Campanha de pesca do atum-rabilho de 2014

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A Comissão Europeia reiterou o seu compromisso de aplicar as medidas internacionais de controlo do atum-rabilho durante a principal campanha de pesca de 2014. Durante esta campanha, que decorre até 24 de Junho no Mediterrâneo e no Atlântico Este, o atum-rabilho pode ser pescado por grandes navios, cercadores com rede de cerco com retenida. A curta duração da campanha de pesca faz parte do plano de recuperação acordado a nível internacional para repor as unidades populacionais deste peixe a níveis sustentáveis.

Maria Damanaki, Comissária Europeia responsável pelos assuntos marítimos e as pescas, declarou: «A UE tem vindo a trabalhar incansavelmente para proteger o atum-rabilho: reduzimos a frota de pesca, apertámos os controlos e temos desempenhado um papel activo e coerente na Convenção Internacional para a Conservação dos Tunídeos do Atlântico, que é responsável pela gestão desta pescaria. Contribuímos assim para afastar a ameaça de extinção que pairava sobre as unidades populacionais de atum-rabilho do Atlântico Este. Estou convicta de que estamos no bom caminho.»
Este ano, a Croácia fará pela primeira vez parte da frota da UE. Consequentemente, o número de cercadores com rede de cerco com retenida aumentou, assim como a quota da UE para 2014, que passou a ser de 7 939 toneladas, ou seja, mais 5 %. Os outros Estados-Membros activamente envolvidos na pesca do atum-rabilho são a Espanha, a França, a Itália, a Grécia, Portugal, Malta e Chipre. Estes oito países dividem entre si a quota da UE, tendo a Espanha e a França as maiores partes.
Para impedir a sobrepesca, foi instaurado um rigoroso programa de controlo e inspecção. O programa assegura o rigor dos controlos estabelecendo prioridades e parâmetros de referência concretos. Envolve um grande número de inspectores, assim como de navios e aeronaves de patrulha, coordenados pela Agência Europeia de Controlo das Pescas (EFCA) e pelos Estados-Membros em causa. 
A Comissão Europeia também monitoriza, em permanência, as capturas e analisa os dados do sistema de localização dos navios (um sistema de controlo por satélite), a fim de garantir o respeito integral de todas as regras e, nomeadamente, das quotas individuais dos navios. 
A pesca do atum-rabilho é regulamentada pela Comissão Internacional para a Conservação dos Tunídeos do Atlântico (ICCAT), de que são membros a UE e os seus Estados-Membros. A estreita colaboração com a Agência Europeia de Controlo das Pescas, com os Estados-Membros e com as outras Partes Contratantes na ICCAT é garante de que todas as medidas necessárias estão a ser tomadas para apoiar o plano de recuperação das unidades populacionais e a sua sustentabilidade a longo prazo.

Contextualização

Em 2006, a ICCAT adoptou um plano de recuperação, de 15 anos, para o atum-rabilho no Atlântico Este e no Mediterrâneo, o qual tem sido periodicamente alterado com base na avaliação das unidades populacionais, nos controlos efectuados e nas novas tecnologias. 
Em 2010 e 2012 foram introduzidas medidas substanciais para impor na prática a gestão sustentável das unidades populacionais. Na última reunião anual da ICCAT, em Novembro de 2013, foram adoptadas medidas complementares para melhorar o controlo do atum-rabilho capturado vivo para fins de criação, estabelecendo-se regras detalhadas para a aplicação das novas tecnologias.

Fonte: Rostos

 

Nada nua com os tubarões mais perigosos do mundo

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A mergulhadora Lesley Rochat decidiu promover uma campanha contra o abate de espécies em vias de extinção um pouco por todo o mundo e levou a cabo uma tarefa bastante arriscada. Ela nadou quase nua, ao lado de tubarões tigre, uma das espécies mais perigosas do mundo. 

Lesley Rochat usa apenas um biquini branco em algumas das fotografias e nada completamente nua noutras. 

Algumas das fotografias foram divulgadas na sua página do Facebook, onde também vai dando conta do impacto da iniciativa na imprensa mundial.

Fonte: TVI

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