Obras do terminal de cruzeiros de Leixões dentro do orçamento

Numa aposta clara no turismo, a Administração do Porto do Douro e Leixões (APDL) decidiu avançar com o novo terminal de cruzeiros no molhe sul de Leixões. Actualmente está em obra o edifício do terminal de cruzeiros, que, de acordo com a administração do porto, “trata-se de uma obra de arquitectura de autor”, que tem levantado um “conjunto de desafios, ao nível da sua execução e construção, os quais têm vindo a ser superados”.
A obra do edifício do terminal de passageiros do porto de Leixões apresenta, de acordo com a administração da APDL, “já a altura e a volumetria final e que é, desde há algum tempo, possível ver do exterior do porto de Leixões, conferindo um novo desenho da frente marítima”.
A administração da APDL crescenta ainda que “o projecto mantém-se dentro do orçamento inicialmente previsto, que é de 24,8 milhões de euros, prevendo-se a sua conclusão durante o primeiro trimestre de 2014.”
A obra, adjudicada ao consórcio Opway, SA e Ferreira SA, está já numa fase adiantada, e a empresa DTE, empresa de instalações especiais do grupo DST, está a participar na construção do novo terminal de passageiros.
Esta empresa está encarregue dos trabalhos de aquecimento, ventilação e ar condicionado do novo edifício. Com um custo estimado de dois milhões de euros, a empresa está a “implementar uma solução tecnologicamente inovadora, que utiliza a água do mar como base da climatização do edifício”.
Desta forma, esclarece a empresa, “obtêm-se rendimentos muito elevados na produção de água arrefecida e aquecida para climatização, permitindo assim controlar a temperatura e humidade ao nível dos espaços destinados a receber os passageiros, bem como para os espaços destinados a laboratórios e biotério, que contam, também, com controlo da pressão interior, de modo a não permitir permutas com as áreas circundantes”.
José Teixeira, presidente do conselho de administração do grupo DST, considera que o envolvimento da DTE no projecto do terminal de passageiros da APDL “contribui de forma decisiva para a notoriedade da empresa no sector da construção”, acrescentando que esta é uma prova da capacidade da empresa “para levar a bom porto obras de elevada complexidade e com um nível tecnológico excepcional”. “É mais um passo na afirmação do grupo DST como referência incontornável num sector que vive momentos conturbados, mas onde a inovação, que sempre procuramos, continua a ser um elemento diferenciador e gerador de mais-valias”, concluiu.
Fonte: Dinheiro Vivo.

Via Navegável do Douro com 250 mil passageiros entre Janeiro e Julho


A via navegável do Douro registou 250 mil passageiros nos primeiros sete meses deste ano, com subidas de 20% nos cruzeiros de um dia e 17% no segmento barco-hotel, soube-se através de fonte oficial.
É através do rio que grande parte dos turistas conhece o Douro vinhateiro. A via navegável foi inaugurada em toda a sua extensão em 1990. São 210 quilómetros, desde o Porto até Barca d’Alva.
Segundo dados fornecidos à agência Lusa pela Delegação do Norte e Douro do Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos (IPTM), entre Janeiro e o final de Julho, passaram pela via navegável 250 mil passageiros.


Fonte: Expresso

Os chimpanzés (e os orangotangos) também sabem nadar

Primeiro relato documentado de natação em dois grandes símios, mantidos em cativeiro, foi publicado num artigo científico, acompanhado de fotografias e vídeos. Cada vez mais, entre eles e nós, há menos diferenças
Já vimos os chimpanzés a fazer tantas coisas que nós próprios fazemos e que, até há algumas décadas, eram consideradas únicas da espécie humana: a utilizar ferramentas, como pedras que funcionam como martelos para partir nozes, paus para apanhar térmitas e folhas para beber água; a usar plantas como medicamentos; a fazer e a desfazer alianças políticas; a ajudarem-se uns aos outros; e até a matarem-se. O que nunca tinha sido documentado – em imagens – é que os chimpanzés, a espécie mais próxima de nós evolutivamente, também sabem nadar, como revelam agora os vídeos e as fotografias do chimpanzé Cooper. E ainda do orangotango Suryia.
Se os chimpanzés fazem tantas coisas como nós, não se sabia já que nadar era uma delas? “Muitos primatas sabem nadar instintivamente. Mas os chimpanzés, os gorilas, os orangotangos, os bonobos, os gibões e o ser humano não sabem nadar de forma instintiva. O ser humano é a única espécie deste grupo que é capaz de aprender a nadar”, responde ao PÚBLICO Renato Bender, autor, juntamente com a sua mulher, Nicole Bender, do artigo com esta revelação, na revista American Journal of Physical Antropology.
“Existem alguns relatos na Internet e na imprensa popular de orangotangos ou gorilas nadando, mas estes relatos são imprecisos e não compatíveis com o conceito de “natação” que normalmente se usa. Este artigo é com certeza o primeiro caso documentado de natação em chimpanzés e orangotangos”, acrescenta Renato Bender, cientista brasileiro a fazer a tese de doutoramento sobre evolução humana na Universidade de Witwatersrand, na África do Sul.
O medo que os grandes símios (onde se incluem chimpanzés, bonobos, gorilas e orangotangos) sentem da água é geralmente aproveitado pelos jardins zoológicos, mantendo-os cercados com fossos cheios de água. Quando os grandes símios se aventuram até águas profundas, onde perdem o pé, geralmente afogam-se. “Há quem argumente que isto indica uma diferença definitiva entre humanos e grandes símios: as pessoas gostam da água e são capazes de aprender a nadar, enquanto os grandes símios preferem manter-se longe da água, em terra firme”, sublinha um comunicado da Universidade de Witwatersrand.
Renato e Nicole Bender, da Universidade de Berna, na Suíça, revelam que esta distinção entre nós e eles não é absoluta. Souberam dos nossos dois primos nadadores por um colega que lhes enviou um link na Internet para um vídeo sobre Suryia, que vive no Instituto para as Espécies Raras e em Grande Perigo, um jardim zoológico privado em Myrtle Beach, na Carolina do Sul, Estados Unidos. Depois, pelos donos de Suryia, souberam da existência deCooper, na posse de Jill e Brad James, um casal de Malden, no Missouri, nos EUA.
Primeiro os investigadores foram observar Cooper, nascido em 2003 e que está com o casal desde os dois anos e meio. “Aos quatro anos, em brincadeiras com os donos, Cooper começou a submergir a cabeça, primeiro numa banheira e depois na parte mais baixa de uma piscina. Sem saberem que os grandes símios podem afogar-se, os donos deixavam Cooper brincar na parte pouco funda das piscina, onde continuava regularmente a submergir”, relatam os cientistas no artigo.
Uma vida nas árvores
Durante as observações, os cientistas colocaram duas cordas de uma ponta à outra da piscina, incluindo a parte funda. “Cooper começou logo a explorar as cordas e, minutos após o primeiro contacto, começou a manifestar uma variedade de novas actividades aquáticas”, lê-se ainda no artigo. Não tardou a mergulhar a dois metros de profundidade para ir buscar objectos no fundo da piscina e depois a nadar à superfície, percorrendo dois a três metros.
Quanto a Suryia, que cedo foi levado para actividades na piscina e até lhe punham um colete salva-vidas, já nadava debaixo de água antes das observações. Mas agora foi visto a apanhar objectos no fundo das piscina, a abrir os olhos debaixo de água e, mais recentemente, a nadar com a cabeça fora da água – e já é capaz de fazer 12 metros.
Ambos os animais nadam de bruços, movendo as mãos alternadamente para a frente e para trás. A sua braçada pode ser descrita com uma variação do modo de nadar “à cão”, que é usado instintivamente por muitos mamíferos – “mas com mais componentes laterais no movimento”, diz Renato Bender. E, enquanto Cooper movimenta as duas pernas ao mesmo tempo, Suryia fá-lo de forma alternada. “Eles nadam de forma completamente diferente da maioria dos mamíferos terrestres.”
Qual é então a importância desta descoberta? “Pensava-se que a capacidade de aprender a nadar era uma diferença absoluta entre o ser humano e os nossos parentes próximos. Agora sabemos que esta diferença não é absoluta”, frisa o investigador. “Além disso, sabemos agora definitivamente que o medo de entrar na água que normalmente se detecta em grandes símios não é instintivo, como se pensava.”
A equipa apresenta uma explicação evolutiva para os hominídeos terem perdido a capacidade instintiva de nadar: provavelmente, essa perda está ligada a uma vida adaptada às árvores pelo último antepassado comum dos grandes símios, que andaria assim pouco no chão.
O que a equipa não consegue ainda explicar é a razão por que os seres humanos gostam mais de ir para a água do que as espécies suas primas: “Esperamos que nosso artigo inspire outros pesquisadores a colectarem dados sobre o uso de água nos grandes símios e nos seres humanos, um assunto quase totalmente negligenciado na Paleoantropologia.”
Fonte: Público

Encontrada Lula com 80 kg na costa das Astúrias.

A Lula foi encontrada a boiar na superfície do mar e levada para o porto de Gijón, onde foi analisada por uma equipa da ( Cepesma ) – Coordenação para o Estudo e Protecção das Espécies Marinhas. Foi posteriormente transferida para o Museu da lula na cidade de Luarca, e foi congelado para investigação.
O investigador Luis Laria, diz que várias mordidas podem estar na origem da morte e que o exemplar pode atingir um comprimento até nove metros, com seus oito braços e dois tentáculos estendidos. O CEPESMA tem o que é considerada a melhor colecção do mundo de lulas gigantes, com 31 exemplares. A costa cantábrica é rica nesta espécie, mas nunca se havia obtido um exemplar deste tamanho. Esta espécie já tinha sido localizada em Janeiro passado, através de uma televisão japonesa, cerca de 15 quilómetros a leste da ilha japonesa de Chichijima, cerca de 1.000 quilómetros ao sul de Tóquio. É actualmente desconhecido o número de Lulas deste tipo que podem habitar no oceano profundo, embora acredita-se que a costa das Astúrias, tenha características que possibilite a existência de exemplares destes como por exemplo, na costa da Nova Zelândia. Lulas gigantes nascem de uma espiral gelatinosa com dois milímetros de comprimento e crescem um centímetro por dia durante quatro anos. O olho dos cefalópodes é a maior das espécies de vida e pode chegar a 22 centímetros de diâmetro. Devido à alta concentração de amônia na massa muscular, lula gigante, cefalópode só jogou por um órgão reprodutivo semelhante a um pênis, e não servir de alimento para os seres humanos e as cópias que aparecem nas redes ou no litoral são usados ​​para pesquisa e exposição.

Comparação entre Titanic e Allure Of The Seas.

Há mais de cem anos, o Titanic era o mais badalado navio do mundo, apelidado por muitos como o “inafundável” dada a sua dimensão. Além de enorme, esbanjava em luxo e modernidade. Contudo, todo este requinte e tamanho não impressiona tanto assim cem anos depois.
Actualmente, o “Allure of the Seas”, o maior navio cruzeiro da actualidade, seria “um monstro” ao lado do Titanic. O Allure pesa mais de 225 mil toneladas, o equivalente a quatro “Titanics”. Observando o comprimento dos navios, o Titanic não ficaria tão atrás com os seus 269m, em comparação aos 360m do Allure. Mas, de frente, a diferença é enorme. Enquanto o Titanic tinha “apenas” 28m de largura, o Allure chega a 66m. Além disso, o Titanic era cerca de 30m mais baixo que o actual “monstro dos mares”.

Allure of the Seas – 7 night cruise in 3 minutes por bmjjr

Instituto Hidrográfico tem novo serviço para o Planeamento de Viagens por mar

«Quem vai ao mar, planeia em terra» é o lema do novo Serviço de Apoio ao Planeamento de viagens/travessias por mar que o Instituto Hidrográfico acaba de lançar.
Para isso, o Instituto Hidrográfico dispõe de  uma equipa de especialistas habilitados na elaboração de qualquer plano de viagem, englobando travessias em águas interiores, costeiras ou oceânicas nacionais.
Com este serviço torna-se agora possível obter planos de viagem/travessia personalizados, com toda a informação pertinente para viagens de embarcações de recreio, à vela e/ou motor ou para eventos desportivos, como organização de provas ou passeios de vela, canoagem, kite surf, paddle surf, wind surf, mota de água ou jet ski.
Os planos apresentados englobam travessias em águas interiores, costeiras ou oceânicas nacionais.
Este novo serviço vem reforçar as competências do Instituto Hidrográfico no que toca à segurança no mar permitindo, a quem nele se aventura, obter um apoio adicional para uma melhor navegação.
Fonte: Região Sul.

Iate de família real com 180 metros é o maior do mundo

O milionário russo Roman Abramovich já não é o proprietário do maior iate do mundo. O seu “Eclipse”, com 163,5 metros, é agora o segundo do ranking.
O iate “Azzam”, comprado pela família real dos Emirados Árabes Unidos, é agora o maior do mundo, segundo o ranking elaborado anualmente pela revista especializada “Yacht France”. O barco tem 180 metros de comprimento, seis pontes e uma sala com 550 metros quadrados e é do presidente da companhia aérea Emirates, o xeque Khalifa bin Zayed Al Nahyan, que faz parte da família real dos Emirados Árabes Unidos.
O segundo maior iate do mundo, segundo a publicação, é o do russo Roman Abramovich, dono do Chelsea, que tem 163,5 metros. No terceiro lugar fica o “Dubai”, com 162 metros, propriedade do Emir do Dubai, o xeque Mohammed bin Rashid al-Maktoum.
Deste ranking, a maioria dos iates são do Médio Oriente, mais precisamente 31. Segue-se a Rússia, com 19 e os Estados Unidos, com 17. Estão lá, por exemplo, as embarcações do presidente russo Vladimir Putin, do fundador da Microsoft Paul Allen ou do realizador norte-americano Steven Spielberg.
Muitos deles estão disponíveis para aluguer, como o “Eclipse de Abramovich. Basta pagar entre quatro e cinco milhões de euros por semana.
Fonte: DN.

Construa o seu próprio submarino pessoal e explore o oceano ( Com Vídeo ).

O OpenROV é um veículo de exploração subaquática open-source que pode mergulhar até profundidades de 100 metros, fazendo streaming em directo

Não, não é só o James Cameron que tem direito a explorar as profundezas do oceano. De facto, e a julgar pela proposta do OpenROV, esta poderá vir a tornar-se uma possibilidade ao alcance de muitas pessoas. E no que consiste essa proposta? Essencialmente, o OpenROV é um veículo de exploração submarina open source que pode ser construído em espaços tão banais como uma simples cozinha.

Por outras palavras, o OpenROV é um pequeno drone que se permite ser controlado remotamente através de um computador, deixando qualquer curioso explorar as paisagens subaquáticas que nos rodeiam. “Até agora, apenas uns poucos selectos eram capazes de explorar o oceano”, refere David Lang, co-fundador da OpenROV, a empresa responsável pelo projecto. “O que queremos fazer é dar a todos esse acesso e partilhar o que descobrirem, criando uma espécie de Wikipédia para exploração dos oceanos”.

O OpenROV pode ser fabricado com componentes disponíveis em qualquer loja de produtos electrónicos, mas a empresa envia aos interessados um kit com a maioria das componentes necessárias para a sua montagem. O OpenROV pode descer até profundidades de 100 metros e faz streaming directo de vídeo para o computador onde estiver a ser controlado.

Dada a sua natureza open-source, este projecto está sujeito a diversas alterações e modificações, as quais podem ser disponibilizadas num fórum que a empresa criou para todos os seus utilizadores. “Chamem-lhe um brinquedo, ou uma ferramenta séria de investigação”, refere um dos co-fundadores do projecto. “O OpenROV é capaz e é divertido de construir”.

Fonte: Ionline / *telemoveis.com

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Encontrada garrafa cinco anos depois de lançada ao mar


PortoCartoon lançou, em 2008, 30 garrafas ao mar.

Jorge Soares, de São João da Madeira, encontrou a 27 de Julho  numa praia da zona de Mira, no distrito de Coimbra, a primeira das 30 garrafas do PortoCartoon lançadas em 2008 ao mar.

As 30 garrafas foram lançadas ao mar, a oito milhas da costa, a 11 de Dezembro de 2008, por uma unidade da Marinha Portuguesa, com mensagens sobre os Direitos Humanos do PortoCartoon desse ano.

«Já tínhamos posto de parte a possibilidade de encontrar alguma das garrafas lançadas ao mar», admitiu à agência Lusa Luís Humberto Marcos, director do Museu Nacional da Imprensa (MNI), entidade responsável pela iniciativa de 2008.

Na tarde de sábado de 27 de Julho  Jorge Soares, de 51 anos, a passear pela praia com um grupo de amigos, reparou na garrafa no meio de entulho que deu à costa e contou que a garrafa só lhe chamou a atenção por estar fechada.

Jorge reparou que a garrafa tinha «qualquer coisa dentro» por a luz estar a incidir sobre a mesma. Empurrou a rolha para dentro com um pau e retirou a mensagem.

A folha tinha, de um lado, a informação sobre o PortoCartoon com alguns dos “cartoons” da edição de 2008, e, do outro, os artigos 19.º, 20.º e 21.º da Declaração Universal dos Direitos Humanos – liberdade de expressão, liberdade de associação e liberdade de voto.

«Dizia que tinha um prémio surpresa, mas aquilo como parecia um folheto nem pensei que fosse verdade», disse, tendo deixado a garrafa e a mensagem onde encontrou, acabando mais tarde por voltar atrás por «pensar que a mensagem deveria ter algum fundamento».

Pesquisou na Internet e após algumas tentativas acabou por encontrar a notícia sobre o lançamento das 30 garrafas.

«Achei aquilo engraçado, mas o problema é que as praias são todas uma imundice e se as garrafas acabaram em alguma praia podem muito bem estar no meio de entulho», alertou Jorge Soares, que irá receber o prémio surpresa em Setembro.

Luis Humberto Marcos, que recebeu a notícia com «surpresa», afirmou que «estava à espera que aparecesse numa zona mais longínqua».

O director do MNI frisou «a importância e universalidade» da linguagem do “cartoon” para relembrar a Declaração Universal dos Direitos Humanos.

«Evocar e falar dos direitos humanos é necessário porque parece tão rotineiro que às vezes se esquece a sua substância», afirmou Luis Humberto Marcos, considerando que «é um dever» de entidades como o MNI «recordar» esses mesmos direitos.

Fonte: TVI24

‘Tesouros’ do mar em destaque

Fatacil. A 34.ª edição do evento junta 600 expositores de várias actividades económicas da região.

Arrancou a 34ª edição da Feira de Artesanato, Turismo, Agricultura, Comércio e Indústria de Lagoa (Fatacil). A principal montra das atividades económicas da região junta 600 expositores e decorre até 25 de agosto.


A temática do certame é dedicada ao mar. Por isso, “os visitantes poderão degustar pratos de peixe e marisco, confeccionados por chefs de algumas das melhores unidades hoteleiras da região”, explica Rui Correia, presidente da Fatasul, que organiza a feira.

Outra aposta, diz o presidente, recai no sector equestre, com mostras dos “melhores criadores de cavalo Lusitano de Portugal, Brasil e Espanha”. 

Na área do comércio e indústria “registam-se cerca de 60 expositores a mais, o que sugere a vontade dos empresários apostarem na promoção”, acrescenta Rui Correia. O investimento na Fatacil ronda um milhão de euros e são esperadas 150 mil pessoas.


Fonte: CM