Pescador apanha raia e acaba por «virar parteira»

raia

 

 

Um jovem pescador apanhou uma raia mas acabou por ajudar ao nascimento de duas raias-bebé.

Calvin Conger, de Punta Gorda, na Florida, estava a pescar tubarões acompanhado da namorada e do pai quando apanhou uma raia.

«Eu ia cortar a raia para usá-la como isco quando percebi que algo estranho se passava», relatou.

O pai de Calvin acabou por ajudar ao nascimento das raias-bebé ao carregar suavemente no abdómen do peixe, saindo o primeiro bebé. Percebendo que continuava a haver movimento na barriga do peixe, repetiu a operação, provocando o nascimento da segunda raia.

O trio de pescadores acabou por devolver a família de raias ao mar.

Fonte: Diário Digital

Falta de Gelo prejudica Pesca

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A falta de gelo nas lotas do Faial e do Pico e uma avaria nos tanques de congelação estão a prejudicar a pesca nesta zona do arquipélago.
 
A situação tem obrigado alguns barcos a suspenderem temporariamente a atividade.
 
O presidente da Federação de Pescas dos Açores disse ontem que o problema é recorrente nesta época do ano porque as máquinas de gelo da Lotaçor são “velhas” e “avariam” com frequência, relata a agência Lusa.
 
José António Fernandes lembrou que há um ano o mesmo problema afetou a atividade piscatória do Faial e do Pico.
 
O dirigente associativo recordou que o governo regional se comprometeu a reforçar os investimentos nas lotas das duas ilhas mas que a promessa ainda não se concretizou.
 
Para agravar a situação 2 dos 4 tanques de salmoura do Entreposto Frigorífico da Madalena estão avariados, o que impede os armadores de descarregarem atum, obrigando-os a atracar e a aguardar por disponibilidade de espaço.
 
Para José António Fernandes “esse é que é o problema principal e que está a prejudicar gravemente os armadores da pesca de atum”.
 
O bloque Porto da Madalena publicou na segunda-feira uma fotografia cuja legenda refere a presença de 16 traineiras no porto da Madalena a aguardar oportunidade para descarregar.
 
O atum tem surgido em grandes quantidades nos últimos dias nos mares da região.
 
Fonte: Faia Digital / Souto Gonçalves

Associações apelam ao uso de dados científicos nas quotas de pesca

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ssociações internacionais de defesa dos oceanos voltaram a apelar às autoridades europeias para definirem os limites de pesca com base nos pareceres científicos, caminho que Portugal também deve seguir na gestão nacional de alguns stocks, como na sardinha.
 

“O que temos vindo a pedir é que sejam respeitados os pareceres científicos sobre os vários stocks e alguns dos mais importantes para Portugal acabam por não ser geridos pela União Europeia” e sim pelo país, disse Gonçalo Carvalho Sciaena (Associação de Ciências Marinhas e Cooperação).

Para o representante em Portugal de organizações internacionais nesta área como a norte-americana Pew, “é importante que não aconteça o que tem acontecido em anos anteriores, em que os pareceres científicos não têm sido respeitados”.

E será ainda mais importante nesta fase, em que há novas medidas – nomeadamente relacionadas com a proibição das rejeições -, ter maior atenção ao aconselhamento científico, salientou.

A Comissão Europeia publicou hoje as possibilidades de pesca para 2015, documento em que é avaliado o estado dos stocks na Europa, informação que serve de base para a decisão das capturas permitidas.

Gonçalo Carvalho realçou que, nesta fase, “o que faz sentido é ter em atenção também para Portugal o princípio básico de tomar as decisões sobre a gestão das pescas com base no melhor conhecimento científico possível”.

Em Portugal, são várias as espécies com planos de recuperação, como o carapau, o lagostim, a pescada ou o tamboril, e, segundo Gonçalo Carvalho, algumas “têm registado melhorias”.

A sardinha é gerida a nível nacional e tem vindo a verificar um decréscimo na abundância, o que, para o representante da Sciaena, “é preocupante, embora seja uma espécie muito propensa a flutuações grandes devido a fatores ambientais”, no entanto, não deixa de referir o “bom trabalho” do Instituto Português do Mar e Atmosfera (IPMA).

De acordo com a Pew, a Comissão Europeia refere um aumento de 39 para 41% na sobrepesca no Atlântico nordeste, enquanto em 2013 foram sobre-exploradas 16 de 41 unidades populacionais avaliadas, em 2014 foram 19 em 46 unidades.

Em 2012, os ministros das pescas determinaram limites de pesca em média 11% acima dos pareceres científicos e, em 2014, as quotas médias “foram significativamente superiores”, situando-se 35% acima das recomendações científicas, acrescenta a Pew.

A organização internacional apelou hoje à UE para que defina os limites de pesca a partir dos pareceres científicos e defendeu a definição de medidas para acabar com a sobrepesca até 2015.

 

 

Fonte: Acoreano Oriental

VIII Concurso Internacional de Pesca Desportiva no Rio Guadiana

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Com o objectivo de promover as potencialidades do Grande Rio do Sul, enquanto pólo de desenvolvimento turístico do Baixo Guadiana, e contribuir para o aparecimento de novos amantes da pesca desportiva, a Associação de Pesca Desportiva de Castro Marim realiza, dia 22 de Junho, o VIII Concurso Internacional de Pesca Desportiva de Barco, no Rio Guadiana. 

A prova desportiva, que se desenrola no rio Guadiana, entre a entrada do esteiro da vila de Castro Marim e o cais acostável da Quinta do Vale, no Monte Francisco, contará com 30 a 35 embarcações e uma centena de participantes para uma jornada de grandes pescarias. 

As equipas de pescadores portugueses e espanhóis, participantes no VIII Concurso Internacional de Pesca Desportiva, num ambiente competitivo e de sã convivência, vão procurar obter a maior quantidade de pescado nas águas do rio Guadiana, desde o robalo à baila, passando pela dourada, tendo em vista os primeiros lugares da classificação.

O VIII Concurso Internacional de Pesca Desportiva no Rio Guadiana, que tem início às 08.00 horas, cujos locais de concentração são o cais de embarque de Vila Real de Santo António e o cais de Castro Marim, conta com os apoios da Câmara Municipal, Junta de Freguesia de Castro Marim e Eurocidade do Guadiana. 

Para mais informações contacte a Associação de Pesca Desportiva de Castro Marim através do e-mail: apdcastromarim@gmail.com ou dos telemóveis 962 792 491 / 966 482 845.

Fonte: Ademar Dias

O Arrasto e a Pesca Sustentável

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A proibição recente da pesca de arrasto de fundo na maior parte das águas portuguesas – de que o PÚBLICO deu conta recentemente – não foi apenas uma boa notícia para os ambientalistas que militam em prol dos oceanos. Capaz de transformar o leito marinho num autêntico deserto, destruindo tudo o que encontra pela frente, o arrasto de fundo é uma técnica anacrónica, que já não pertence ao tempo em que vivemos. É difícil imaginar uma razão plausível para justificar que, em nome de um benefício económico, se possam varrer do oceano profundo formas de vida que ali estão há centenas ou até milhares de anos, como alguns corais de águas frias. Em terra, há uma analogia muito bem conhecida: deitar abaixo extensões de floresta tropical para dar lugar à agricultura, à mineração ou à expansão urbana. As duas situações são semelhantes, pois em ambas o que está em causa são ecossistemas muito importantes pela sua diversidade biológica. Mas enquanto uma chaga numa mancha florestal é algo que facilmente se vê, o que se passa no fundo do mar está muito longe da atenção colectiva. Não admira que a decisão de Portugal proibir o arrasto de fundo tenha tido pouca visibilidade. É verdade que a medida, que consta de uma portaria recente, tem efeitos limitados: aplica-se apenas à frota nacional e exclui grandes áreas mais junto à costa. Mas é um sinal de compromisso num caminho necessário, o da sustentabilidade das pescas, e que se soma a outros passos. Vale a pena lembrar que o cerco para a captura da sardinha já tem um selo de arte de pesca sustentável, conferido por uma organização internacional. E a produção de mexilhões no Algarve está a tentar obter a mesma distinção. Ainda é pouco para se dizer que Portugal tem a exploração dos seus recursos marinhos garantida para as próximas gerações. Mas o país, se quiser, tem condições de lá chegar.

Fonte: Público

Portugal com défice comercial de 641 milhões de euros nas pescas

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A frota pesqueira nacional capturou menos 1,2% de pescado em 2013, facto que terá contribuído para que a balança comercial permaneça deficitária apesar de uma melhoria de 21 milhões de euros face a 2012.

Ainda não foi desta que o sector pesqueiro nacional voltou a ganhar dimensão e, nas palavras do Presidente da República Cavaco Silva proferidas em 2012, “ultrapassou o estigma” que impede de se olhar novamente para os sectores esquecidos nos últimos anos.

 Os dados recolhidos pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) mostram que em 2013 o sector pesqueiro nacional registou uma quebra de 1,2% das capturas efectuadas, para um total de 195.065 toneladas. Entre o peixe cujo volume de capturas decresceu está a sardinha, o atum, o carapau, a cavala e o polvo.

 Outro dado negativo prende-se com a balança comercial dos produtos de pesca. Apesar de Portugal ser detentor de uma das maiores Zonas Económicas Exclusivas do mundo, o saldo comercial de produtos de pesca registou um défice de cerca de 641 milhões de euros o que, ainda assim, representa uma melhoria de 21 milhões de euros face ao défice verificado em 2012.

 Entre os vários dados que podem contribuir para a explicação da prestação do sector estará o facto de em 2013 a frota de pesca nacional, com um total de 4.527 embarcações licenciadas, ter caído para o nível mais baixo dos últimos oito anos. 

 Metade do pescado importado vem de Espanha

 A maior parcela das importações de peixe portuguesas vem de Espanha. O peixe importado de Espanha cresceu no último ano, tendo aumentado dos 43,3% em 2012 para 44,8% em 2013.

 Depois do país vizinho surge, como principal fornecedor de pescado, a Holanda com 16,7%.

 O grupo das “preparações e conversas de peixe” é o único cujo saldo externo não é deficitário, tendo no ano passado registado um saldo positivo de 62,8 milhões de euros.

Fonte. Jornal de Negócios. 

Dia dos Oceanos: A insegurança da pesca, o sector esquecido

Quando era altura de investir, Portugal tirou os olhos do mar e fixou-os em Bruxelas. Desde 2011 que percebeu o que tinha perdido. No Dia Internacional dos Oceanos, o JPN foi conhecer a realidade dos que nunca esqueceram o mar.

Com o mar à frente, os portugueses sempre souberam que o oceano seria fonte de riqueza. Dessa forte ligação ao mar, os portugueses foram, em tempos, um povo de pescadores e descobridores.

Hoje, a modernização do sector não acompanhou o evoluir dos tempos, onde cada vez se explora menos e se importa mais. Quem percorre a costa encontra rostos enrugados, queimados pelo sol e pelo sal que lhes bate na cara de manhã à noite. Esses são quem vive lado a lado com a insegurança de uma vida sem garantias.

Fonte: JPN

Ambientalistas aplaudem Portugal por limitar pesca que destrói fundos marinhos

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É raro, mas desta vez os ambientalistas estão satisfeitos com o Governo português. Uma portaria publicada há pouco mais de uma semana, regulamentando a pesca na maior parte das águas portuguesas, proíbe o arrasto de fundo, uma técnica temida pelos seus efeitos sobre o leito do oceano.

Publicada dia 28 de Maio, a portaria fixa que só a pesca com anzol e linha será autorizada numa vasta área, com mais de dois milhões de quilómetros quadrados, sobretudo nas zonas abrangidas pela extensão da plataforma continental do país além das 200 milhas da zona económica exclusiva (ZEE).

Mesmo deixando de fora grandes áreas da ZEE mais próximas do Continente, Açores e Madeira, a medida foi bem recebida por organizações de defesa dos oceanos por proibir, na prática, o arrasto de profundidade. Esta arte de pesca envolve submergir uma enorme rede, atada a pesos, que pousa sobre o fundo e depois é arrastada, capturando peixes e outros organismos que vivem junto ao leito. O problema é que, no trajecto, o arrasto literalmente varre tudo o que está pela frente, deixando atrás de si um autêntico deserto.

Muitos países introduziram já legislação a proibir ou limitar o arrasto de fundo. Na União Europeia, uma proposta da Comissão para banir esta arte de pesca abaixo dos 600 metros de profundidade foi rejeitada pelo Parlamento em Dezembro passado, por uma escassa maioria.

É em grande parte por isso que algumas organizações ambientalistas saudaram a iniciativa de Portugal. “Acreditamos que esta medida vai ter ecos fora do pais”, afirma Gonçalo Carvalho, da Associação de Ciências Marinhas e Cooperação, uma das 70 organizações, de vários países, que integram a Coligação para a Conservação dos Fundos Oceânicos. “É um sinal de que Portugal quer gerir bem essa área e explorar de forma sustentável os recursos que aí existem”, completa Carvalho.

Na quarta-feira, a Oceana, uma organização internacional dedicada à protecção dos mares, já tinha saudado a decisão de Portugal. “Esperamos que esta medida, que afecta uma área quatro vezes maior do que a Península Ibérica, inspire outros países com interesses de pesca na área a adoptaram proibições semelhantes”, disse Xavier Pastor, coordenador executivo da Oceana para a Europa, num comunicado.

A portaria aplica-se apenas às embarcações portuguesas. “Isto para já é um exemplo e estamos a convidar os outros a aderirem à nossa iniciativa”, afirma o secretário de Estado do Mar, Manuel Pinto de Abreu.

O governante diz que as normas agora aprovadas seguem-se a outras para garantir uma exploração sustentável dos fundos marinhos na plataforma continental. “Temos vindo a tomar uma série de medidas de precaução”, refere, dando como exemplo a constituição de cinco áreas marinhas protegidas na zona abrangida pela extensão da plataforma.

“Não estamos a impedir a exploração, queremos é que seja sustentável”, afirma Pinto de Abreu. “Não há um preconceito contra artes de pesca. Há formas de arrasto que não representam problemas”, completa.

A portaria pode, na prática, ter um efeito limitado sobre a frota nacional. Áreas importantes onde a pesca é exercida não estão abrangidas pela legislação. E nos mares mais próximos dos Açores e da Madeira, o arrasto de fundo já está proibido desde 2005.

Além disso, uma boa parte da pesca de profundidade no país é feita com a arte do palangre – longas linhas, com centenas de anzóis, com as quais se captura por exemplo o peixe-espada preto. “Portugal, na pesca de profundidade, é um exemplo. São pescarias sustentáveis”, afirma Gonçalo Carvalho.

Mas tanto ambientalistas, como o Governo, estão contentes. “Tudo isto cria uma vaga de fundo que pode ganhar força”, justifica o secretário de Estado do Mar.

Fonte: Público

Campanha de pesca do atum-rabilho de 2014

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A Comissão Europeia reiterou o seu compromisso de aplicar as medidas internacionais de controlo do atum-rabilho durante a principal campanha de pesca de 2014. Durante esta campanha, que decorre até 24 de Junho no Mediterrâneo e no Atlântico Este, o atum-rabilho pode ser pescado por grandes navios, cercadores com rede de cerco com retenida. A curta duração da campanha de pesca faz parte do plano de recuperação acordado a nível internacional para repor as unidades populacionais deste peixe a níveis sustentáveis.

Maria Damanaki, Comissária Europeia responsável pelos assuntos marítimos e as pescas, declarou: «A UE tem vindo a trabalhar incansavelmente para proteger o atum-rabilho: reduzimos a frota de pesca, apertámos os controlos e temos desempenhado um papel activo e coerente na Convenção Internacional para a Conservação dos Tunídeos do Atlântico, que é responsável pela gestão desta pescaria. Contribuímos assim para afastar a ameaça de extinção que pairava sobre as unidades populacionais de atum-rabilho do Atlântico Este. Estou convicta de que estamos no bom caminho.»
Este ano, a Croácia fará pela primeira vez parte da frota da UE. Consequentemente, o número de cercadores com rede de cerco com retenida aumentou, assim como a quota da UE para 2014, que passou a ser de 7 939 toneladas, ou seja, mais 5 %. Os outros Estados-Membros activamente envolvidos na pesca do atum-rabilho são a Espanha, a França, a Itália, a Grécia, Portugal, Malta e Chipre. Estes oito países dividem entre si a quota da UE, tendo a Espanha e a França as maiores partes.
Para impedir a sobrepesca, foi instaurado um rigoroso programa de controlo e inspecção. O programa assegura o rigor dos controlos estabelecendo prioridades e parâmetros de referência concretos. Envolve um grande número de inspectores, assim como de navios e aeronaves de patrulha, coordenados pela Agência Europeia de Controlo das Pescas (EFCA) e pelos Estados-Membros em causa. 
A Comissão Europeia também monitoriza, em permanência, as capturas e analisa os dados do sistema de localização dos navios (um sistema de controlo por satélite), a fim de garantir o respeito integral de todas as regras e, nomeadamente, das quotas individuais dos navios. 
A pesca do atum-rabilho é regulamentada pela Comissão Internacional para a Conservação dos Tunídeos do Atlântico (ICCAT), de que são membros a UE e os seus Estados-Membros. A estreita colaboração com a Agência Europeia de Controlo das Pescas, com os Estados-Membros e com as outras Partes Contratantes na ICCAT é garante de que todas as medidas necessárias estão a ser tomadas para apoiar o plano de recuperação das unidades populacionais e a sua sustentabilidade a longo prazo.

Contextualização

Em 2006, a ICCAT adoptou um plano de recuperação, de 15 anos, para o atum-rabilho no Atlântico Este e no Mediterrâneo, o qual tem sido periodicamente alterado com base na avaliação das unidades populacionais, nos controlos efectuados e nas novas tecnologias. 
Em 2010 e 2012 foram introduzidas medidas substanciais para impor na prática a gestão sustentável das unidades populacionais. Na última reunião anual da ICCAT, em Novembro de 2013, foram adoptadas medidas complementares para melhorar o controlo do atum-rabilho capturado vivo para fins de criação, estabelecendo-se regras detalhadas para a aplicação das novas tecnologias.

Fonte: Rostos

 

Primeiro Open de Pesca Embarcada do Sudoeste Alentejano em Vila Nova de Milfontes

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No dia 7 de Junho, Vila Nova de Milfontes receberá o 1º Open de Pesca Embarcada do Sudoeste Alentejano, um convívio de pesca desportiva embarcada promovido no âmbito da Feira Nacional de Turismo Desportivo e de Natureza.

Com o grande objetivo de promover a pesca embarcada, a organização está a cargo da empresa DUCA, em parceria com o Município de Odemira e com as empresas Serica-Mar, Lucas Castanheira, Jig e Vertical.

O 1º Open de Pesca Embarcada será aberto a todas as embarcações que queiram participar, licenciadas ou não, com o controle e júris da responsabilidade das empresas marítimo-turísticas de Vila Nova de Milfontes que participem no evento.

A saída será às 6.00 horas do dia 7 de junho, no Portinho do Canal, em Vila Nova de Milfontes.

Será atribuído um prémio à embarcação vencedora e, a título individual, prémios para maior exemplar pescado e melhor pescador dos 3 primeiros barcos. Há ainda um prémio especial: o barco solidário, entregue à equipa que der mais peixe para uma instituição local (não obrigatório).

Várias empresas locais associaram-se à organização e oferecem prémios aos vencedores do 1º Open de Pesca Embarcada do Sudoeste Alentejano, designadamente os alojamentos Cerro da Fontinha, Três Marias, Casa do Adro, Rosa dos Ventos, Casa da Seisseira e restaurante L-colesterol (2 refeições).

As inscrições poderão ser efectuadas junto do Posto de Turismo de Vila Nova de Milfontes.

 
Fonte: Local.pt