Camilo Abdula a caminho da Califórnia para a "reconquista".

Camilo Abdula, atleta de Sines e vencedor do mundo de surf adaptado em 2022, está de malas feitas para a Califórnia, nos Estados Unidos da América.

É lá que vai realizar-se, entre os próximos dias 3 e 9 de novembro, o Mundial de Para Surfing (ISA World Para Surfing Championship).

A prova vai realizar-se na popular praia de Huntington Beach, onde o atleta sagrou-se campeão em 2022 e irá tentar a “reconquista” do título, após ter sido medalha de bronze no ano passado.

Para além de Camilo Abdula, na Seleção Portuguesa estão ainda a tricampeã Marta Paço e Afonso Faria.

“A Federação leva Marta Paço, Camilo Abdula e Afonso Faria, três atletas de grande categoria e experiência neste tipo de competição. Especialmente, a Marta, tricampeã, e o Camilo campeão em 2022. O Afonso é o menos experiente, mas acredito que este ano conseguirá um lugar na final. Pelo menos é essa expectativa: colocar todos nas finais. É o nosso desejo e o da Federação”, disse o técnico nacional, Tiago Prieto.

No total, esta competição vai juntar 149 atletas de todo o mundo

Marta Paço a caminho da Califórnia à conquista do ‘tetra mundial’

Marta Paço, atleta de Viana do Castelo e tricampeã do mundo de surf adaptado, está de malas feitas para a Califórnia, nos Estados Unidos da América.

É lá que vai realizar-se, entre os próximos dias 3 e 9 de novembro, o Mundial de Para Surfing (ISA World Para Surfing Championship).

A prova vai realizar-se na popular praia de Huntington Beach.

Para além de Marta Paço, na Seleção Portuguesa estão ainda Camilo Abdula e Afonso Faria.

“A Federação leva Marta Paço, Camilo Abdula e Afonso Faria, três atletas de grande categoria e experiência neste tipo de competição. Especialmente, a Marta, tricampeã, e o Camilo campeão em 2022. O Afonso é o menos experiente, mas acredito que este ano conseguirá um lugar na final. Pelo menos é essa expectativa: colocar todos nas finais. É o nosso desejo e o da Federação”, disse o técnico nacional, Tiago Prieto.

No total, esta competição vai juntar 149 atletas de todo o mundo.

XV Congresso APLOP: Porto de Sines com novos desenvolvimentos de cooperação.

 

O Porto de Sines está presente no XV Congresso da Associação dos Portos de Língua Oficial Portuguesa (APLOP), que tem hoje, dia 31, o seu encerramento. A reunião magna decorre no Porto de Leixões.

Com uma temática centrada nos três C’s de criação de valor no espaço da Lusofonia – Cooperação, Conectividade e Capacitação, o XV Congresso da APLOP reúne representantes e autoridades do sector portuário dos vários países lusófonos em debates relevantes que abrangem a “Cooperação no Espaço da Lusofonia”, a “Conectividade e Investimentos em Infraestruturas”, o “Novo Marco Legal dos Portos do Brasil”, o “Ensino Superior e o Sector Marítimo-Portuário” e a “Capacitação e Cibersegurança”.

Integrado no painel de “Cooperação no Espaço da Lusofonia”, o Presidente da Administração dos Portos de Sines e do Algarve S.A, José Luís Cacho, destacou os novos desenvolvimentos estratégicos estabelecidos no âmbito da Global Gateway entre o Porto de Sines e o Pecém, essenciais para promover o desenvolvimento de corredores logísticos sustentáveis e digitais que promovam o negócio, a inovação e o desenvolvimento de vantagens competitivas para ambos os portos.

A relembrar ainda que o Porto de Sines tem vindo a estabelecer parcerias estratégicas para o desenvolvimento de Corredores Verdes no espaço lusófono, nomeadamente com Angola e o Brasil.

O Porto de Sines está ainda presente no espaço de exposição do congresso da APLOP promovendo a Agenda NEXUS, projecto liderado pelo porto, que consiste numa Agenda de Inovação envolvendo um consórcio de 35 parceiros representativos de toda a cadeia logística. Como objectivo primordial, a agenda visa descarbonizar o corredor logístico de Sines, através do desenvolvimento de 28 novos produtos e serviços direccionados para a Transição Verde e Digital nos sectores dos transportes e logística.

Houthis reivindicam ataques a navios no Mar Vermelho e no Mar Arábico.

Os rebeldes Houthis do Iémen anunciaram recentemente uma nova onda de acção, com ataques a três navios no Mar Vermelho e no Mar da Arábia, de acordo com a Reuters.

O porta-voz militar Houthi, Yahya Sarea, afirmou num discurso televisionado que os ataques tiveram como alvo, navios que tinham como destino, Israel. 

Os navios em questão, registados na Libéria, foram indicados como sendo o graneleiro Motaro, o navio porta-contentores SC Montreal, e o navio porta-contentores Maersk Kowloon.O ataque ao Maersk Kowloon foi prontamente desmentido pela Maersk, numa clara rejeição do que foi emitido.

Os Houthis retomam assim a frequência intensiva de ataques que, segundos os próprios, só irão cessar quando Israel parar as suas operações em Gaza e no Líbano. 

MSC reforça investimentos em Las Palmas para ganhar capacidade.

A subsidiária da MSC, a TIL ( Terminal Investment Limited ), que possui a concessão do Terminal Gran Canaeri OPCSA, vai investir cerca de 22,5 milhões de euros no terminal.

O valor vem na sequência da assinatura de um contrato com o fabricante chinês ZPMC para inc a aquisição de duas novas gruas STS.  Além disso, de acordo com a Autoridade Portuária, a empresa aprovou no seu plano de investimentos para 2025 a aquisição de oito novos RTGs, no valor de 24,7 milhões de euros”

O bolo todo do investimento ronda assim, os 47,2 milhões de euros para reforçar o equipamento portuário com o objectivo de aumentar a capacidade operacional. As novas gruas irão dar capacidade de resposta ao aumento progressivo da movimentação no Terminal.

“A Opcsa espera fechar o ano com mais de 900 mil teus movimentados e considera que poderá atingir a meta de um milhão de teus em 2025”, afirmou Autoridade Portuária, acrescentando que “com a instalação dos dois novos STS a capacidade será significativamente aumentada, o que colocará o porto de Las Palmas numa posição mais vantajosa.

Retirados do mar canhões de bronze que pertenceram a caravela portuguesa do século XVI

Dois canhões de bronze foram retirados do mar ao largo de Esposende. Pertencem a um navio do século XVI cujos destroços foram descobertos há apenas 10 anos.

Cada um dos canhões pesa entre 500 a 700 quilos e mede quase três metros. Os mergulhadores tiveram de recorrer a vários balões com ar para levantar as duas peças e fazer o transporte para terra.

A ideia é depois fazer-se uma limpeza e tratamentos que podem demorar mais de dois anos. Os canhões pertencem a um navio naufragado do século XVI, uma caravela portuguesa que transportava louças e passageiros.

Em bronze e de corpo octogonal só existem em Portugal mais outros três canhões como estes. No fundo do mar ficaram mais quatro em ferro.

Ex-Estivadores do Porto de Lisboa em protesto junto ao Parlamento

Segundo avançou a SIC Notícias, aproximadamente uma centena de ex-estivadores e também seus familiares concentraram-se em frente ao Parlamento para contestar o processo
de insolvência da Associação de Empresas de Trabalho Portuário (A-ETPL), que
levou em 2020 ao despedimento de 140 trabalhadores do Porto de Lisboa.

O protesto, que decorreu de forma pacífica e juntou vários
ex-estivadores dos portos de Lisboa, Setúbal e Aveiro, que em alguns casos se
fizeram acompanhar pelas mulheres e pelos filhos. Em causa está um processo de insolvência da A-ETPL, que, na
sequência de vários conflitos laborais, culminou em 2020 com o despedimento de,
pelo menos, 140 trabalhadores.

 O advogado Miguel da Silva, que representa 80 dos 140
trabalhadores e que se assume como um dos porta-vozes desta luta, explicou que
a iniciativa visou “chamar a atenção para as consequências sociais”
destes despedimentos e responsabilizar o Estado português por “inoperância”.

“Estas pessoas vão recorrer, vão exercer o seu direito de
petição perante o Parlamento Europeu. Vão denunciar Portugal à Comissão
Europeia por violação e distorção das regras de concorrência. O que se passou
foi um escândalo”, afirmou. No entendimento do defensor, o Governo anterior, liderado
por António Costa, “foi conivente” com as operadoras portuárias e permitiu que
“existissem abusos laborais”.

 Miguel da Silva referiu que o valor reclamado na insolvência
da A-ETPL e os valores em dívida aos estivadores no ativo estima-se em mais de
20 milhões de euros. “Estamos hoje aqui a lutar para impedir que situações
destas voltem a ocorrer”, afirmou, apontando para a necessidade de alterações
legislativas.

Fazendo-se acompanhar pela mulher e pelo filho de oito anos,
Sérgio Sampaio, que trabalhou durante 14 anos no Porto de Lisboa, contou aos
jornalistas presentes as dificuldades que sentiu quando ficou desempregado. “Inicialmente
foi muito difícil, psicologicamente difícil de ultrapassar e aguentar,
sobretudo com um criança que não tem a idade que tem hoje (tinha quatro anos em
2020). Agora as coisas, com a ajuda da minha esposa, têm começado a compor-se”,
relatou.

O conflito laboral no porto de Lisboa, que motivou várias
greves dos estivadores da A-ETPL, principal empresa de cedência de mão-de-obra
aos sete operadores portuários de Lisboa, levou a administração daquela empresa
de trabalho temporário a pedir a insolvência em março de 2020. As empresas de estiva do porto de Lisboa, únicos acionistas,
administradores e clientes da A-ETPL, pediram a insolvência da empresa, após a
recusa do sindicato em aceitar uma proposta de redução salarial de 15% e o fim
das progressões de carreira automáticas.

Cruzeiros em Lisboa "deram" 1.934 milhões de euros em 2023

Segundo um estudo divulgado hoje pelo Porto de Lisboa, a actividade
dos cruzeiros em Lisboa teve um impacto total de 1.934 milhões de euros em
2023, representando 2,16% do Produto Interno Bruto (PIB) do turismo nacional.

Os números divulgados pelo Porto de Lisboa, em comunicado,
estão inscritos no estudo “Avaliação do Impacto Económico da Indústria de
Cruzeiros em Lisboa 2023”, realizado pela Nova SBE.

De acordo com o estudo, a atividade dos cruzeiros em Lisboa
representou 0,3% do PIB nacional em 2023, tendo um impacto direto de 794
milhões de euros, mais 458 milhões de euros face aos 336 milhões de 2019.

Em termos de impactos totais (indirecto+directo+induzido), o
sector dos cruzeiros em Lisboa representou 2,16% do PIB do turismo nacional,
gerando 1.934 milhões de euros e a criação de mais de 20 mil postos de
trabalho.

“Cada navio de cruzeiro que faz escala no Porto de Lisboa
contribui, em média, com 2,29 milhões de euros para o PIB, cria 59 postos de
trabalho e gera 0,91 milhões de euros em receitas fiscais”, lê-se na nota.

Ainda segundo o estudo, os passageiros de cruzeiros gastam
em Lisboa, em média, 159 euros, o que representa um aumento face aos números
apurados em 2022 e 2019.

O impacto da actividade económica dos cruzeiros fez-se
sentir com maior incidência no sector do alojamento (142 milhões de euros),
agências de viagens (112,8 milhões), venda a retalho (108,8 milhões),
restauração (81,3 milhões) e transportes (79,6 milhões).

Sines lidera crescimento portuário nacional com 3,3M de toneladas.

O Porto de Sines continua a destacar-se no panorama portuário nacional, sendo apontado como o grande responsável pelo crescimento na movimentação de carga no país.

Segundo os mais recentes indicadores da AMT (Autoridade da Mobilidade e dos Transportes), divulgados no início desta semana e referentes ao mês de julho, Sines registou um crescimento de 12,8%, movimentando cerca de 3,3 milhões de toneladas.

Açores cria a maior rede de áreas marinhas protegidas da Europa.

Os Açores aprovaram uma rede de áreas marinhas protegidas em 30% do mar do arquipélago, com uma extensão de 287.000 km².

Com esta decisão, os Açores irão contribuir para a meta de conservação global dos oceanos, um marco importante rumo à sustentabilidade da biodiversidade marinha, permitindo a criação de um santuário para espécies migratórias, peixes e corais de águas profundas e ecossistemas únicos de fontes hidrotermais.

Os ecossistemas marinhos restaurados e devidamente protegidos acarretam muitos benefícios sociais, económicos e para a saúde das comunidades costeiras mas também de toda a população da União Europeia.

A Região Autónoma dos Açores reforça assim o compromisso com as prioridades de sustentabilidade e protecção ambiental da UE, tornando-se um exemplo de liderança no caminho para o objectivo europeu de proteger 30% das áreas marítimas até 2030.