Carlos Burle: O Surfista do Momento ?

Carlos Burle. “Não surfar um mar histórico, quando a gente passa a vida se preparando, seria o quê? Masturbação?”
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Maya Gabeira, a surfista brasileira que na segunda-feira ficou inconsciente na praia do Norte, na Nazaré, garante que faria tudo de novo e se tivesse morrido ia em paz

A vida é mesmo assim. E, como Felipe Cesarano, um dos quatro surfistas de ondas grandes brasileiros na Nazaré, ontem disse a Carlos Burle, o que se passou foi simplesmente o seguinte: “Tu salvou uma vida e em recompensa tu pegou a onda da tua vida.” Passam o ano a treinar para se aguentarem à bronca em mar gigante, são pagos para isso e, continuando com as palavras do “Gordo”, o seu trabalho é igual ao de um polícia. “Ele tem de subir no morro e trocar tiro com os bandidos. Por isso ele não vai falar que não vai subir com medo de levar um tiro.”
Já Carlos Burle – que além de Cesarano, treina ainda Maya Gabeira e Pedro Scooby – sublinha a importância de “você se preparar, não negligenciar a situação, unir tudo o que for possível para minimizar os riscos”. “A gente não sabe quando vai dar [ondas grandes], mas passa o tempo inteiro pensando nisso, assistindo filmes e viajando o mundo todo para pegar um mar desses. E se você entra num mar desses e começa a ser muito cauteloso, você não surfa e não pega aquela experiência. E não é assim ‘ah, vou surfar e vou morrer’. Não, você tem uma grande chance de sobreviver”, explica o surfista que em 2011 entrou para o “Guinness Book” com a maior onda surfada (68 pés, cerca de 22 metros), em Mavericks, na Califórnia.
“Imagina que acontece o mar que aconteceu ontem, que foi um mar histórico, e você não surfa. Porquê você treinou e se preparou tanto? Não faz sentido. É uma masturbação? Você fica em casa pensando ‘poxa, eu quero que dê aquela onda de 100 pés’, treina, vai na academia, faz apneia, faz disso uma coisa enorme e, quando mar quebra, você trava.”
Esta é a atitude mental desta turma e foi com esse estado de espírito que Maya Gabeira decidiu entrar na praia do Norte na segunda-feira de manhã cedo. A sessão acabou mal, a carioca por pouco não apagou, mas, de tornozelo partido, afirma que a experiência “valeu a pena” e, se tivesse morrido, teria ido “em paz”, fazendo o que mais gosta. “As condições que a gente enfrentou ali ontem talvez sejam das mais difíceis do mundo. Não só a onda lá fora como o resto, porque aqui o perigo nunca acaba, ele se agrava às vezes, por causa das rochas, da areia e do quebra-coco [rebentação]”, explicou Gabeira, que ontem teve alta do hospital.

“O que correu mal foi que eu peguei uma onda grande e quebrei o tornozelo. Depois ainda tomei um caldo pesado mas vim bem à superfície, fiz bem a minha técnica de respiração, passou a segunda onda e, na terceira, fiquei muito tempo debaixo de água e quando subi não sabia onde estava. Foi aí que o meu colete de segurança explodiu e fiquei sem ele.” Com a “visão preta”, da “falta de oxigénio junto com a porrada”, ainda veio à tona para respirar novamente mas em seguida tudo “ficou branco” e não se lembra de mais nada. “Mesmo antes de apagar, apenas segui o instinto, de mão para cima, e a única outra coisa que fiz foi, quando o Burle passou por mim a gritar, peguei a corda do jet-ski. Também foi outro instinto, mais auditivo que visual, porque já não tinha visão nenhuma.”
Se nesse momento Carlos a tivesse perdido de vista talvez não estivessem todos juntos e alegres na conferência de imprensa que ontem deram na Nazaré. “Na altura em que eu passei por ela pela primeira vez, para ela se agarrar à prancha de resgate, apesar de estar com a mão para cima, estava em choque e não tinha força. Da segunda vi que ela realmente não tinha reacção. A gente já estava indo para cima das rochas, a maré já estava puxando a gente para dentro, essa reacção que ela teve de tentar agarrar a corda foi a última força dela. Foi um movimento de desespero para se manter viva e, quando vi ela de cabeça para baixo, já flutuando, sabia que ela estava inconsciente e que não podia ficar assim, sem respirar por muito tempo. Por isso tomei aquela decisão de abandonar o jet-ski, nem sei onde ele foi parar, e agarrar ela”, explica o mentor.
Maya, uma das poucas surfistas femininas de ondas grandes, tem 26 anos e nunca tinha surfado mar daquele tamanho. Com os treinos de apneia, já se adaptou a ficar quatro minutos sem respirar e disse conhecer exactamente todos os processos pelos quais passou. “Normalmente a gente está em Jaws ou em outros lugares que são muito mais disputados e, como sou normalmente a última da fila, acabo pegando as ondas menores. Mas, como era uma oportunidade única, estávamos só nós e o Garrett. A gente teve oportunidade de pegar as maiores ondas do dia. Foi uma experiência única. Foi a maior onda que já peguei por muitos e muitos pés. Por isso, valeu, faria de novo. Houve algumas coisas ali que deram errado mas que ao mesmo tempo deram certo no final e que acabaram salvando a minha vida.” “Foi um milagre?”, alguém lhe pergunta. “Foi muito treino, Deus, que sempre está com a gente, e não era a hora de eu ir”, responde ligeiramente ao lado. “E quer voltar à Nazaré?”, insistem, recordando o episódio. “Ano que vem.”
Outras das coisas que mais impressionou as pessoas foi como é que Burle, de 45 anos e com a sua pupila a caminho do hospital, ainda teve a frieza de voltar para o mar. “Ele é maluco”, responde de imediato Pedro, de 25 anos. “Eu gosto do que eu faço, treino a Maya, o Scooby e o Gordo há muito tempo e não era só eu e ela lá dentro. A situação que envolveu o resgate da Maya durou um tempo mas ela foi para a ambulância, já estava a ser assistida e eu tinha os dois dentro de água e tinha de voltar para saber se eles estavam bem. Afinal de contas somos uma família grande, é um mar interessante e confesso que também eu queria pegar uma onda. Dei sorte que, na minha hora, todo o mundo já tinha desistido, o mar estava um pouco diferente, tinha entrado um vento e peguei a onda mais lisa do dia, não tinha nenhuma espuma na frente.
Nisto Scooby (casado com a actriz brasileira Luana Piovani, 12 anos mais velha), conta que, um minuto antes de Burle apanhar a onda do dia, os dois se pegaram dentro de água. “É… ele usou uma técnica muito apavorada numa onda. É bem mais jovem e aí eu falei: ‘Pô, não vai perder a cabeça agora, isso é só um mar de 100 pés. Se você perder a cabeça, a gente vai perder a oportunidade de surfar esse mar gigante’”, recordou a voz da experiência. Sempre de sorriso na cara, Pedro, antes de Maya se magoar, tinha comentado com a colega: “Estou-me sentido no Caçadores de Emoções (filme “Point Break”, com surfistas criminosos). Ah não, o cara morre!” “Tem de ter senso de humor nessas horas”, justifica.
Quanto ao facto de a sua onda ter sido maior que a já surfada por Garrett McNamara (algo que dizem rondar os 30 metros), Carlos diz que neste momento não vale a pena “ficar especulando” (veredicto em Março). Também na Nazaré, o surfista californiano recusou-se na segunda-feira a surfar por razões de segurança. “Estava muito grande para mim. Não me senti seguro”, disse McNamara, que no entanto ficou dentro de água, apenas a dar apoio aos brasileiros. Apesar de afirmar que competição existe em qualquer desporto, Burle disse que criar neste momento “uma rivalidade” com Garrett seria uma coisa “muito desagradável” e por isso nunca afirmaram que tinham batido o seu recorde.
“Magrinho e fraquinho, mas difícil de morrer”, devido à sua resistência, Burle explica que gosta de se focar no treino cardiovascular. “Quem cansa logo não aguenta tomar com essas ondas na cabeça.” Voltando ao acidente que aconteceu com a sua “princesa”, Carlos começa: “Tendo em conta o preconceito relativo às mulheres no surf de ondas grandes…” “No mundo!”, interrompe Maya. “É, mas não vamos levantar a placa feminista aqui agora… mas existe esse preconceito, o nosso meio é muito machista, o ego é muito grande e ela, tal como eu, é antítese do herói, do surfista de ondas grandes – tem aquela figura do cara fortão e casca-grossa.”

A surfista carioca de 26 anos conta estar recuperada dentro de “um mês e meio, dois meses” e todos eles querem voltar à Nazaré porque ficaram fascinados com a variedade de ondas boas na costa portuguesa. E, seja aqui ou em qualquer outro lado do mundo, vão continuar a viver segundo o conselho de Charles Bukowski – “Encontra o que amas e deixa que isso te mate”.


Fonte: Ionline

Túnel submarino liga Europa à Ásia no centro de Istambul

A primeira ligação ferroviária submarina intercontinental foi inaugurada nesta terça-feira em Istambul. Bastam quatro minutos a cerca de 60 metros de profundidade sob o Bósforo, o estreito que separa a Europa e a Ásia na grande metrópole que é Istambul, e cruza-se de um continente para outro.
Foi um sonho durante 150 anos e finalmente tornou-se realidade”, afirmou o primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, na inauguração do primeiro dos seus megaprojectos para a cidade de Istambul.
O novo túnel ferroviário Marmaray, que atravessa o mar de Mármara, usa tecnologia japonesa resistente a sismos — que permite aos arranha-céus tremer sem quebrar. Essa é uma necessidade imperiosa, pois o túnel fica a menos de 20 quilómetros da falha sísmica onde se tem acumulado mais stresssísmico e onde os cientistas calculam existir 68% de probabilidade de que se venha a registar um sismo de magnitude 7 ou superior nos próximos 30 anos. Aliás, a Turquia, e em especial Istambul, é uma zona de grande risco sísmico.
A estrutura mais segura de Istambul?
A Câmara dos Arquitectos e Engenheiros turcos deu hoje uma conferência de imprensa chamando a atenção para a vulnerabilidade do túnel, que poderá transportar mais de um milhão de pessoas diariamente.
Eu não viajaria nos comboios do Marmaray, e ninguém devia viajar”, afirmou Süleyman Solmaz, porta-voz da organização, citando um engenheiro que trabalhou no projecto durante anos.
Kadir Topbaç, presidente da Câmara de Istambul, adianta a edição em inglês do jornal turco Hurriyet, respondeu garantindo que “todas as possibilidades foram levadas seriamente em consideração”, depois de se ter encontrado com o primeiro-ministro japonês, que esteve de visita a Istambul, para ver a inauguração, em que há interesses japoneses em jogo — além da tecnologia nipónica, grande parte da obra foi financiada pelo Banco Japonês para a Cooperação Internacional.
O ministro dos Transportes turco, Binali Yildirim garantiu que o projecto Marmaray é “a estrutura mais segura de Istambul”, com portas estanques para isolar cada secção, e será capaz de suportar um sismo de magnitude 9.
As grandes obras de engenharia, como o túnel Marmaray, são encaradas como uma forma de comemoração da década do partido islamo-conservador de Erdogan no poder — e também de campanha para as eleições de 2014 (locais em Março e presidenciais em Junho) e 2015 (legislativas).
O movimento de contestação do Parque Gezi, em Istambul, foi desencadeado em resposta a um projecto descaracterizador para esta praça do centro da cidade. O espírito de contestação tem continuado — nos últimos dias, mais em Ancara, com protestos em torno das condições favoráveis dadas ao réu no julgamento de um polícia que matou um estudante nos protestos de Junho. Ainda este mês, foi também criado o Partido do Parque Gezi, fundado por artistas e intelectuais.
Fonte: Público.

Esquadrilha de Submarinos condecorada com a Ordem Militar de Cristo

O Presidente da República, Professor Aníbal Cavaco Silva, distingue desta foram o trabalho desenvolvido ao longo deste século de existência, que foi atravessado por períodos de elevada conflitualidade militar, designadamente as duas guerras mundiais, os conflitos nacionais em África e a chamada Guerra Fria, ao longo dos quais, inicialmente os submersíveis, e posteriormente os modernos submarinos portugueses, constituíram um instrumento ímpar ao dispor das lideranças políticas para fazer vingar a liberdade de acção nacional, que muito contribui para a manutenção da integridade territorial, para o reforço de Portugal no quadro das suas alianças e, consequentemente, para a independência nacional.
 
A Ordem Militar de Cristo destina-se a distinguir destacados serviços prestados ao País no exercício das funções de soberania.

Fonte: Marinha

Mulher ficou ferida em ataque de tubarão no oeste da Austrália

Fonte hospitalar indicou que a vítima não corre perigo de vida

Uma mulher ficou gravemente ferida ao ser atacada por um tubarão numa praia do oeste da Austrália, informaram hoje as autoridades locais, de acordo com a agência AFP.
A vítima, de 60 anos, estava a fazer mergulho com o seu companheiro a cerca de 40 metros da costa de Turquoise Bay, no Estado da Austrália ocidental, quando foi mordida por um tubarão no braço, tendo sido levada para Perth para receber tratamento médico, segundo uma responsável do Ministério da Pesca australiano, Lisa Clack, citada pela AFP.
Fonte hospitalar indicou que a vítima não corre perigo de vida.
O tubarão tinha cerca de um metro de comprimento, mas a sua espécie não foi determinada.
Os tubarões são frequentes na Austrália, mas os ataques fatais são raras, registando apenas um morto em cada 15 incidentes ocorridos por ano em média. O último ataque mortal remonta a Julho de 2012.

Fonte: Ionline

Especialistas italianos visitaram Peniche

O ciclo de vida da sardinha e a arte da sua pesca, um passeio marítimo para observação da pesca e um jantar num restaurante típico de Peniche com menu baseado neste peixe compõem o produto turístico Fish Tour. Trata-se de um projecto da Escola Superior de Turismo e Tecnologias do Mar (ESTM) que pretende relacionar as pescas, a biologia marinha e o turismo e que recentemente foi apresentado a uma comitiva italiana de 16 especialistas ligados ao Grupo de Acção Costeira Costa dei Trabocchi, em Itália.
Os italianos tomaram também ficaram a conhecer o Pilado Add Value (um projecto dedicado à reorientação da pesca e diversificação das espécies capturadas) e o centro de investigação Cetemares, apresentados pelos professores Rui Pedrosa e Sérgio Leandro, do Grupo de Investigação em Recursos Marinhos (GIRM) da ESTM e visitaram os laboratórios desta escola.
No âmbito dos projectos financiados pelo Grupo de Acção Costeira do Oeste (GAC Oeste), de que a escola de Peniche é promotora, foi ainda apresentado o MTM – Maritime Tourism Marketing, que prevê a construção de um plano de marketing para a fileira da pesca, de forma a contribuir para alavancar a actividade marítimo-turística na região Oeste.
Esta visita teve como objectivo o conhecimento do GAC Oeste, sua estratégia e projectos desenvolvidos, do qual a ESTM é membro do Conselho Consultivo, e a Associação para o Desenvolvimento de Peniche (ADEPE), que é o parceiro gestor.
O GAC Oeste pertence à Rede Nacional de Grupos de Acção Costeira e tem uma área de intervenção composta pelas freguesias litorâneas dos concelhos da Nazaré, Alcobaça, Caldas da Rainha, Óbidos, Peniche e Lourinhã.
Fonte: Fátima Ferreira / Gazeta das Caldas.

Satélite capta luzes misteriosas no meio do oceano

NASA revela que mistério sobre pontos de luz no Atlântico Sul foi gerado por barcos pesqueiros.

Uma estranha concentração de luzes no meio do Oceano Atlântico foi captada por um satélite e intrigou a NASA durante alguns dias. Ao largo da América do Sul não se encontrou nenhuma explicação imediata para aquelas luzes, o que levou a muita especulação. 

Desde logo, a NASA garantiu que «naquela área não há nada, nem sequer plataformas petrolíferas». Da afirmação da NASA ao boato de que poderia tratar-se de OVNIs foi um pequeno passo.

Desfeito o mistério, descobriu-se que as luzes provêm de agrupamentos de pesqueiros. 

A agência espacial norte-americana explica que, durante a pesca nocturna  os pescadores utilizam luzes tão potentes nas embarcações que um satélite como o Suomi NPP consegue registar.

Fonte: TVI 24

Surfista brasileiro pode ter batido recorde de Mcnamara na Nazaré

Carlos Burle poderá ter batido hoje o recorde de Garrett Mcnamara (30 metros) ao surfar uma onda gigante na Praia do Norte, na Nazaré.
«Foi sorte. Uma pessoa nunca sabe quando vai pegar a onda. Ainda não tinha surfado nenhuma e toda a equipa já tinha apanhado onda, a Maya também que quase morreu. Para mim foi uma adrenalina muito grande ter voltado lá para dentro depois dessa situação toda», afirmou Carlos Burle à agência Lusa.
O surfista brasileiro, de 46 anos, ainda não sabe se bateu o recorde do havaiano Garrett Mcnamara, que em Janeiro deste ano surfou uma onda de 30 metros.
«Sei que foi uma onda muito grande, segundo o que vejo nas fotos e nas imagens. Dizem que foi igual à do Garrett mas esta não quebrou, então há uma boa possibilidade de ter batido o recorde», disse.
Carlos Burle surfou a onda gigante depois de ter ajudado a socorrer a compatriota Maya Gabeira, de 26 anos, que foi hospitalizada após surfar uma onda gigante que a deixou inconsciente.
«A situação da Maya foi horrível. É uma amiga de anos. Trabalhamos o ano todo a preparar-nos para estes momentos e sabemos que o risco de vida é iminente, mas estou feliz por ela estar viva. Tê-la visto sem respirar foi horrível», contou.
Fonte: Lusa

Surfista Maya Gabeira sofre acidente na Nazaré

A brasileira Maya Gabeira, de 26 anos, ficou esta segunda-feira inconsciente durante um acidente quando tentava surfar uma onda gigante na Praia do Norte, na Nazaré, tendo sido transportada para um hospital da zona.
Segundo constatou a agência Lusa no local, o acidente ocorreu às 07h15, quando Maya Gabeira tentou surfar uma onda gigante.
Maya Gabeira – que foi entrevistada recentemente pelo SAPO Desporto – ainda conseguiu surfar a onda, mas depois caiu, tendo sido transportada para a areia por uma equipa de apoio onde foi assistida.
Milhares de pessoas estão na Praia do Norte, na Nazaré, na expectativa de ver os surfistas que tentam bater o recorde do havaiano Garret McNamara.
O surfista regressou este mês a Portugal e vai ficar no país até 2 de dezembro, para “aproveitar” as ondas da Praia do Norte, na Nazaré, onde surfou a onda gigante.
Garrett McNamara, recordista da maior onda surfada, está em Portugal e considerou já ser possível bater a sua própria marca, mas garantiu não estar focado nesse objectivo.
McNamara surfou a 28 de Janeiro deste ano, na Nazaré, uma onda que lhe poderá valer um novo recorde, depois de em 2011 ter feito história, também com uma onda de grande dimensão.
O surfista está ligado à Nazaré no âmbito da Zon North Canyon Show, um projecto de três anos, iniciado em 2010, protagonizado pelo surfista e desenvolvido pela Nazaré Qualifica com o objectivo de promover a Nazaré internacionalmente como destino turístico de referência para a prática dos desportos de ondas grandes e de filmar três documentários que registam a actividade desportiva de McNamara e o quotidiano da vila.
Fonte: Lusa