Seis navios trouxeram 18 mil turistas hoje a Lisboa

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Os emblemáticos navios Queen Mary 2, Queen Elizabeth 2 e Queen Victoria, mas também os cruzeiros ‘Rotterdam’, ‘Ruby Princess’ e o ‘Silver Whisper’ atracaram esta terça-feira em Lisboa onde vão ‘largar’ cerca de 18 mil turistas. 

O facto é por si um recorde, uma vez que nunca tinha chegado tantos turistas de uma só vez, mas assinala também a primeira vez que os três navios do operador britânico Cunard Line atracam juntos pela primeira vez em Lisboa.

Este é mais um dado que sustenta o crescimento deste tipo de actividade turística no nosso país, que em 2013 registou o seu ponto mais alto de sempre ao receber 353 escalas de embarcações deste género, que trouxeram à capital portuguesa um total de 558 mil estrangeiros.

Fonte: Noticias ao Minuto

Contrato de concessão do terminal de cruzeiros de Lisboa assinado em Junho

ImagemO contrato de concessão do terminal de cruzeiros de Lisboa deverá ser assinado em Junho pela Administração do Porto de Lisboa e o consórcio vencedor do concurso, noticia o “Diário Económico”.

A Administração do Porto de Lisboa anunciou que adjudicou a concessão do terminal de cruzeiros de Lisboa ao consórcio que junta a Global Liman Isletmeleri, o grupo Sousa Investimentos, a Royal Caribbean Cruises e a Creuers del Port de Barcelona. 

A administradora do porto de Lisboa com o pelouro dos cruzeiros, Andreia Ventura (na foto), revelou ao “Diário Económico”, que “a Autoridade da Concorrência já se pronunciou de forma favorável à concessão, mas falta a pronuncia de não oposição do Tribunal de Contas que deverá acontecer daqui a um mês”. Assim, a mesma responsável antevê que tudo estará pronto para a assinatura do contrato no próximo mês de Junho.

Fonte: PDP

Lisboa é cidade de eleição de passageiros de Cruzeiro

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A capital portuguesa é uma das preferidas dos passageiros que viajam de cruzeiro, de acordo com um inquérito feito pelo Observatório do Turismo de Lisboa, em parceria com a Administração do Porto de Lisboa.

Metade dos passageiros estrangeiros que visita a capital portuguesa em viagens de cruzeiro coloca Lisboa no top 10 de destinos a visitar.

De acordo com um inquérito levado a cabo pelo Observatório do Turismo de Lisboa, em parceria com a Administração do Porto de Lisboa, a maioria dos turistas que passam pela cidade ‘alfacinha’ indica que esta tem uma forte importância na escolha do seu percurso de férias.

Um comunicado enviado às redações indica ainda o perfil de visitantes da capital portuguesa, com prevalência para os britânicos com uma média de 50 anos, a viajar em casal, sem filhos.

Os turistas que visitam Lisboa não perdem, geralmente, uma passagem pela Baixa/Chiado, Bairro Alto/Cais do Sodré e Belém, aproveitando para comprar essencialmente vinho, artesanato e pastelaria.

Fonte: PDP

Programa Marco Polo e o Porto de Lisboa: que visão?

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O porto de Lisboa, apesar de sofrer uma forte pressão urbana com uma grande densidade populacional e com todos os constrangimentos que daí advêm, tem necessidade de encontrar soluções complementares que possam minimizar o impacto que o transporte rodoviário apresenta na região de Lisboa, tentando melhorar o escoamento de fluxo de cargas, através de outros modos de transporte, neste caso concreto, o modo ferroviário e fluvial, privilegiando, assim, a possibilidade de expansão no seu hinterland, através da sua integração na cadeia logística.

A intermodalidade com base na ferrovia e no fluvial é sem dúvida o principal meio de descongestionar a rede de infra-estruturas rodoviárias, quer em Portugal, quer no resto da Europa. 

Assim, fará sentido pensar que, para o porto de Lisboa, o modo mais eficiente para alargar o hinterland, na medida em que o escoamento de mercadorias via rodovia é hoje maioritario, será o transporte ferroviário e o marítimo/fluvial. A redução do congestionamento e da poluição do ar por coexistir ao mesmo tempo com alternativas viáveis e eficientes para os players interessados, com a criação de plataformas logísticas ligadas ao porto, onde se integrem os vários modos de transporte, em comunhão com um sistema informático logístico comum, numa espécie de plataforma única que integre e possa permitir a expedição intermodal fácil de utilizar, fiável e flexível, facilitando a fluidez da mercadoria, reduzindo a burocracia e tempos de espera, ajudando a descongestionar as infra-estruturas de transportes rodoviárias.

Estas são medidas que poderão trazer benefícios financeiros, logísticos e ambientais a curto, médio e longo prazo, para evitar riscos de excesso de tráfego nos acessos rodoviários e maximizando o uso das capacidades do porto, evitando o consequente desperdício de dinheiro público.

É claro que para tudo isto funcionar e se integrar na perfeição serão necessários investimentos quer na revitalização das infra-estruturas já existentes, quer na criação de novas plataformas logísticas e a nível tecnológico. Seria necessário revivificar o modo ferroviário, dedicando linhas exclusivas ao transporte de mercadorias. Mas sobretudo, e mais importante ainda, promover o transporte marítimo/fluvial, criando ramais fluviais e zonas equipadas para transbordo e para permitir a fluidez das mercadorias transportadas. 

Essa dinamização, o seu ordenamento e regulamentação, trariam benefícios e reduziriam o impacto rodoviário no hinterland do porto, através da excelente condição navegável que o rio e o Estuário do Tejo oferecem.

Torna-se, assim, imperativo pensar que a criação de plataformas logísticas especializadas em determinados tipos de carga, em junção com a dinamização do transporte fluvial, e a criação de áreas para o transbordo dessa carga, deverá ser incluído na cadeia logística podendo vir a mostrar-se bastante competitivo, pois permitiria ao porto aumentar a sua capacidade de movimentação de carga com a consequente possibilidade de atracção de novos operadores portuários, aumentando o seu hinterland como porto integrador da cadeia logística, oferecendo novos serviços. 

Não esquecer que as vias navegáveis interiores beneficiam de uma capacidade potencial subutilizada em termos de infra-estruturas e embarcações, onde poderiam fazer face a volumes de tráfego superiores aos existentes, e da eliminação dos estrangulamentos existentes na rede.

O porto de Lisboa poderá tornar-se, assim, um elemento crucial na cadeia de logística, assumindo uma posição privilegiada e podendo ter uma forte articulação com todas as plataformas logísticas e terminais intermodais dentro da sua área de influência. E o desenvolvimento do transporte fluvial e do transporte marítimo de curta distância deverá assentar num serviço portuário eficaz, facilitador, dinamizador e, baseado nos princípios da concorrência regulada.

Sandra Figueiredo da Cunha
Mestranda em Gestão Portuária na ENIDH

 
Fonte: Cargo

 

 

Investimento no porto de Lisboa não será público

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O ministro da Economia, António Pires de Lima, assegurou no parlamento que o alargamento do porto de Lisboa, seja na Trafaria ou no Barreiro, avançará sem investimento público, adiantando que existem empresas privadas interessadas no desenvolvimento destas infraestruturas.

“Existe assumidamente interesse de empresas de operação privada no desenvolvimento do porto na margem sul do Tejo, seja na Trafaria ou no Barreiro, tal como existe no terminal de Alcântara. Estamos a fazer alguns estudos que ainda não estão concluídos, mas aquilo que posso garantir é que estes investimentos avançarão na medida em q não exijam investimentos públicos para o desenvolvimento destas infraestruturas”, afirmou o ministro.

Pires de Lima falava na Comissão Parlamentar de Economia e Obras Públicas, no seguimento de requerimentos do PCP, PS e PSD sobre a estratégia de desenvolvimento para o Porto de Lisboa.

Logo no início da audição, o ministro recordou que ainda estão em cima da mesa as alternativas Trafaria (concelho de Almada) e Barreiro: “São duas hipóteses que estão a ser estudadas. Nos dois casos com investimento público zero ou tendencialmente zero”, disse.

Questionado pelos deputados sobre a viabilidade económica do alargamento das infraestruturas marítimo-portuárias de Lisboa, Pires de Lima afirmou que “o investimento para o crescimento da estrutura portuária de Lisboa é ‘assegurável’ por privados” e que “o Governo não está a pensar alocar verbas do Orçamento do Estado dos próximos anos ao desenvolvimento desta estrutura portuária na margem sul do Tejo”.

Recordando os problemas ambientais e “controvérsia que existe há vários anos” associados à construção de um porto de águas profundas no Estuário do Tejo, a deputada do Bloco de Esquerda Mariana Mortágua considerou ainda que “não basta que um operador privado tenha interesse em construir este terminal para que ele seja do interesse nacional”.

“Se ambientalmente não for possível e se a nível económico-financeiro for desinteressante, esta oportunidade não é aproveitada. Teremos pena, mas não poderá ser aproveitada”, assegurou o ministro, adiantando que o Governo “tem indicações, ainda que não definitivas, de que do ponto de vista ambiental será possível”.

O Governo está a aguardar por estudos de viabilidade económica, mas Pires de Lima admitiu que 600 milhões de euros é o montante estimado para a construção do porto de águas profundas. “Não estamos a pensar fazer nenhuma nova travessia. Vivemos bem com as que existem”, disse o ministro.

“Com a opção Barreiro, temos a ponte Vasco da Gama. E o investimento em infraestruturas rodoviárias e ferroviárias serão muito minimizadas se a localização final escolhida for o Barreiro”, apontou, defendendo também um investimento privado ao nível ferroviário, caso a opção adotada seja a Trafaria.

O deputado do PCP Bruno Dias recordou, no início da comissão, as críticas da população, há cerca de um ano, quanto à localização de um porto de águas profundas na Trafaria e questionou se realmente “faz falta” um novo porto no estuário do Tejo e apelou a uma “ao fim da indefinição” da localização.

O ministro respondeu que existem ainda “duas alternativas” em estudo para um porto de águas profundas em Lisboa, porque “ainda não há decisão” pela localização Trafaria ou Barreiro.

Por sua vez, a deputada do PS Ana Paula Vitorino defendeu uma coordenação entre os portos de Lisboa e Setúbal: “Não se trata de nenhum preconceito político, trata-se de ver ou não se é necessário o porto”, disse a ex-secretária de Estado dos Transportes do primeiro Governo de José Sócrates.

Pires de Lima afirmou, por várias vezes, que os dois portos não são concorrentes, mas complementares, exemplificando com “os operadores interessados são diferentes e têm vocações diferentes”, disse.

O ministro destacou ainda que a abertura dos autarcas de Lisboa e do Barreiro.

Fonte: Cargo

Porto de Lisboa cresce 6,5% nos granéis sólidos em Fevereiro

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O porto de Lisboa registou um crescimento de cerca de 6,5% na movimentação de granéis sólidos, no mês de Fevereiro. Foram movimentadas mais 28 179 toneladas, comparativamente com igual período de 2013. 

Os terminais que contribuíram para este significativo aumento foram o Terminal de Granéis Alimentares do Beato, o Terminal do Barreiro e o Terminal de Granéis Alimentares de Palença, com 44,7%, 5,2% e 3,1%, respectivamente.

Assim, o porto de Lisboa recebeu 47 navios que transportaram granéis sólidos, que se traduziu num crescimento de 6,8% em relação ao GT, ou seja, um crescimento mensal de cerca de 30,6% em termos de procura, em relação ao ano passado.

Fonte: Cargo