Operação mar limpo em Lisboa
O “Bom Jesus” estava no fundo do Mar da Namíbia
Medlog-MSC e PSA Sines juntaram-se à APS na visita a Talavera de La Reina
Presidente da República convida China a integrar Porto de Sines na Rota Marítima da Seda
Sines confirmado como hub da aliança 2M
Canal do Suez corta até 65% nas “portagens”
A Autoridade do Canal do Suez (ACS) anunciou ontem um novo pacote de reduções nas “portagens” cobradas aos navios porta-contentores em viagem entre a Ásia e a costa Leste dos EUA. Os descontos variam entre os 45% e os 65%, consoante as origens/destinos.
“Semana Gastronómica do Mar” anima Armação de Pêra
Mulher atacada por crocodilo durante mergulho no Mar
Fonte: Jornal de Notícias
Turismo pesa mais na Economia do Mar do que a Pesca
Mais de 35% do Valor Acrescentado Bruto das actividades ligadas ao mar são garantidos pelo turismo e recreio. Portugal é o primeiro país europeu a ter uma Conta Satélite do Mar, um projecto do INE.
Onde
estaremos em 2030?
divulgação da primeira Conta satélite do Mar aconteceu, também,
no mesmo dia em que, no âmbito do Encontro Internacional dos
Oceanos, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento
Económico (OCDE) apresentou pela primeira vez na Europa, o
relatório sobre a Economia dos Oceanos, onde se faz uma análise
prospectiva sobre o peso que ela terá na riqueza mundial em 2030.
oceano é a nova fronteira da economia. Encerra em si a promessa de
uma riqueza imensa em recursos e de um enorme potencial para
impulsionar o crescimento económico, o emprego a inovação”,
lê-se no relatório, que tem como um dos autores Barrie Stevens, um
dos oradores convidados do Oceans
Meeting.
O
relatório da OCDE aponta para números muitos aproximados da análise
portuguesa: em 2010 a produção global da economia dos oceanos terá
rondado os 1,5 biliões de dólares (1,34 biliões de euros),
significando cerca de 2,5% de toda a riqueza produzida no globo e
garantindo 31 milhões de postos de trabalho em 2010. E as projecções
apontam para que a economia dos oceanos possa mais do que duplicar o
seu contributo para o valor acrescentado mundial, ultrapassando os
três biliões de dólares e empregar 40 milhões de trabalhadores.
usou este mesmo relatório para mostrar que o peso do VAB do “Mar”
no Produto Interno Bruto português está acima daquele que é
registado em França (2,8%) e até na Irlanda (0,7%). E abaixo do
registado na Holanda (3,3%) e no Reino Unido (4,2%). As cautelas
pedidas pelo INE reportam-se ao facto de não ter existir
harmonização nas metodologias e nos períodos temporais analisados.
Esse é um dos problemas apontados pela OCDE: a necessidade de
melhorar a base estatística a nível nacional e internacional.









