O Governo da China não aprovou a aliança P3 pelo que a Maersk, MSC e CMA CGM não poderão operar em conjunto no mercado chinês. O Governo chinês justificou a sua decisão com as normas de controlo de concentração empresarial existentes no país.
Em comunicado, a Maersk confirmou que respeitará a decisão do Governo chinês e referiu mesmo que irão ser paralisados todos os trabalhos preparatórios da Rede P3.
“A decisão surpreendeu-nos, tal como aos colaboradores com os quais estamos a trabalhar”, referiu o conselheiro delegado da Maersk, Nils S. Andersen. “Este tipo de aliança iria ajudar a reduzir emissões de dióxido de carbono da companhia”, acrescentou Andersen.
A intenção de criar a P3 foi anunciada há um ano, em junho de 2013. O objetivo passava por partilhar navios e rotas entre Ásia e Europa e Estados Unidos. Queriam fazer do transporte marítimo regular de contentores algo mais eficiente e melhorar a qualidade do serviço. As companhias partilhariam 255 navios com capacidade total de 2,6 milhões de TEU. Agora, com a impossibilidade de estar no mais importante mercado asiático (e mundial), a P3 vai por água abaixo.
Fonte: Cargo


