Água quente está a atrair tubarões

Temperatura da água do mar a rondar os 25 graus e a procura de alimento estão a trazer mais espécies de tubarão para as proximidades da costa.
Se a água quente do mar leva mais banhistas às praias, também é verdade que atrai mais tubarões para junto da costa. É o que está a acontecer no Algarve, com a temperatura da água do mar a rondar os 25 graus e onde, nos últimos dias, segundo relatos que chegaram ao CM, houve mais de uma dezena de avistamentos de tubarões-martelo ao largo de Albufeira, Carvoeiro, Portimão e Sagres. 

Esta espécie de tubarão não é considerada perigosa e procura, principalmente, sardinhas, cavalas e atuns. A maioria dos avistamentos ocorreu entre uma a sete milhas náuticas (entre os 1,8 e os 12 quilómetros da costa). Mas, num dos casos, foi mesmo a cerca de 20 metros da Fortaleza de Sagres, onde um pescador lúdico estava à pesca. “Era bem grande. Tinha uns três metros de comprimento e passou a uns 20 metros da costa”, relatou ao CM José Rodrigues, que estava a pescar à cana com dois amigos. Os pescadores dos barcos da sardinha também têm visto vários tubarões na zona onde pescam (ver caixa).

Quem também tem registado a presença da espécie junto à costa são os tripulantes dos barcos de observação de golfinhos. “Avistámos pelo menos seis tubarões-martelo, junto a Albufeira, e dois na zona de Carvoeiro e Portimão, nos últimos dias, com cerca de três metros”, revelou ao CM Nuno Cruz, da empresa Black Runner, recordando que os turistas reagem com “felicidade ao verem tubarões ao vivo”. 

Também André Dias, biólogo e proprietário da empresa Wild Watch, com sede em Ferragudo, confirma que tem tido “entre três a quatro avistamentos por dia”. Segundo o biólogo, “com as temperaturas da água do mar acima dos 20 graus é normal que os tubarões–martelo se aproximem mais da costa”. Mas, para que os banhistas fiquem descansados, garante que “não nadam em profundidades inferiores a 30 metros”.

Fonte: CM

O Sapal morreu após ter sido agredido por outros golfinhos do grupo

O Sapal, golfinho recém-nascido que foi encontrado morto na semana passada no estuário do Sado, ao largo de Setúbal, terá sido agredido por outros golfinhos do grupo, um comportamento inédito nesta população. Essa é a conclusão da necrópsia feita ao corpo do roaz pelo Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF), divulgada neste sábado.
Avistado pela primeira vez a 7 de Agosto, o Sapal era o mais jovem elemento da população de roazes residentes no Sado, que tem 27 golfinhos. Foi encontrado morto no dia 16, com a mãe, baptizada de Ligeiro, a tentar mantê-lo à superfície, para o ajudar a respirar. Mas já nada podia fazer.
Os técnicos do ICNF recolheram o corpo para necrópsia e encontraram múltiplas lesões internas “relacionadas com agressão violenta”, diz o instituto em comunicado. O golfinho tinha uma costela fracturada e várias hemorragias internas em diversos órgãos, incluindo na base do crânio, congestão da espinal medula e cerebelo.
O ICNF lembra que no dia anterior à detecção da cria morta foi alertado por uma das empresas de observação de cetáceos para um “comportamento estranho” de três roazes jovens com o Sapal. Dois machos de sete anos (o Cocas e o Tongas) e o irmão do Sapal (o Moisés, com seis anos), “empurravam” a cria para a superfície, fazendo algo semelhante ao que os adultos, sobretudo as fêmeas, fazem quando as crias estão em dificuldades.
“Na altura o comportamento, apesar de estranho e de nunca ter sido observado na população do Sado, foi interpretado como podendo ser um comportamento lúdico (brincadeira), tanto mais que quando a cria era observada a nadar e a respirar sozinha junto da progenitora e de outros adultos aparentava um comportamento normal”, afirma o instituto.
A agressão entre cetáceos da mesma espécie está documentada mas nunca tinha sido detectada na população de roazes residentes no Sado. O infanticídio pode, refere o ICNF, ser uma forma de induzir as fêmeas que estão a amamentar – como era o caso da Ligeiro – a entrarem novamente em cio. Mas também pode ser um comportamento lúdico, uma perturbação social ou simplesmente um caso de agressão pelo facto de as crias serem mais pequenas e indefesas.
Falta fiscalização
Não é a primeira vez que morre uma cria no estuário do Sado, onde se encontra a única população de golfinhos residente em Portugal e uma das poucas existentes na Europa. Mas cada caso é visto com preocupação por quem acompanha e chama pelo nome os roazes-corvineiros [Tursiops truncatus].
Durante o Verão não faltam barcos no estuário à procura dos golfinhos. Às embarcações com licença marítimo-turística somam-se os barcos de recreio de particulares. E nem sempre se respeitam as normas do regulamento: por exemplo, manter uma distância de 30 metros em relação ao grupo de golfinhos mais próximo, não ficar mais do que 30 minutos junto aos animais e não exceder a sua velocidade de deslocação. Há também quem se queixe da falta de fiscalização por parte das autoridades marítimas.
Quando deu a notícia do nascimento do Sapal, o ICNF lembrava que as primeiras semanas são cruciais para a sobrevivência dos golfinhos, pelo que “não é desejável que um grande número de embarcações permaneça nas proximidades do grupo”. Pedia ainda que as observações de cetáceos, uma das actividades que mais atrai os turistas ao Sado, na região de Setúbal, fossem dirigidas a outros roazes nos próximos tempos.
Agora, o INCF alerta mais uma vez os utilizadores do estuário para a necessidade de cumprirem o código de conduta de observação de cetáceos.
Fonte: Público

Descoberta nova espécie de tubarão que “anda” – ( Com Vídeo )

Uma equipa de investigadores descobriu na Indonésia uma nova espécie de tubarão-bambu, que possui várias manchas castanhas espalhadas pelo corpo e parece “andar” à medida que se desloca pelo fundo do mar, com a ajuda das barbatanas peitorais e pélvicas.
Este peixe recém-descoberto, cujo nome científico é Hemiscyllium halmahera, tem cerca de 70 centímetros de comprimento. A equipa, liderada pelo biólogo Gerald Allen, da organização não-governamental Conservation International, identificou dois indivíduos junto à ilha de Ternate, perto de Halmahera, no arquipélago de Maluku, na Indonésia.
Os tubarões-bambu (Chiloscyllium punctatum), também conhecidos como tubarões-tapete de cauda longa, são frequentes nas águas do Pacífico e do Índico, sobretudo na Austrália, Papua Nova Guiné e Indonésia. Podem atingir cerca de 1,22 metros. A espécie está classificada como quase ameaçada no Livro Vermelho da União Internacional para a Conservação da Natureza.
Na revista aqua, International Journal of Ichthyology, publicada esta semana, os investigadores descrevem a espécie agora descoberta como tendo uma coloração acastanhada, pontuada por várias manchas de cor castanho-escuro ao longo do corpo, misturadas com pequenos pontos brancos.
“Tem relativamente poucos, menos de dez, grandes pontos negros na região do focinho, um par de grandes marcas escuras na superfície ventral da cabeça, e uma marca fragmentada pós-cefálica, que consiste num grande ponto negro em forma de U, com uma margem branca mais ou menos contínua na parte mais baixa, seguida de uma linha vertical de três pequenos conjuntos de 2-3 marcas escuras em forma de polígono”, escrevem os investigadores.
Estes tubarões usam as barbatanas peitorais e pélvicas para se movimentarem no fundo do mar, enquanto procuram invertebrados marinhos e pequenos peixes para comer. A forma estranha como se movimentam pode fornecer pistas sobre como evoluíram os antepassados dos primeiros animais a andar em terra, escreve o jornal The Telegraph.

Fonte: Público

Bamboo shark Hemiscyllium halmahera (© Mark Erdmann / Wedaresort, www.wedaresort.com) from Sci-News.com on Vimeo.

Fotógrafo amador "apanhou" monstro do Lago Ness



David Elder, fotógrafo amador de 50 anos, acredita ter conseguido fotografar e filmar o mítico monstro do Lago Ness, na Escócia.

David Elder estava perto de Fort Augustus, no norte da Escócia, quando fotografou e filmou a mítica criatura do Lago Ness, segundo noticiou o “Daily Mail”.
“Pelo canto do meu olho direito, apercebi-me de algo negro na água, formando uma onda semelhante às que são formadas por um barco. Estou convencido que aquilo foi causado por um sólido objecto negro submerso. A água estava totalmente quieta naquele momento e não havia qualquer outra actividade na água”, descreveu o fotógrafo amador ao jornal britânico.

Fonte: JN

Fotógrafo amador "apanhou" monstro do Lago Ness


David Elder, fotógrafo amador de 50 anos, acredita ter conseguido fotografar e filmar o mítico monstro do Lago Ness, na Escócia.

David Elder estava perto de Fort Augustus, no norte da Escócia, quando fotografou e filmou a mítica criatura do Lago Ness, segundo noticiou o “Daily Mail”.
“Pelo canto do meu olho direito, apercebi-me de algo negro na água, formando uma onda semelhante às que são formadas por um barco. Estou convencido que aquilo foi causado por um sólido objecto negro submerso. A água estava totalmente quieta naquele momento e não havia qualquer outra actividade na água”, descreveu o fotógrafo amador ao jornal britânico.

Fonte: JN

Hyundai Heavy pode construir 10 navios de carga para a UASC

A sul-coreana Hyundai Heavy Industries está próxima de obter uma encomenda avaliada em cerca de 1,4 mil milhões de dólares (1,05 mil milhões de euros) por parte da United Arab Shipping Company (UASC) para a construção de 10 navios de contentores, de acordo com fontes próximas do processo.


No âmbito do acordo, a UASC adquire cinco dos maiores navios de carga já construídos, cada um com capacidade de transportar 18 800 TEU (twenty foot equivalent united), mais cinco navios com capacidade de 14 500 TEU.
 
O valor do contrato pode sofrer alterações, uma vez que o pedido ainda não foi assinado, referem as mesmas fontes.

Fonte: OJE

Núcleo Museológico do Mar inaugura exposição do prestigiado fotógrafo Joel Santos

O Núcleo Museológico do Mar inaugura no dia 31 de Agosto a mostra fotográfica “Mar de Atlas”, do prestigiado fotógrafo Joel Santos.
Autor de inúmeros best-sellers na área da fotografia, Joel Santos seleccionou um conjunto de 16 fotografias, representativas do seu trabalho na área de “Oceans and Rivers”.
No dia da inauguração, Joel Santos apresentará o seu mais recente livro, “FOTOedição: O Guia Essencial de Pós-produção com Photoshop Lightroom e Adobe Camera Raw’”, e realizará uma sessão de autógrafos.
Data: 31 de Agosto a 29 de Novembro
Entrada gratuita

Lobo marinho encontrado ferido na Madeira de regresso ao mar

O lobo-marinho que deu à costa no Porto Moniz, na ilha da Madeira, com um ferimento no pescoço, já regressou ao mar depois de lhe ter sido administrado um antibiótico.

«Fizemos o que podíamos fazer, administrámos um antibiótico que tem a duração de 14 dias e agora é esperar», disse à agência Lusa o director do Parque Natural da Madeira, Paulo Oliveira.
Para o responsável do Parque Natural da Madeira, «as expectativas são positivas», considerando que a foca monge do Mediterrâneo ou lobo marinho, como é conhecido, tem probabilidade de recuperar.
Depois de ter passado o dia de terça-feira numa praia da pedra rolada junto às piscinas naturais do Porto Moniz, no norte da ilha da Madeira, e de lhe ter sido administrado o medicamento, o animal deu sinal de algum stresse e desconforto pelo que os elementos do parque decidiram remover a barreira que o circunscrevia ao lugar e deixá-lo regressar ao mar.
O lobo marinho era um macho adulto e de porte médio. Técnicos e veterinários do parque, do Centro Holandês de Reabilitação da Foca Monge de Peterburen e do CBD Habitat de Espanha acompanharam, monitorizaram e deram assistência o animal.
A foca-monge do Mediterrâneo é uma das focas mais raras do mundo onde existem cerca de 500 indivíduos.
Na Madeira, com especial destaque nas ilhas Desertas, em 1988 existiam seis indivíduos número que aumentou para cerca de 40 devido às políticas de protecção e preservação do Governo Regional da Madeira.

Fonte: TSF

Porto de Lisboa movimenta um milhão de toneladas de mercadorias por mês

O Porto de Lisboa movimentou 7,1 milhões de toneladas de mercadorias, o equivalente a uma média mensal superior a 1 milhão de toneladas nos primeiros sete meses de 2013, segundo anunciado pela administração da infraestrutura (APL) nesta quarta-feira.

Os principais contributos vieram dos segmentos de mercado estratégicos para o porto: a carga contentorizada, que representa 47% do total de mercadorias, e os granéis agro-alimentares, que representam perto de 30%. Este último regista um crescimento de 1% nos valores acumulados, com um total de 1,9 milhões de toneladas movimentadas.

De Janeiro a Julho, o Porto de Lisboa registou 1647 navios entrados a que correspondeu um gross tonnage – GT de 26,6 milhões, ou seja mais 1,7% comparativamente com igual período de 2012. No segmento dos navios de carga contentorizada, verificou-se um crescimento de 7,3% no GT, os quais (817) representaram cerca de 50% do total.

Relativamente aos valores acumulados dos terminais que movimentam granéis sólidos – o Terminal Multiusos do Beato, o Terminal Multiusos do Poço Bispo, o Terminal da Cimpor e o Terminal de Granéis Alimentares de Palença – «tiveram forte crescimento, com mais 90,9%, 13,3%, 69,3% e 28,3%, respectivamente», detalha a  mesma fonte.

No que se refere ao tráfego de granéis líquidos, a Estação de Assistência Naval do Porto de Lisboa aumentou 20,6%, o Terminal de Granéis Alimentares de Palença cresceu 19,8% e o Terminal do Barreiro subiu 55,7%.

Nos contentores, «tanto o Terminal de Contentores de Santa Apolónia como o Terminal de Contentores de Alcântara tiveram valores de tráfego de quantidade de contentores superiores ao período homólogo em 2012», refere a nota divulgada no site da APL.

Fonte: Dinheiro Digital.




IXV: Mergulho no mar para subir aos céus @ Vídeo

A mais recente nave espacial europeia prepara-se para fazer um teste crucial ao largo da costa da Sardenha. A ideia é, precisamente, identificar limites. Cada passo é minuciosamente analisado. Como destaca Roberto Angelini, um dos responsáveis do programa IXV, “isto é inédito para a Europa. Daí o desafio.”
Num pequeno porto ao lado de uma base militar na Sardenha, a jornada começou muito cedo para um grupo de soldados italianos e de engenheiros espaciais. É hoje que vão proceder aos testes do denominado IXV ou Veículo Experimental Intermediário, que vai ser largado sobre o Mar Mediterrâneo. Giorgio Tumino, também à frente do projecto IXV, explica o que vai acontecer: “As condições climatéricas parecem as ideais, por isso devemos realizar o teste ainda durante a manhã. A ideia é sair agora, evacuar o espaço marítimo, garantir que não há lá ninguém. Depois, o helicóptero vai buscar o protótipo, vai sobrevoar aquela área e, a cerca de 3 mil metros de altitude, vai largar o aparelho.”
São muito ambiciosas as expectativas em torno do IXV, um protótipo que representa todo um novo capítulo tecnológico no percurso da Agência Espacial Europeia. O objectivo primordial é conceber uma pequena nave espacial, a custos muito mais razoáveis, que possa abordar a órbita terrestre de forma a aterrar ou amarar num ponto preciso. A pressão aumenta quando sabemos que o lançamento do IXV, pensado como um veículo de carga, está previsto para 2014. Segundo Tumino, “os americanos, os russos, os chineses, desenvolveram a capacidade de regressar a partir da órbita. É muito importante que a Europa também desenvolva essa tecnologia. (…) Podemos prever que, um dia, vamos conseguir operar em órbita, juntamente com a futura geração de satélites, de forma a fazer reabastecimentos, a efectuar pesquisas atmosféricas a grandes altitudes, a monitorizar catástrofes. Há inúmeras aplicações civis que podem ser benéficas para o sector espacial.”
Regressar do espaço para a Terra foi sempre desafiante, em grande medida por causa das velocidades e temperaturas envolvidas. No início, os soviéticos e os americanos conceberam cápsulas com a parte inferior quase plana, para proteger a estrutura do calor exterior. A versão europeia, chamada ARD, entrou em testes nos anos 90. Hoje em dia, os astronautas utilizam a cápsula russa Soyuz. Ao erguer uma espécie de barreira contra as elevadas temperaturas, na reentrada na atmosfera, torna-se impossível manobrá-la para controlar onde aterra. Essa é uma das vantagens do IXV, como salienta Angelini: “Durante a descida, o IXV interage com a atmosfera, ou seja, é a sua própria forma que isola o calor, criando um efeito de sustentação. Daí que seja possível guiar o veículo até um alvo muito mais específico, se compararmos com as cápsulas.”
Mas esta tecnologia tem pontos frágeis, sobretudo no que concerne o calor que se acumula nas extremidades. A NASA utilizava nos vaivéns painéis de resistência nas partes dianteira e laterais. Em 2003, esses painéis ficaram danificados durante a descolagem do Columbia. A nave não resistiu à reentrada na atmosfera. Os sete tripulantes morreram. Tumino ressalva que “o IXV é mais eficiente do ponto de vista da proteção térmica. A diferença é que os vaivéns eram feitos de vários painéis, enquanto que este é constituído de grandes estruturas. A parte dianteira, por exemplo, tem quase um metro de largura.”
Regressando ao teste do IXV: todas as atenções se concentram na abertura do pára-quedas e nos balões que têm de se insuflar no contacto com a superfície. Roberto apercebe-se de que o mergulho não correu como devia. O IXV flutua por ele mesmo, mas é suposto ser auxiliado por quatro balões laterais que asseguram a sua estabilidade, o que não aconteceu. Tanto Giorgio, como Roberto, consideram que os balões não insuflaram devido à regulação dos sensores, preparados para um impacto na água muito mais forte. Ou seja, a amaragem foi demasiado suave. “É um assunto que tem gerado muitas discussões. É preciso diferenciar entre o choque produzido pelo impacto na água e o provocado pelas rajadas de vento sobre o pára-quedas, porque têm consequências muito idênticas. Temos de conseguir distinguir as duas situações. Nós tínhamos regulado os limites para níveis muito elevados. A impressão visual que tive do que aconteceu foi que a amaragem foi muito suave, porque o pára-quedas funciona bem. Daí que o impacto tenha sido mais reduzido do que o esperado”, declara Tumino. No entanto, sublinha o seguinte: “O lado positivo é que o nosso trabalho vai tornar-se mais robusto. E esse era o objectivo: testar os limites para perceber que caminho vamos seguir.”
Fonte: Euronews.