Via Navegável do Douro com 250 mil passageiros entre Janeiro e Julho
Fonte: Expresso
Os chimpanzés (e os orangotangos) também sabem nadar
Encontrada Lula com 80 kg na costa das Astúrias.
Comparação entre Titanic e Allure Of The Seas.
Instituto Hidrográfico tem novo serviço para o Planeamento de Viagens por mar
Iate de família real com 180 metros é o maior do mundo
Construa o seu próprio submarino pessoal e explore o oceano ( Com Vídeo ).
Não, não é só o James Cameron que tem direito a explorar as profundezas do oceano. De facto, e a julgar pela proposta do OpenROV, esta poderá vir a tornar-se uma possibilidade ao alcance de muitas pessoas. E no que consiste essa proposta? Essencialmente, o OpenROV é um veículo de exploração submarina open source que pode ser construído em espaços tão banais como uma simples cozinha.
Por outras palavras, o OpenROV é um pequeno drone que se permite ser controlado remotamente através de um computador, deixando qualquer curioso explorar as paisagens subaquáticas que nos rodeiam. “Até agora, apenas uns poucos selectos eram capazes de explorar o oceano”, refere David Lang, co-fundador da OpenROV, a empresa responsável pelo projecto. “O que queremos fazer é dar a todos esse acesso e partilhar o que descobrirem, criando uma espécie de Wikipédia para exploração dos oceanos”.
O OpenROV pode ser fabricado com componentes disponíveis em qualquer loja de produtos electrónicos, mas a empresa envia aos interessados um kit com a maioria das componentes necessárias para a sua montagem. O OpenROV pode descer até profundidades de 100 metros e faz streaming directo de vídeo para o computador onde estiver a ser controlado.
Dada a sua natureza open-source, este projecto está sujeito a diversas alterações e modificações, as quais podem ser disponibilizadas num fórum que a empresa criou para todos os seus utilizadores. “Chamem-lhe um brinquedo, ou uma ferramenta séria de investigação”, refere um dos co-fundadores do projecto. “O OpenROV é capaz e é divertido de construir”.
Fonte: Ionline / *telemoveis.com
Encontrada garrafa cinco anos depois de lançada ao mar
PortoCartoon lançou, em 2008, 30 garrafas ao mar.
As 30 garrafas foram lançadas ao mar, a oito milhas da costa, a 11 de Dezembro de 2008, por uma unidade da Marinha Portuguesa, com mensagens sobre os Direitos Humanos do PortoCartoon desse ano.
«Já tínhamos posto de parte a possibilidade de encontrar alguma das garrafas lançadas ao mar», admitiu à agência Lusa Luís Humberto Marcos, director do Museu Nacional da Imprensa (MNI), entidade responsável pela iniciativa de 2008.
Na tarde de sábado de 27 de Julho Jorge Soares, de 51 anos, a passear pela praia com um grupo de amigos, reparou na garrafa no meio de entulho que deu à costa e contou que a garrafa só lhe chamou a atenção por estar fechada.
Jorge reparou que a garrafa tinha «qualquer coisa dentro» por a luz estar a incidir sobre a mesma. Empurrou a rolha para dentro com um pau e retirou a mensagem.
A folha tinha, de um lado, a informação sobre o PortoCartoon com alguns dos “cartoons” da edição de 2008, e, do outro, os artigos 19.º, 20.º e 21.º da Declaração Universal dos Direitos Humanos – liberdade de expressão, liberdade de associação e liberdade de voto.
«Dizia que tinha um prémio surpresa, mas aquilo como parecia um folheto nem pensei que fosse verdade», disse, tendo deixado a garrafa e a mensagem onde encontrou, acabando mais tarde por voltar atrás por «pensar que a mensagem deveria ter algum fundamento».
Pesquisou na Internet e após algumas tentativas acabou por encontrar a notícia sobre o lançamento das 30 garrafas.
«Achei aquilo engraçado, mas o problema é que as praias são todas uma imundice e se as garrafas acabaram em alguma praia podem muito bem estar no meio de entulho», alertou Jorge Soares, que irá receber o prémio surpresa em Setembro.
Luis Humberto Marcos, que recebeu a notícia com «surpresa», afirmou que «estava à espera que aparecesse numa zona mais longínqua».
O director do MNI frisou «a importância e universalidade» da linguagem do “cartoon” para relembrar a Declaração Universal dos Direitos Humanos.
«Evocar e falar dos direitos humanos é necessário porque parece tão rotineiro que às vezes se esquece a sua substância», afirmou Luis Humberto Marcos, considerando que «é um dever» de entidades como o MNI «recordar» esses mesmos direitos.
‘Tesouros’ do mar em destaque
A temática do certame é dedicada ao mar. Por isso, “os visitantes poderão degustar pratos de peixe e marisco, confeccionados por chefs de algumas das melhores unidades hoteleiras da região”, explica Rui Correia, presidente da Fatasul, que organiza a feira.
Outra aposta, diz o presidente, recai no sector equestre, com mostras dos “melhores criadores de cavalo Lusitano de Portugal, Brasil e Espanha”.
Na área do comércio e indústria “registam-se cerca de 60 expositores a mais, o que sugere a vontade dos empresários apostarem na promoção”, acrescenta Rui Correia. O investimento na Fatacil ronda um milhão de euros e são esperadas 150 mil pessoas.










