Aquário do Pantanal, o maior aquário de água doce do mundo


As obras do Aquário do Pantanal, previsto para ser inaugurado no ano que vem, entram na fase de instalação das estruturas metálicas. O maior aquário doce do mundo terá cobertura complexa para albergar 18 tanques que representarão os Rios Miranda, Piquiri e Paraguai. O projecto é do arquitecto Ruy Ohtake.
 
O espaço irá abrigar um centro de conferências, laboratórios e biblioteca para livros e teses sobre o Pantanal, instalações que foram desenhadas lado a lado com os 24 tanques de peixes, jacarés, entre outras espécies.
 
Além do ambiente interno, que inclui um túnel de 180 graus, o aquário terá cinco tanques externos, que poderão ser percorridos a pé ou em um trajecto aquaviário em barco com fundo de vidro. A construção do maior Aquário de água doce do mundo teve início em 14 de maio de 2011.
 
Mais sobre o maior Aquário 
 
São 6,6 milhões de litros de água doce e 263 espécies de animais nativos acompanhados da flora pantaneira, com os lindos Ipês do cerrado, ipê roxo, Ipê amarelo, Ipê rosa, que serão replantados no local. 

Fonte: Horizonte MS

Maurícias acolhem 10ª reunião do Sistema de Observação do Oceano Índico

 As Ilhas Maurícias albergarão a  10ª  reunião do Sistema de Observação  Global do Oceano Índico (IOGOOS)  em Port-Louis.
O encontro agrupará cerca  de 20 oceanógrafos provenientes de vários países dos  quais a Austrália, a Tailândia, a Índia, o Sri Lanka, o Blangladesh, os Estados Unidos, o Quénia, a Indonésia, o Japão e a África do sul.
O responsável da Unidade dos Assuntos Oceânicos do Governo Maurício, Rezah Badal, indicou sábado que o objetivo desta reunião anual é passar em revista os progressos realizados em relação aos diversos projectos executados pelos países-membros tais como a observação satélite, o estabelecimento dos centros regionais de alerta e a instalação de tsunâmetros.
“As discussões versarão sobre o avanço da pesquisa na observação do Oceano Índico sobre vários temas incluindo a biogeoquímica oceânica, o ecossistema marinho, a variabilidade a nível do mar, a pesca no sudoeste do Oceano Índico e a modelização e as previsões oceânicas”, declarou.
Criado em 2002, o OGOOS é uma colaboração formal entre 19 organizações de vários países da região que trabalham conjuntamente para a instalação do sistema de observação no Oceano Índico.
Desde 2002, o IOGOOS elaborou várias iniciativas que contribuíram para realçar a capacidade regional com vista a uma melhor compreensão do fenómeno do oceano.

As actividades do IOGOOS estão orientadas para a melhoria do sistema de observação do oceano, a troca, a gestão e comunicação de dados, os serviços do oceano, o reforço das capacidades, a  pesquisa e a cooperação com outros organismos.
Fonte: Africa21

Rússia rejeita arbitragem do Tribunal dos Direitos do Mar na libertação de 28 ativistas

A Rússia rejeitou hoje a arbitragem do Tribunal Internacional dos Direitos do Mar na libertação de 28 activistas da Greenpeace detidos no Ártico, quando realizavam um protesto num barco de bandeira holandesa, em águas internacionais.

“A Rússia comunicou à Holanda e ao Tribunal Internacional do Direito do Mar que não aceita a arbitragem no caso do barco Artic Sunrise”, indicou o Ministério dos Assuntos Exteriores russo, em comunicado.
Segundo Moscovo, em 1997, quando ratificou a Convenção da ONU sobre o Direito do Mar, a Rússia disse que “não aceitava os procedimentos de arbitragem com decisões vinculantes em contenciosos sobre o exercício dos direitos soberanos e jurisdicionais”.
Contudo, a Rússia declarou estar disponível para “encontrar uma solução para o problema”.
A Holanda apresentou um recurso de arbitragem ao Tribunal Internacional dos Direitos do Mar, com sede em Hamburgo, na Alemanha, por considerar que a libertação dos detidos na Rússia “é um caso urgente”.
No passado dia 18 de setembro, 28 activistas da Greenpeace, um operador de câmara e um fotógrafo independentes foram detidos pela guarda-costeira russa, que abordou o barco da organização ecologista.
Pouco antes, dois activistas tinham conseguido subir a uma plataforma petrolífera do consórcio russo Gazprom, com o objectivo de denunciar os danos para o Ártico resultantes da extracção de crude.
Os detidos (que estão em prisão preventiva até pelo menos 24 de Novembro) incorrem numa pena que pode chegar aos 15 anos de prisão.
Até agora, foram recusados todos os recursos pedidos pelos activistas detidos, no sentido de aguardarem julgamento em liberdade.

Fonte: Paula Mourato/DN.

Marinha resgata americana de navio ao largo da Madeira

Uma norte-americana de 65 anos, que viajava a bordo do navio Nowergian Epic, a 80 milhas a Oeste da Ilha da Madeira, teve de ser resgatada por um helicóptero da Marinha portuguesa por motivos médicos. A mulher estava com febres muito elevadas e havia suspeita de septicemia.
O pedido chegou ao Subcentro de Busca e Salvamento Marítimo do Funchal por volta das 23h30. Foram então desencadeadas as acções para resgatar a paciente, numa acção concertada com o INEM, Força Aérea e Serviço Regional de Protecção Civil.
O helicópetro EH-101 do destacamento Aéreo da Madeira, da Força Aérea, levou a cabo o resgate com sucesso, desembarcando a paciente, acompanhada do marido, no aeroporto da Madeira pelas 03h05, onde eram aguardados por uma ambulância, que seguiu para o Hospital Dr. Nélio Mendonça.

Fonte: SOL

Navio naufragado em 1787 descoberto ao largo de Sines


O centro de mergulho Ecoalga, especializado em actividades náuticas, em Porto Covo, anunciou ter encontrado ao largo de Sines, os destroços de um navio francês que se afundou em 1787.
A localização e identificação do navio, pertencente à frota da Companhia das Índias Francesa, aconteceu em janeiro deste ano durante um mergulho de pesquisa, explicou o mergulhador Joaquim Parrinha.

Os destroços encontrados pela Ecoalga pertencem a um navio de origem francesa e, de acordo com o responsável pelo achado, encontra-se assente num banco de areia.

Segundo Joaquim Parrinha, trata-se de um “navio de 400 toneladas” que naufragou junto à costa de Santo André, proveniente do sudoeste asiático.

A descoberta já foi comunicada às entidades competentes.

O espólio deste navio ainda não é conhecido adiantou Joaquim Parrinha que “mergulhou” na literatura e acredita tratar-se de um navio pertencente ao ministro das finanças do governo de Luís XVI.

Joaquim Parrinha que, em conjunto com o mergulhador João Goucha, são os responsáveis pela descoberta, gostariam de “resgatar o navio ao mar” e “construir um museu em Santiago do Cacém” que permitisse estudar a história destas embarcações.

Fonte: Antena Miróbriga/Helga Nobre

Parlamento Europeu recomenda integração de dados sobre pesca nos mapas do Mar

O Parlamento Europeu defende que os dados sobre as pescas devem ser integrados no mapeamento dos fundos marinhos, uma iniciativa que a eurodeputada Maria do Céu Patrão Neves considera “muito relevante” para Portugal e, sobretudo, para os Açores”.
O relatório da eurodeputada portuguesa, hoje aprovado pelo Parlamento Europeu (PE), defende a utilidade da integração dos dados relativos à pesca num mapa digital dos fundos marinhos que deve ser elaborado até 2020, segundo um comunicado do gabinete do PE.
Maria do Céu Patrão Neves (PSD) salienta, no documento, que a iniciativa é “muito relevante para Portugal e, especialmente para os Açores, devido à enorme dimensão do seu espaço marítimo (…) permitindo maximizar as potencialidades do oceano, planificar e compatibilizar as actividades que aí decorrem”.
Fonte: Expresso.

Mergulhador suíço arrisca a vida para fotografar anaconda de oito metros

Fotografar a vida selvagem é um trabalho de risco, mas não haverá muitas situações onde estes profissionais arrisquem tanto a vida como o mergulhador suíço Franco Banfi, que ficou a centímetros de uma gigante anaconda de oito metros. Tudo para captar, com todos os detalhes, a enormidade do animal.
O mergulho teve lugar num rio de Mato Grosso, no Brasil, e as fotos – pelo menos para nós, que não arriscámos a vida – valem bem a pena.
Normalmente, as anacondas ficam perto da superfície da água, onde procuram presas como ratos, peixes ou pássaros. Esta anaconda, com oito metros, tinha acabado de comer uma capivara, tendo-se mostrado pouco interessada num segundo prato.
“A cobra já tinha comido, por isso não demonstrou muito interesse em nós. Tudo é possível, mas duvido que ela nos comesse. Eu estava muito perto e podia inclusive ter tocado nela, se quisesse”, explicou Banfi à imprensa internacional.
Durante a sua viagem pelo Mato Grosso do Sul, o fotógrafo viu e fotografou seis tipos diferentes de anacondas. “No início tive medo, porque não conhecia o animal e todos diziam que era perigoso. Mas depois comecei a perceber que nada acontece se respeitarmos a cobra. Nunca tinha estado tão perto de uma cobra destas, mas acho que uma cobra pequena e venenosa mete mais medo que estas”, explicou.
Fonte: Greensavers.

Surfista testa jetsurf e acredita que prancha será o futuro das ondas grandes

O surfista brasileiro Everaldo Pato está a testar uma prancha que pode elevar para outro patamar a busca por ondas grandes. O jetsurf é um equipamento que possui motor acoplado e que consegue projectar o atleta na onda sem que exista a necessidade dele ser puxado por um jet ski. Em testes no Havaí, entre uma gravação e outra de um programa TV, Pato ficou encantado com o equipamento e confessou que muitos surfistas locais vieram ver de perto a novidade tecnológica. Nesta entrevista exclusiva, ele explica como funciona o jetsurf e o que isso pode mudar na busca pela onda perfeita.

Como surgiu a ideia de usar o jetsurf em ondas grandes?
PATO – 
Sempre gostei muito de experimentar coisas novas, estou sempre em busca de motivação e nada melhor para me motivar do que novas ideias, novos brinquedos e sensações novas. Um amigo falou-me sobre essa prancha, pesquisei por informações e achei super interessante.. E coincidência, as pessoas que representam a prancha no Brasil eram amigos de amigos e me procuraram para me mostrar o equipamento. Como estava embarcando para o Havaí não tive tempo de testá-la. Então surgiu a ideia de levarem a prancha ao Havaí para que eu pudesse testá-la.
Qual a sensação de não precisar do jet ski para entrar numa onda grande?
PATO –
 A ideia inicial era apenas usá-la em ondas pequenas, porém o equipamento respondeu muito melhor do que todos imaginavam. Numa semana surfamos ondas de até 6 metros, foi incrível. É quase um sonho, pois durante toda minha vida de atleta profissional de ondas gigantes sempre pensei como seria entrar em uma onda gigante sem precisar de um parceiro no jet ski. É como ter sua própria prancha com motor e entrar na onda a hora que quiser, onde quiser, na velocidade que quiser, e isso foi muito bom. Eles conseguiram juntar tudo no mesmo lugar, uma prancha rápida, super tecnológica, e com isso basicamente não preciso mais de um jet ski. Agora estamos trabalhando na evolução da prancha acho que muito breve teremos óptimos retornos.
Como foram os testes no Havaí? Como foi a receptividade dos outros surfistas?
PATO –
 Foi um verdadeiro sonho entrar numa onda gigante com sua própria prancha a motor, é uma evolução e tanta, e estamos só no começo. Temos muito o que evoluir, porém com certeza em um futuro próximo estarei pegando ondas bem acima do limite que conhecemos. Tudo que é novo tem um certo preconceito no início, principalmente dentro da comunidade do surf, mas no geral foi um sucesso, pois todo mundo vinha perguntar sobre a prancha. Fiz uma sessão num Outer Reef (onda que quebra no meio do Oceano) num final de tarde que foi demais. Quando saí tinha um fila de havaianos na praia me esperando para ver o que eu estava usando. Eles ficaram impressionados com o equipamento.
Quem criou o jetsurf e quais as características da prancha?
PATO – 
Ela criada em 2008 pelo Martin Sula, um grande engenheiro mecânico da República Checa que trabalhou na Fórmula 1. Ele aplicou um motor a um windsurf, e a partir daí foram alguns anos até a prancha que estou usando no momento. Ela pesa 14 kg, mede 1 metro e é toda em fibra de carbono, inclusive a maior parte do motor. Usa 2 litros de gasolina que proporciona uma hora de surfe. A bateria de lítio é recarregada pelo motor, dura quatro horas, e em uma lagoa, por exemplo, você pode chegar a 50 km/h, dependendo do modelo da prancha. Se juntando a velocidade da onda no mar, pode chegar a 60 km/h.
Quais melhorias podem ser feitas na prancha?
PATO – 
As que foram utilizadas no Havaí eram todas protótipos e estão em desenvolvimento. Estamos trabalhado em vários aspectos, desde o filtro de ar até o próprio design da prancha. Tem bastante coisa para evoluirmos sempre, principalmente se tratando de um equipamento tão tecnológico. Mas a prancha que tenho no momento já tem trazido muita alegria para mim. Tenho feito sessões memoráveis.
Acha que o jetsurf pode levar o surfe de ondas grandes para um outro patamar?
PATO – 
Sem dúvida. Estamos trabalhando para isso e acho que em um futuro bem próximo teremos muitas surpresas. 
Fonte: Estadão.

Arquipélago do Pacífico Sul une desporto náutico e praia

Nouméa é a capital da Nova Caledónia, um arquipélago que é uma porção de terra mais distante de seu país soberano, a França, e um charmoso destino de cruzeiros marítimos pelo Pacífico Sul. 
Em Nouméa fica a maior lagoa do mundo e o segundo maior recife de corais. Ao desembarcar na região, um passeio  numa luxuosa balsa em alta velocidade leva os turistas em 45 minutos até a ilha paradisíaca do farol Amedee. Chegando lá, o único trabalho é decidir se prefere relaxar na praia de areia branca ou encarar actividades, como trilhos.
Os aventureiros podem subir 241 degraus no farol e ter uma vista sensacional da lagoa. Além de passeios pela ilha, o mergulho com snorkel para observar os peixes é uma actividade interessante, principalmente por Amedee ser uma reserva marinha. A bordo de um barco com fundo de vidro é possível conhecer e ter mais informações sobre as espécies locais. A barreira de recifes também é habitada por tartarugas e arraias, e fica a meia hora de navegação da ilha.
Nouméa é ainda um bom lugar para cavalgar. A área costeira é considerada zona rural, e pode-se explorar praias isoladas a cavalo, assim como chegar mais perto das cadeias de montanhas. Outra atracão é embarcar numa canoa outrigger, típica da Melanésia, e remar pelos rios como faziam as antigas tribos da Nova Caledónia. Ainda nas actividades aquáticas, o windsurf é um dos desportos mais indicados, devido ao vento e as águas das baías de Anse Vata e Cote Blanche.
Numa visita a Nouméa, o turista deve conhecer o Tijbaou Cultural Center, localizado na Baía de Tina. O trabalho do arquitecto Renzo Piano é um símbolo de reconciliação e abertura. O lugar é único, onde a cultura melanesiana pode ser vista, criada, vivida e compartilhada. A cidade é cheia de museus, com destaque para o Museu da Nova Caledónia, com uma série de artefactos do Pacífico, e o Museé de la Ville, que guarda a história da capital e o Museu da História Marítima.
Como é território francês, a Nova Caledónia possui elegantes boutiques que vendem produtos franceses, de roupas a perfumes, bolsas e vinhos. A cozinha local é inspirada na francesa, e os pratos típicos do país são fáceis de encontrar. Mas é claro que há especialidades locais, como o bougna, prato com peixe e galinha coberto por folhas de bananeira e assado sobre pedras quentes.

Biólogos marítimos russos farão expedição à volta do Mundo.

“Aquatilis” é a primeira expedição à volta  do mundo organizada por cientistas russos destinada à pesquisa dos seres vivos no oceano.

Em três anos, o biólogo Aleksandr Semionov e sua equipa pretendem percorrer 35 mil milhas marítimas (cerca de 65 mil quilómetros) ao redor da Terra, realizar centenas de mergulhos com o objectivo de estudar a vida dos organismos no fundo do mar e compartilhar as suas descobertas com a comunidade internacional.
A “Aquatilis” é a primeira expedição à volta do mundo organizada por cientistas russos destinada à pesquisa dos seres vivos no oceano. Semionov, chefe da equipa de mergulhadores da Estação Biológica Belomosrkaia, da Universidade Estatal de Moscou Lomonossov, e famoso fotógrafo submarino, também exerce os papéis de organizador e líder do projecto. Há sete anos ele mantém um blog científico onde disponibiliza as informações referentes aos estudos do mar e partilha com o público a diversidade da natureza e as imagens das criaturas extraordinárias que o habitam. Portanto, a futura expedição possui não apenas uma finalidade científica, mas também se destina a divulgar as descobertas a serem feitas pela equipe.
“O oceano é um universo paralelo, um outro mundo habitado por criaturas surpreendentes. Acreditamos que as pessoas devem conhecer as pesquisas científicas em todas as suas cores. Sonhamos em começar uma nova missão, dando a continuação a uma série de descobertas feitas pelos primeiros pesquisadores do mundo submarino”, explica Semionov.
Os equipamentos instalados a bordo do navio permitirão transmitir para os blogs e pela redes sociais as informações, fotos e vídeos referentes aos animais detectados e sobre o andamento das pesquisas, assim como interagir com a audiência. Além disso, os objectivos da expedição incluem a criação de um banco de dados único incluindo milhares de fotos e vídeos em alta resolução dos organismos que compõem a flora e a fauna dos oceanos, uma parte dos quais talvez ainda seja desconhecida.
“Sendo um cientista, eu observo todas as peculiaridades do mundo submarino através das lentes da câmara. Ao longo dos muitos anos que a minha equipa e eu fazemos mergulhos, observamos e tiramos fotos dos mesmos organismos, conseguindo gravar os mínimos detalhes do seu ciclo de vida”, explica Semionov.
O cientista acredita que as suas fotos poderão ser utilizadas nas pesquisas de estudantes ou em trabalhos específicos de pesquisadores.
“As filmagens submarinas acrescentam os conhecimentos de biologia clássica às pesquisas contemporâneas, ajudando os cientistas a conhecerem os mínimos detalhes e as possíveis diferenças de comportamento entre os animais do mesmo grupo. Os equipamentos modernos, como as câmaras fotográficas e de vídeo, permitem adicionar um grande volume de informação impossível de ser encontrada nos livros. Anteriormente, os cientistas analisavam as amostras por meio de microscópio e desenhavam as imagens com as próprias mãos, às vezes esquecendo os pequenos detalhes dos organismos analisados. No entanto, a tecnologia moderna permite tirar fotos em alta resolução, com capacidade de mostrar seres minúsculos ou obter imagens detalhadas dos animais muito pequenos”, explica cientista.
Vale apena ressaltar que um dos principais objectivos dos organizadores da expedição é chamar a atenção da sociedade aos problemas ecológicos dos oceanos. O trajecto a ser percorrido pelos cientistas inclui a passagem por ilhas de lixo, gigantes aglomerações de entulho e resíduos de plástico. Os participantes da expedição pretendem mostrar os danos causados para a flora e fauna marítimas.
Os três anos de expedição serão divididos em dez etapas, cada uma com duração de dois a quatro meses. A equipe que permanecerá no navio incluirá de oito a dezasseis pessoas, dependendo das tarefas a serem realizadas durante сada fase. No entanto, ao longo de três anos, o projecto contará com a participação de 50 especialistas na terra e no mar.
Fonte: R