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O porto de Lisboa, apesar de sofrer uma forte pressão urbana com uma grande densidade populacional e com todos os constrangimentos que daí advêm, tem necessidade de encontrar soluções complementares que possam minimizar o impacto que o transporte rodoviário apresenta na região de Lisboa, tentando melhorar o escoamento de fluxo de cargas, através de outros modos de transporte, neste caso concreto, o modo ferroviário e fluvial, privilegiando, assim, a possibilidade de expansão no seu hinterland, através da sua integração na cadeia logística.

A intermodalidade com base na ferrovia e no fluvial é sem dúvida o principal meio de descongestionar a rede de infra-estruturas rodoviárias, quer em Portugal, quer no resto da Europa. 

Assim, fará sentido pensar que, para o porto de Lisboa, o modo mais eficiente para alargar o hinterland, na medida em que o escoamento de mercadorias via rodovia é hoje maioritario, será o transporte ferroviário e o marítimo/fluvial. A redução do congestionamento e da poluição do ar por coexistir ao mesmo tempo com alternativas viáveis e eficientes para os players interessados, com a criação de plataformas logísticas ligadas ao porto, onde se integrem os vários modos de transporte, em comunhão com um sistema informático logístico comum, numa espécie de plataforma única que integre e possa permitir a expedição intermodal fácil de utilizar, fiável e flexível, facilitando a fluidez da mercadoria, reduzindo a burocracia e tempos de espera, ajudando a descongestionar as infra-estruturas de transportes rodoviárias.

Estas são medidas que poderão trazer benefícios financeiros, logísticos e ambientais a curto, médio e longo prazo, para evitar riscos de excesso de tráfego nos acessos rodoviários e maximizando o uso das capacidades do porto, evitando o consequente desperdício de dinheiro público.

É claro que para tudo isto funcionar e se integrar na perfeição serão necessários investimentos quer na revitalização das infra-estruturas já existentes, quer na criação de novas plataformas logísticas e a nível tecnológico. Seria necessário revivificar o modo ferroviário, dedicando linhas exclusivas ao transporte de mercadorias. Mas sobretudo, e mais importante ainda, promover o transporte marítimo/fluvial, criando ramais fluviais e zonas equipadas para transbordo e para permitir a fluidez das mercadorias transportadas. 

Essa dinamização, o seu ordenamento e regulamentação, trariam benefícios e reduziriam o impacto rodoviário no hinterland do porto, através da excelente condição navegável que o rio e o Estuário do Tejo oferecem.

Torna-se, assim, imperativo pensar que a criação de plataformas logísticas especializadas em determinados tipos de carga, em junção com a dinamização do transporte fluvial, e a criação de áreas para o transbordo dessa carga, deverá ser incluído na cadeia logística podendo vir a mostrar-se bastante competitivo, pois permitiria ao porto aumentar a sua capacidade de movimentação de carga com a consequente possibilidade de atracção de novos operadores portuários, aumentando o seu hinterland como porto integrador da cadeia logística, oferecendo novos serviços. 

Não esquecer que as vias navegáveis interiores beneficiam de uma capacidade potencial subutilizada em termos de infra-estruturas e embarcações, onde poderiam fazer face a volumes de tráfego superiores aos existentes, e da eliminação dos estrangulamentos existentes na rede.

O porto de Lisboa poderá tornar-se, assim, um elemento crucial na cadeia de logística, assumindo uma posição privilegiada e podendo ter uma forte articulação com todas as plataformas logísticas e terminais intermodais dentro da sua área de influência. E o desenvolvimento do transporte fluvial e do transporte marítimo de curta distância deverá assentar num serviço portuário eficaz, facilitador, dinamizador e, baseado nos princípios da concorrência regulada.

Sandra Figueiredo da Cunha
Mestranda em Gestão Portuária na ENIDH

 
Fonte: Cargo

 

 

Investimento no porto de Lisboa não será público

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O ministro da Economia, António Pires de Lima, assegurou no parlamento que o alargamento do porto de Lisboa, seja na Trafaria ou no Barreiro, avançará sem investimento público, adiantando que existem empresas privadas interessadas no desenvolvimento destas infraestruturas.

“Existe assumidamente interesse de empresas de operação privada no desenvolvimento do porto na margem sul do Tejo, seja na Trafaria ou no Barreiro, tal como existe no terminal de Alcântara. Estamos a fazer alguns estudos que ainda não estão concluídos, mas aquilo que posso garantir é que estes investimentos avançarão na medida em q não exijam investimentos públicos para o desenvolvimento destas infraestruturas”, afirmou o ministro.

Pires de Lima falava na Comissão Parlamentar de Economia e Obras Públicas, no seguimento de requerimentos do PCP, PS e PSD sobre a estratégia de desenvolvimento para o Porto de Lisboa.

Logo no início da audição, o ministro recordou que ainda estão em cima da mesa as alternativas Trafaria (concelho de Almada) e Barreiro: “São duas hipóteses que estão a ser estudadas. Nos dois casos com investimento público zero ou tendencialmente zero”, disse.

Questionado pelos deputados sobre a viabilidade económica do alargamento das infraestruturas marítimo-portuárias de Lisboa, Pires de Lima afirmou que “o investimento para o crescimento da estrutura portuária de Lisboa é ‘assegurável’ por privados” e que “o Governo não está a pensar alocar verbas do Orçamento do Estado dos próximos anos ao desenvolvimento desta estrutura portuária na margem sul do Tejo”.

Recordando os problemas ambientais e “controvérsia que existe há vários anos” associados à construção de um porto de águas profundas no Estuário do Tejo, a deputada do Bloco de Esquerda Mariana Mortágua considerou ainda que “não basta que um operador privado tenha interesse em construir este terminal para que ele seja do interesse nacional”.

“Se ambientalmente não for possível e se a nível económico-financeiro for desinteressante, esta oportunidade não é aproveitada. Teremos pena, mas não poderá ser aproveitada”, assegurou o ministro, adiantando que o Governo “tem indicações, ainda que não definitivas, de que do ponto de vista ambiental será possível”.

O Governo está a aguardar por estudos de viabilidade económica, mas Pires de Lima admitiu que 600 milhões de euros é o montante estimado para a construção do porto de águas profundas. “Não estamos a pensar fazer nenhuma nova travessia. Vivemos bem com as que existem”, disse o ministro.

“Com a opção Barreiro, temos a ponte Vasco da Gama. E o investimento em infraestruturas rodoviárias e ferroviárias serão muito minimizadas se a localização final escolhida for o Barreiro”, apontou, defendendo também um investimento privado ao nível ferroviário, caso a opção adotada seja a Trafaria.

O deputado do PCP Bruno Dias recordou, no início da comissão, as críticas da população, há cerca de um ano, quanto à localização de um porto de águas profundas na Trafaria e questionou se realmente “faz falta” um novo porto no estuário do Tejo e apelou a uma “ao fim da indefinição” da localização.

O ministro respondeu que existem ainda “duas alternativas” em estudo para um porto de águas profundas em Lisboa, porque “ainda não há decisão” pela localização Trafaria ou Barreiro.

Por sua vez, a deputada do PS Ana Paula Vitorino defendeu uma coordenação entre os portos de Lisboa e Setúbal: “Não se trata de nenhum preconceito político, trata-se de ver ou não se é necessário o porto”, disse a ex-secretária de Estado dos Transportes do primeiro Governo de José Sócrates.

Pires de Lima afirmou, por várias vezes, que os dois portos não são concorrentes, mas complementares, exemplificando com “os operadores interessados são diferentes e têm vocações diferentes”, disse.

O ministro destacou ainda que a abertura dos autarcas de Lisboa e do Barreiro.

Fonte: Cargo

APS organiza Serões no Porto de Sines

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A Administração do Porto de Sines vai organizar ao longo deste ano, encontros que têm como objectivo aproximar a cidade e a comunidade portuária.

A iniciativa começa já este mês, dia 28 de Março, e contará com a presença de João Duque, presidente do ISEG – Instituto Superior de Economia e Gestão e de Jorge Magalhães Correia, presidente da Companhia de Seguros Fidelidade.

Os Serões no Porto de Sines, que decorrerão no auditório da APS e contam com o apoio da Câmara Municipal de Sines, irão surpreender com temas diversificados como concertos de música clássica, jazz, poesia ou palestras sobre economia e outros. 

De acordo com João Franco, Presidente do Porto de Sines, “Estamos muito empenhados em contribuir para a dinamização cultural e social de Sines, envolver a população neste projecto e levá-la ao auditório da APS”.

Fonte: PDP

Aveiro cresce 27% e supera as 700 mil toneladas

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Nos dois primeiros meses de 2014, o porto de Aveiro movimentou 717 mil toneladas de carga, mais 26,7%, ou 149 mil toneladas, que o registado no período homólogo de 2013.

 

Com todos os tipos de carga em alta, destacaram-se os granéis sólidos com um total de quase 253 mil toneladas e um salto de mais de 86 mil toneladas, ou 52%, face ao ano passado. As importações cresceram 65% e as exportações 41%, o que praticamente as equilibrou em volume.

 

A carga geral fraccionada manteve, no entanto, a primazia em Aveiro, com um movimento de 286 mil toneladas, mais 16% que há um ano. Neste caso, as exportações reforçaram o seu peso, com quase 194 mil toneladas (mais 20%), face às importações (92 mil toneladas, mais 9%).

 

Nos granéis líquidos, o crescimento de Aveiro foi de cerca de 15% para as 178 mil toneladas. Mas aqui, enquanto as importações subiram 27% para perto das 143 mil toneladas, as exportações cederam 17% e ficaram-se pelas 35 mil toneladas.

 

Em Fevereiro, o porto aveirense “estreou” a movimentação de contentores, com a expedição de 124 toneladas.

 

No balanço dos dois primeiros meses do ano, Aveiro movimentou 357 mil toneladas de cargas de exportação (mais 21%) e 361 mil toneladas de cargas de importação (mais 3%).

 

O movimento de navios aumentou 13% para 82 e a arqueação bruta subiu 41%, o que reflecte o facto de Aveiro ser demandado por navios de maiores dimensões.

Fonte: TeN

Navios-hotel causam indignação na Ribeira do Porto

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Abaixo-assinado pede saída de “mamarrachos” . Comerciantes e presidente da Junta dizem que património mundial está a ser afectado.

Os dois navios-hotel atracados nas Escadas das Padeiras desde Novembro estão a indignar alguns comerciantes da Ribeira do Porto. Dizem que tapam e estragam as vistas e afugentam os turistas.

“Estamos em Património Mundial, numa das 31 ruas mais bonitas do Mundo e temos aqui isto. Como é possível ter barcos destes – mamarrachos! – aqui atracados com um imenso rio Douro vazio?” Desde novembro que Maria João Bustorff, gerente do Peter Café Sport, tem dois navios-hotel a tapar a vista da sua esplanada para o cais de Gaia. A paciência esgotou-se há muito. “É uma situação escandalosa, impensável!”

Fonte: DN