Comissão Federal Marítima dos EUA reafirma apoio ao P3 mas respeita decisão da China

Imagem

A Comissão Federal Marítima dos Estados Unidos da América reafirmou o seu total apoio à aliança P3 (Maersk, CMA-CGM e MSC), depois do Governo chinês ter recusado o acordo nas suas águas, algo que fez com que os armadores recuassem na decisão. 

Num comunicado, a entidade norte-americana refere que em março analisou os detalhes da aliança e qie “não era provável, neste momento, , que se criasse uma redução da competitividade, nem que o custo do transporte aumentasse”. Assim, refere a entidade, o acordo cumpria com a Lei da Marinha.

No mesmo comunicado, a Comissão Federal Marítima refere que respeita a decisão chinesa mas recorda que “as alianças entre armadores oferecem um benefício potencial de poupança de custos e de eficiência ambiental”. 

Fonte: Cargo

Aliança P3 afinal não será colocada em prática

Imagem

O Governo da China não aprovou a aliança P3 pelo que a Maersk, MSC e CMA CGM não poderão operar em conjunto no mercado chinês. O Governo chinês justificou a sua decisão com as normas de controlo de concentração empresarial existentes no país.

Em comunicado, a Maersk confirmou que respeitará a decisão do Governo chinês e referiu mesmo que irão ser paralisados todos os trabalhos preparatórios da Rede P3.

“A decisão surpreendeu-nos, tal como aos colaboradores com os quais estamos a trabalhar”, referiu o conselheiro delegado da Maersk, Nils S. Andersen. “Este tipo de aliança iria ajudar a reduzir emissões de dióxido de carbono da companhia”, acrescentou Andersen.

A intenção de criar a P3 foi anunciada há um ano, em junho de 2013. O objetivo passava por partilhar navios e rotas entre Ásia e Europa e Estados Unidos. Queriam fazer do transporte marítimo regular de contentores algo mais eficiente e melhorar a qualidade do serviço. As companhias partilhariam 255 navios com capacidade total de 2,6 milhões de TEU. Agora, com a impossibilidade de estar no mais importante mercado asiático (e mundial), a P3 vai por água abaixo.

Fonte: Cargo

Bruxelas dá “luz verde” às alianças P3 e G6

Imagem

“Nesta fase, a Comissão não pretende abrir procedimentos relativamente à P3 ou à G6”, anunciou o porta-voz da Comissão Europeia para a política de concorrência, Antoine Colombani.

Depois dos EUA, em Março passado, foi agora a vez da União Europeia entender que as anunciadas alianças de companhias marítimas não colocam em causa a concorrência no sector nem prejudicam os respectivos mercados. Ficam a faltar as decisões das autoridades da concorrência da R.P. China e da Coreia do Sul.

A demora nas decisões levou, muito recentemente, a Maersk Line, a MSC e a CMA CGM, que integram a P3, na adiarem para o Outono o início das operações. A G6 integra a Hapag-Lloyd, a APL, a HMM, a MOL, a NYK e a OOCL.

Em comunicado, os membros da P3 saudaram a decisão de Bruxelas e insistiram em que a projectada aliança se restringirá à cooperação operacional, deixando de fora, para cada um dos membros, as vendas, o marketing, os serviços aos clientes e a política de preços

A P3 operará cerca de 250 navios, com uma capacidade agregada de 2,6 milhões de TEU, nas três principais rotas comerciais: Ásia-Europa, Trans-Pacífico e Trans-Atlântico.

 A G6 opera desde Março do ano passado no Ásia-Europa e propõe-se agora estender a cooperação ao Trans-Pacífico e Trans-Atlântico. A sua frota agregada será então de 240 navios.

Fonte: TeR

Aliança P3 chega no outono

Imagem

A aliança P3, composta por CMA CGM, Maersk e MSC, vai iniciar as suas operações no outono deste ano, o que significa um atraso face ao inicialmente previsto, que apontava para meados de 2014.

A informação chegou num comunicado da CMA CGM, no qual a companhia francesa informa ainda que a 24 de Março a Comissão Federal dos Estados Unidos (FMC) permitiu que a aliança P3 fosse efectiva nos EUA. 

As companhias que compõem o P3 continuam a cooperar junto das autoridades da Europa e Ásia, explicando a natureza da rede e respondendo a outras questões essenciais para uma aliança desta natureza. 

A aliança P3 foi acordada em Junho de 2013, com o objectivo de melhorar e optimizar as operações e ofertas de serviços, sobretudo nas rodas marítimas entre ocidente e oriente, para além de reduzir os prejuízos provocados pelos cancelamentos de travessias.

A rede do P3 vai englobar as linhas Ásia-Europa, transpacífica e transatlântica, com cada linha a oferecer mais frequências semanais na rede combinada, assim como mais portos de escala. Os navios serão operados de forma separada por um centro de operações conjunto. Mas as vendas, o serviço ao cliente, entre outros, continuarão independentes de cada companhia.

Fonte: Cargo

Washington dá “luz verde” à Aliança P3

Imagem

A Comissão Marítima Federal dos EUA aprovou a criação da Aliança P3, que reúne a Maersk Line, a MSC e a CMA CGM. O arranque das operações, previsto para o terceiro trimestre deste ano, está ainda dependente das decisões das autoridades da Concorrência da Europa e da Ásia. Os cinco membros da Comissão norte-americana decidiram por maioria (quatro votos contra um) que a anunciada aliança não representa um risco para o mercado, sendo improvável “que produza um aumento exagerado dos custos de transporte, ou uma redução exagerada dos serviços de transporte”. O ex-presidente da FMC foi o único a votar contra a aliança, considerando tratar-se de uma verdadeira fusão, que reduzirá as opções de transporte para os carregadores nos portos norte-americanos. A FMC não impôs “remédios” para viabilizar a Aliança P3, mas avisou que monitorizará a sua presença no mercado e que intervirá rapidamente caso verifique alguma variação anormal nos níveis da oferta ou dos preços. A decisão da FMC aplica-se apenas aos tráfegos para os EUA. O arranque das operações da Aliança P3 continua, por isso, dependente das decisões das autoridades da Concorrência da União Europeia e da Ásia (em particular, China). A Maersk Line, a MSC e a CMA CGM pretendem iniciar as operações conjuntas no terceiro trimestre deste ano, a tempo de aproveitarem a época alta.

Fonte: Transportes e Negócios.