Aliança P3 afinal não será colocada em prática

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O Governo da China não aprovou a aliança P3 pelo que a Maersk, MSC e CMA CGM não poderão operar em conjunto no mercado chinês. O Governo chinês justificou a sua decisão com as normas de controlo de concentração empresarial existentes no país.

Em comunicado, a Maersk confirmou que respeitará a decisão do Governo chinês e referiu mesmo que irão ser paralisados todos os trabalhos preparatórios da Rede P3.

“A decisão surpreendeu-nos, tal como aos colaboradores com os quais estamos a trabalhar”, referiu o conselheiro delegado da Maersk, Nils S. Andersen. “Este tipo de aliança iria ajudar a reduzir emissões de dióxido de carbono da companhia”, acrescentou Andersen.

A intenção de criar a P3 foi anunciada há um ano, em junho de 2013. O objetivo passava por partilhar navios e rotas entre Ásia e Europa e Estados Unidos. Queriam fazer do transporte marítimo regular de contentores algo mais eficiente e melhorar a qualidade do serviço. As companhias partilhariam 255 navios com capacidade total de 2,6 milhões de TEU. Agora, com a impossibilidade de estar no mais importante mercado asiático (e mundial), a P3 vai por água abaixo.

Fonte: Cargo

Aliança P3 chega no outono

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A aliança P3, composta por CMA CGM, Maersk e MSC, vai iniciar as suas operações no outono deste ano, o que significa um atraso face ao inicialmente previsto, que apontava para meados de 2014.

A informação chegou num comunicado da CMA CGM, no qual a companhia francesa informa ainda que a 24 de Março a Comissão Federal dos Estados Unidos (FMC) permitiu que a aliança P3 fosse efectiva nos EUA. 

As companhias que compõem o P3 continuam a cooperar junto das autoridades da Europa e Ásia, explicando a natureza da rede e respondendo a outras questões essenciais para uma aliança desta natureza. 

A aliança P3 foi acordada em Junho de 2013, com o objectivo de melhorar e optimizar as operações e ofertas de serviços, sobretudo nas rodas marítimas entre ocidente e oriente, para além de reduzir os prejuízos provocados pelos cancelamentos de travessias.

A rede do P3 vai englobar as linhas Ásia-Europa, transpacífica e transatlântica, com cada linha a oferecer mais frequências semanais na rede combinada, assim como mais portos de escala. Os navios serão operados de forma separada por um centro de operações conjunto. Mas as vendas, o serviço ao cliente, entre outros, continuarão independentes de cada companhia.

Fonte: Cargo

Washington dá “luz verde” à Aliança P3

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A Comissão Marítima Federal dos EUA aprovou a criação da Aliança P3, que reúne a Maersk Line, a MSC e a CMA CGM. O arranque das operações, previsto para o terceiro trimestre deste ano, está ainda dependente das decisões das autoridades da Concorrência da Europa e da Ásia. Os cinco membros da Comissão norte-americana decidiram por maioria (quatro votos contra um) que a anunciada aliança não representa um risco para o mercado, sendo improvável “que produza um aumento exagerado dos custos de transporte, ou uma redução exagerada dos serviços de transporte”. O ex-presidente da FMC foi o único a votar contra a aliança, considerando tratar-se de uma verdadeira fusão, que reduzirá as opções de transporte para os carregadores nos portos norte-americanos. A FMC não impôs “remédios” para viabilizar a Aliança P3, mas avisou que monitorizará a sua presença no mercado e que intervirá rapidamente caso verifique alguma variação anormal nos níveis da oferta ou dos preços. A decisão da FMC aplica-se apenas aos tráfegos para os EUA. O arranque das operações da Aliança P3 continua, por isso, dependente das decisões das autoridades da Concorrência da União Europeia e da Ásia (em particular, China). A Maersk Line, a MSC e a CMA CGM pretendem iniciar as operações conjuntas no terceiro trimestre deste ano, a tempo de aproveitarem a época alta.

Fonte: Transportes e Negócios.