Porto de Lisboa movimenta um milhão de toneladas de mercadorias por mês

O Porto de Lisboa movimentou 7,1 milhões de toneladas de mercadorias, o equivalente a uma média mensal superior a 1 milhão de toneladas nos primeiros sete meses de 2013, segundo anunciado pela administração da infraestrutura (APL) nesta quarta-feira.

Os principais contributos vieram dos segmentos de mercado estratégicos para o porto: a carga contentorizada, que representa 47% do total de mercadorias, e os granéis agro-alimentares, que representam perto de 30%. Este último regista um crescimento de 1% nos valores acumulados, com um total de 1,9 milhões de toneladas movimentadas.

De Janeiro a Julho, o Porto de Lisboa registou 1647 navios entrados a que correspondeu um gross tonnage – GT de 26,6 milhões, ou seja mais 1,7% comparativamente com igual período de 2012. No segmento dos navios de carga contentorizada, verificou-se um crescimento de 7,3% no GT, os quais (817) representaram cerca de 50% do total.

Relativamente aos valores acumulados dos terminais que movimentam granéis sólidos – o Terminal Multiusos do Beato, o Terminal Multiusos do Poço Bispo, o Terminal da Cimpor e o Terminal de Granéis Alimentares de Palença – «tiveram forte crescimento, com mais 90,9%, 13,3%, 69,3% e 28,3%, respectivamente», detalha a  mesma fonte.

No que se refere ao tráfego de granéis líquidos, a Estação de Assistência Naval do Porto de Lisboa aumentou 20,6%, o Terminal de Granéis Alimentares de Palença cresceu 19,8% e o Terminal do Barreiro subiu 55,7%.

Nos contentores, «tanto o Terminal de Contentores de Santa Apolónia como o Terminal de Contentores de Alcântara tiveram valores de tráfego de quantidade de contentores superiores ao período homólogo em 2012», refere a nota divulgada no site da APL.

Fonte: Dinheiro Digital.




IXV: Mergulho no mar para subir aos céus @ Vídeo

A mais recente nave espacial europeia prepara-se para fazer um teste crucial ao largo da costa da Sardenha. A ideia é, precisamente, identificar limites. Cada passo é minuciosamente analisado. Como destaca Roberto Angelini, um dos responsáveis do programa IXV, “isto é inédito para a Europa. Daí o desafio.”
Num pequeno porto ao lado de uma base militar na Sardenha, a jornada começou muito cedo para um grupo de soldados italianos e de engenheiros espaciais. É hoje que vão proceder aos testes do denominado IXV ou Veículo Experimental Intermediário, que vai ser largado sobre o Mar Mediterrâneo. Giorgio Tumino, também à frente do projecto IXV, explica o que vai acontecer: “As condições climatéricas parecem as ideais, por isso devemos realizar o teste ainda durante a manhã. A ideia é sair agora, evacuar o espaço marítimo, garantir que não há lá ninguém. Depois, o helicóptero vai buscar o protótipo, vai sobrevoar aquela área e, a cerca de 3 mil metros de altitude, vai largar o aparelho.”
São muito ambiciosas as expectativas em torno do IXV, um protótipo que representa todo um novo capítulo tecnológico no percurso da Agência Espacial Europeia. O objectivo primordial é conceber uma pequena nave espacial, a custos muito mais razoáveis, que possa abordar a órbita terrestre de forma a aterrar ou amarar num ponto preciso. A pressão aumenta quando sabemos que o lançamento do IXV, pensado como um veículo de carga, está previsto para 2014. Segundo Tumino, “os americanos, os russos, os chineses, desenvolveram a capacidade de regressar a partir da órbita. É muito importante que a Europa também desenvolva essa tecnologia. (…) Podemos prever que, um dia, vamos conseguir operar em órbita, juntamente com a futura geração de satélites, de forma a fazer reabastecimentos, a efectuar pesquisas atmosféricas a grandes altitudes, a monitorizar catástrofes. Há inúmeras aplicações civis que podem ser benéficas para o sector espacial.”
Regressar do espaço para a Terra foi sempre desafiante, em grande medida por causa das velocidades e temperaturas envolvidas. No início, os soviéticos e os americanos conceberam cápsulas com a parte inferior quase plana, para proteger a estrutura do calor exterior. A versão europeia, chamada ARD, entrou em testes nos anos 90. Hoje em dia, os astronautas utilizam a cápsula russa Soyuz. Ao erguer uma espécie de barreira contra as elevadas temperaturas, na reentrada na atmosfera, torna-se impossível manobrá-la para controlar onde aterra. Essa é uma das vantagens do IXV, como salienta Angelini: “Durante a descida, o IXV interage com a atmosfera, ou seja, é a sua própria forma que isola o calor, criando um efeito de sustentação. Daí que seja possível guiar o veículo até um alvo muito mais específico, se compararmos com as cápsulas.”
Mas esta tecnologia tem pontos frágeis, sobretudo no que concerne o calor que se acumula nas extremidades. A NASA utilizava nos vaivéns painéis de resistência nas partes dianteira e laterais. Em 2003, esses painéis ficaram danificados durante a descolagem do Columbia. A nave não resistiu à reentrada na atmosfera. Os sete tripulantes morreram. Tumino ressalva que “o IXV é mais eficiente do ponto de vista da proteção térmica. A diferença é que os vaivéns eram feitos de vários painéis, enquanto que este é constituído de grandes estruturas. A parte dianteira, por exemplo, tem quase um metro de largura.”
Regressando ao teste do IXV: todas as atenções se concentram na abertura do pára-quedas e nos balões que têm de se insuflar no contacto com a superfície. Roberto apercebe-se de que o mergulho não correu como devia. O IXV flutua por ele mesmo, mas é suposto ser auxiliado por quatro balões laterais que asseguram a sua estabilidade, o que não aconteceu. Tanto Giorgio, como Roberto, consideram que os balões não insuflaram devido à regulação dos sensores, preparados para um impacto na água muito mais forte. Ou seja, a amaragem foi demasiado suave. “É um assunto que tem gerado muitas discussões. É preciso diferenciar entre o choque produzido pelo impacto na água e o provocado pelas rajadas de vento sobre o pára-quedas, porque têm consequências muito idênticas. Temos de conseguir distinguir as duas situações. Nós tínhamos regulado os limites para níveis muito elevados. A impressão visual que tive do que aconteceu foi que a amaragem foi muito suave, porque o pára-quedas funciona bem. Daí que o impacto tenha sido mais reduzido do que o esperado”, declara Tumino. No entanto, sublinha o seguinte: “O lado positivo é que o nosso trabalho vai tornar-se mais robusto. E esse era o objectivo: testar os limites para perceber que caminho vamos seguir.”
Fonte: Euronews.

Quebra-gelos abandona Mar de Kara sob ameaça de força

O quebra-gelos ‘Arctic Sunrise’ da organização ambientalista Greenpeace vai abandonar o Mar de Kara, no Ártico, depois de o capitão ter sido ameaçado pela guarda fronteiriça russa, anunciou a porta-voz da Greenpeace na Rússia.
“Ameaçando com a força, [os guardas fronteiriços] exigiram ao comandante do quebra-gelos que abandonasse o Mar de Kara. Não obstante, a Greenpeace não recua das suas posições e está na hora do protesto dos activistas contra a extracção de petróleo no Ártico”, afirmou Khalimat Tekeeva.
Guardas fronteiriços russos detiveram o “Arctic Sunrise” na manhã de hoje, depois de o quebra-gelos ter entrado no domingo no Mar de Kara, no Ártico russo, sem autorização das autoridades da Rússia.
Agentes russos abordaram o navio depois de activistas da Greenpeace, com cartazes “Salvem o Ártico”, tentarem, a bordo de botes de borracha, dirigir-se para o navio “Dmitri Nalivkin “, fretado pela companhia petrolífera russa Rosneft e ExxonMobil para fazer prospecção de petróleo na região.
A Administração da Rota do Mar do Norte (MNAR), a agência russa que controla a navegação nessa região, recusou vários pedidos de Greenpeace com o argumento de que o ‘Arctic Sea’ não foi devidamente certificado.
A Greenpeace pretende realizar acções de protesto contra a exploração de petróleo e gás pela Rosneft e ExxonMobil no Ártico, que os ambientalistas consideram uma ameaça para o ecossistema da região.

Fonte: Noticias ao Minuto.

Espinheiro marítimo pode ser próxima superfruta

A fruta do espinheiro marítimo, que nasce em abundância na região costeira da Escócia, pode ser considerada a próxima superfruta por ter uma grande quantidade de nutrientes que fazem bem à saúde.
Estas bagas são habitualmente vistas naquele país como uma erva daninha espinhosa e invasiva mas estão cheias de vitaminas, minerais e antioxidantes. Agora, investigadores da Universidade de Queen Margaret, em Edimburgo, estão a estudar formas de usá-las em bebidas e alimentos.
As bagas do espinheiro marítimo, ou Hippophae, têm mais vitamina C do que um kiwi e mais vitamina E do que a soja. Os benefícios da planta não tinham ainda sido explorados anteriormente pelos escoceses devido aos problemas relacionados com a sua colheita, e ao sabor amargo das bagas.
Fonte: vidarural.pt

Subida do nível do mar atingiu níveis recorde em 2012

O risco que as empresas enfrentam por via das mudanças climáticas está de novo em destaque – um novo relatório confirmou que 2012 foi um dos 10 anos mais quentes de sempre, com a subida do mar a atingir níveis recorde e a quantidade de gelo no Oceano Árctico em mínimos igualmente históricos.
Os cientistas norte-americanos emitiram um relatório anual que detalha uma série de indicadores climáticos globais importantes, incluindo informações sobre as temperaturas médias, eventos climáticos extremos, degelo no Árctico e nível do mar. O documento, produzido por especialistas da National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA), conclui que, dependendo do conjunto de dados usados, 2012 foi o oitavo ou nono ano mais quente já registado em todo o mundo.
Os Estados Unidos e a Argentina contaram com o seu ano mais quente e inúmeras outras regiões experimentaram níveis médios mais elevados de condições meteorológicas extremas.
O relatório também revela que a extensão do gelo marinho no Árctico atingiu no ano passado o recorde mais baixo de sempre, ao mesmo tempo que o nível das águas do mar subiu para níveis recorde.
Quanto às concentrações de gases com efeito de estufa, continuaram a aumentar. Na Primavera de 2012, a concentração atmosférica de CO2 ultrapassou, pela primeira vez, as 400 partes por milhão em vários locais de observação do Árctico.
Segundo o Business Green, o relatório foi projectado para fornecer informações precisas aos decisores políticos, aos governos e às empresas para que os ajudem a preparar-se para um futuro extremo por via das mudanças climáticas.
“Muitos dos eventos que tornaram 2012 num ano tão interessante fazem parte das tendências de longo prazo que vemos num clima variável e em mudança. Os níveis de carbono estão a subir, o nível do mar está a subir, o gelo do mar Árctico está a derreter e o nosso planeta como um todo está a tornar-se num lugar mais quente”, disse Kathryn Sullivan, da NOAA.
Todas as empresas, incluindo as pequenas, precisam estar cientes dos riscos que as alterações significam e preparar-se para lhes dar uma resposta de forma adequada.
Fonte: GreenSavers.

Onda gigante faz 30 feridos (vídeo)

Rio ganhou força com tufão e atingiu turistas que estavam a fotografar.

Uma onda gigante derrubou o parapeito da margem do rio Qiantang, no leste da província de Zhejiang, China, ferindo pelo menos 30 pessoas. 

A onda ganhou força com um tufão que passou perto e acabou por atingir os turistas que estavam no local a fotografar a força do rio.

Fonte: TVI 24

Criatura estranha encontrada em praia espanhola ( Vídeo ).

Cadáver de animal com chifres e quatro metros de cumprimento intriga especialistas.

Os especialistas ainda não conseguiram identificar a espécie a que pertence o estranho animal marinho encontrado morto por banhistas, no dia 15 de Agosto  numa praia da localidade de Luis Siret, em Almería, Espanha. 

De acordo com o site espanhol «Ideal», funcionários do Serviço de Protecção da Natureza (Seprona) e da Associação de Defesa da Fauna Marinha (Promar) estão a analisar as imagens feitas do animal, que mede cerca de quatro metros, para tentar fazer a identificação. Até o momento, apenas foi descartada a hipótese de se tratar de um mamífero. Os especialistas acreditam que pertence a uma espécie de peixe.

«Tivemos acesso às imagens dos restos encalhados na areia, ali lançado, provavelmente, por fortes ondas. As fotos estão a ser enviadas a especialistas na tentativa de identificar o espécime. À primeira vista parece um tipo de peixe, porém o estado de decomposição dificulta o reconhecimento», afirma o coordenador da Associação de Defesa da Fauna Marinha, Francisco Toledano.

O mesmo responsável acrescenta que «é difícil saber de que se trata. Está muito decomposto. Talvez consigamos saber alguma coisa se analisarmos os ossos, mas para termos a certeza é necessário fazer uma análise genética e isso é muito caro», disse.

Toledano diz que já partilhou informações com outros pesquisadores sobre a possível origem do peixe. «Imagino que esse animal tenha sido enterrado em algum local», explicou, ao comentar a presença de supostos chifres na criatura. Para Francisco Toledano, os ossos de outros animais podem ter-se juntado ao peixe gigante.

Fontes oficiais informam que não foi feita análise de ADN, já que nenhuma entidade se prontificou a arcar com os custos da análise. As autoridades que cuidam da fauna marinha e a Guarda Civil local removeram o animal do local na sexta-feira, dia 16 de agosto. O site «Huffington Post» noticia que os restos do animal tiveram de ser enterrados, devido ao grau de decomposição, e que agora os estudos são feitos apenas a partir das imagens.

Alguns boatos chegaram a mencionar que o peixe tem alguma relação com um incidente que houve em Palomares, localidade próxima da praia onde a criatura foi encontrada. No fim da década de 1960, caiu na região uma bomba radioactiva de um avião norte-americano. Acredita-se que o artefacto tenha contaminado a área e prejudicado a fauna.

A imagem do peixe com chifres e de quase quatro metros de altura começou a tornar-se viral no Facebook no sábado, dia 17 de Agosto  Vários internautas começaram a atribuir nomes à criatura como «peixe mutante», «dinossauro aquático» ou «peixe-touro».

Fonte: TVI 24

Morreu o Sapal, o mais jovem golfinho do Sado

Poucos dias depois de ter sido visto pela primeira vez a nadar junto às fêmeas do grupo de golfinhos-roazes do Sado, o Sapal foi encontrado morto na sexta-feira passada. A cria recém-nascida era o mais jovem elemento da população que conta agora com 26 golfinhos.
Ainda tinha a barbatana dorsal ligeiramente dobrada, devido ao tempo (12 meses) passado no útero da mãe, a Ligeiro. Foi ela que deu o alerta na sexta-feira à tarde. “Vimos a mãe a tentar manter a cria à superfície, a fazer o ritual da morte”, como se estivesse a empurrá-la para a ajudar a respirar, descreve Pedro Narra, da empresa Vertigem Azul, que faz observação de golfinhos no Sado.
Os rituais continuaram até ao dia seguinte, conta, descrevendo um cenário “triste”, que “parecia um funeral”. O irmão do Sapal acompanhava a mãe enquanto esta tentava em vão reanimar a cria. Por volta do meio-dia, os técnicos da Reserva Natural decidiram retirar da água o corpo do golfinho, que deverá agora ser submetido a uma necrópsia, para apurar as causas da morte. O problema é que, regra geral, “os resultados demoram a aparecer e são quase sempre inconclusivos”, lamenta Pedro Narra.
“Os sons emitidos pela mãe ouviam-se fora de água”, recorda. A Ligeiro ficou perto da embarcação até não poder mais . “No dia seguinte apareceu o Asa, acho que ouviu os sons e veio ao funeral”, acredita o responsável da Vertigem Azul. O Asa voltou ao estuário onde já foi uma estrela – há 14 anos foi içado por um helicóptero da Força Aérea, resgatado de um esteiro onde tinha ficado preso, tudo filmado pelas câmaras de televisão. Como ele, voltaram também outros dois roazes que já não eram vistos desde Junho. “Já só falta o Guilhas.”
Não é a primeira vez que morre uma cria no estuário do Sado, onde se encontra a única população de golfinhos residente em Portugal. Mas cada caso é visto com preocupação por quem acompanha e chama pelo nome os roazes-corvineiros [Tursiops truncatus]. O Sapal teria poucas semanas de vida – foi visto pela primeira vez no dia 7 – e as crias recém-nascidas são muito sensíveis, tal como as mães. “É como uma mulher que dá à luz, se tem um momento de stress pode perder o leite. Eles têm que mamar e o stress é prejudicial”, lembra Pedro Narra.
Durante o Verão não faltam barcos no estuário à procura dos golfinhos. Às embarcações com licença marítimo-turística somam-se os barcos de recreio de particulares. E nem sempre se respeitam as normas do regulamento: por exemplo, manter uma distância de 30 metros em relação ao grupo de golfinhos mais próximo, não ficar mais do que 30 minutos junto aos animais e não exceder a sua velocidade de deslocação. Há também quem se queixe da falta de fiscalização por parte das autoridades marítimas.
Quando deu a notícia do nascimento do Sapal, o Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF) lembrava que as primeiras semanas são cruciais para a sobrevivência dos golfinhos, pelo que “não é desejável que um grande número de embarcações permaneça nas proximidades do grupo”.
O ICNF pedia ainda que as observações de cetáceos, uma das actividades que mais atrai os turistas ao Sado, na região de Setúbal, fossem dirigidas a outros roazes nos próximos tempos.
Contactado nesta segunda-feira pelo PÚBLICO, o ICNF confirmou a morte do Sapal e o ritual descrito por Pedro Narra: “o corpo do roaz estava a ser transportado pela progenitora que se afastava sistematicamente das embarcações que se tentavam aproximar.
Fonte: Público.

Roterdão foi o primeiro porto europeu a receber o Triple-E da Maersk

O porto de Roterdão foi o primeiro porto europeu a receber o primeiro navio da série Triple-E da Maersk, o maior porta-contentores do mundo com capacidade para 18.000 teus. 

O navio “Maersk Mc-Kinney Moller” é o primeiro a estar operacional da série Triple-E e supera em 2.500 teus a capacidade do até agora maior porta-contentores do grupo, o “Emma Maersk”.

A chegada do “Maersk Mc-Kinney Moller” a Roterdão coincidiu com a apresentação de Nils S. Andersen, CEO da Maersk, dos resultados do grupo Maersk no segundo trimestre, no qual o lucro caiu 11% passando dos 965 milhões de dólares para os 856 milhões. Ainda assim, o responsável destacou o resultado positivo da Maersk Line e da APM Terminals.

Fonte: Cargo