Preservar oceanos é fundamental para a manutenção da vida no planeta

As Nações Unidas celebraram o Dia Mundial dos Oceanos e chamaram a atenção para os perigos enfrentados pela vida marinha. Cerca de 20 milhões de toneladas de plástico são despejadas anualmente nos mares, ameaçando animais aquáticos e também humanos que se alimentam de frutos do mar.

O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, alertou no Dia Mundial dos Oceanos – que a preservação dos mares é fundamental para a manutenção da vida na Terra. O chefe da ONU destacou que os oceanos contribuem para a regulação do clima, além de oferecerem recursos naturais e alimentos para biliões de pessoas.
“Embora os oceanos pareçam infinitos, a sua capacidade de resistir às actividades humanas é limitada, particularmente porque eles também enfrentam as ameaças colocadas pelas mudanças climáticas”, destacou Ban Ki-moon.
Em 2016, as celebrações do Dia Mundial contaram com o tema “Oceanos saudáveis, planeta saudável”. Actividades na sede das Nações Unidas em Nova Iorque e em outras partes do mundo vão chamar atenção para os riscos associados ao despejo de cerca 20 milhões toneladas de plástico nos mares por ano.

Operação mar limpo em Lisboa

No Dia Mundial dos Oceanos, a Quercus faz uma acção de limpeza de lixo marinho na praia de Algés. O ‘mar de plástico’ assusta os ambientalistas.


O alerta é do Fórum Económico Mundial que num estudo recente avisou que em 2050 os oceanos poderão ter mais plástico que peixes (em peso). As últimas estimativas apontam para 150 milhões de toneladas de plásticos que circulam hoje pelos oceanos.
Os números foram apresentados pela associação ambientalista Quercus no Dia Mundial dos Oceanos.
Cármen Lima recorda que nos últimos dias fizeram uma visita à praia de Algés, às portas de Lisboa, e era impressionante a quantidade de plástico e entre todo este plástico a maior parte são cotonetes colocados nas sanitas e que acabam no mar.
Fonte: TSF


O “Bom Jesus” estava no fundo do Mar da Namíbia

Mineiros da Namíbia descobriram o navio “Bom Jesus” naufragado há quase 500 anos. A equipa de investigação descobriu que o navio terá naufragado no ano 1533, enquanto se dirigia para a Índia.


Mineiros namibianos descobriram um navio português – o “Bom Jesus” – que terá naufragado há quase 500 anos. Dentro do barco estava um carregamento de moedas de ouro que foi avaliado em cerca de 11,5 milhões de euros.
A notícia foi avançada pela Fox News, que afirma que o navio foi descoberto quando os mineiros que procuravam diamantes esvaziaram uma lagoa artificial no deserto da Namíbia.
Quando foi descoberto o navio, o arqueólogo Dieter Noli afirmou que não era muito surpreendente encontrar ali um navio – a área era conhecida pelos marinheiros como “Portões do Inferno” e há bastantes registos históricos de naufrágios no local. No entanto, o arqueólogo esperava encontrar, no máximo, “uma espada espanhola e um saco de ouro” e afirmou que não estava preparado para encontrar um tesouro daquela dimensão.
Entre o espólio do barco encontravam-se o tesouro, mosquetes, canhões, peças de cobre e “até mesmo espadas”.
A maior parte dos naufrágios naquela área ocorreram nos últimos 120 anos, informou Noli, que afirmou que o “Bom Jesus” é o barco naufragado mais antigo ali encontrado.
Depois de duas semanas de investigação, a equipa de arqueologia conseguiu desvendar que o “Bom Jesus” terá afundado por volta de 1535 a caminho da Índia.
Embora não sejam conhecidas as causas para o barco ter ido ao fundo, Noli afirma que, provavelmente, o mau tempo e o excesso de carga terão levado ao naufrágio do “Bom Jesus”.
Os bens dentro do navio terão sido oferecidos ao Governo de Portugal, mas este terá deixado os produtos resgatados ao governo namibiano, segundo o líder da investigação.
Fonte: Observador


Medlog-MSC e PSA Sines juntaram-se à APS na visita a Talavera de La Reina

A convite de Jaime Ramos Torres, Alcaide da cidade de Talavera de La Reina, o presidente da Administração dos Portos de Sines e do Algarve, João Franco, visitou a localidade, sendo acompanhado por uma comitiva composta por representantes da MSC-MedLog e da PSA Sines – a visita realizou-se no contexto da aproximação entre as partes, com vista o estreitamento de relações face ao desenvolvimento da futura plataforma logística de Talavera de La Reina. 

A visita a Talavera de La Reina contou ainda com a presença de várias autoridades e associações empresariais da região, incluindo representantes do Governo Regional e dos Puertos del Estado, indispensáveis ao desenvolvimento deste projecto. O encontro é mais um passo nas conversações iniciais que visam firmar uma cooperação estratégica luso-espanhola capaz de alavancar a concretização da plataforma, que, de acordo com o recente estudo estratégico, tem o potencial desejado para desenvolver o corredor logístico com o Porto de Sines

Assim, o desenvolvimento do projecto foca-se no incremento dos movimentos de importação e de exportação de bens, com o objectivo de intensificar as relações económicas da região para os principais mercados mundiais. O porto de águas profundas de Sines poderá, assim, funcionar como porta de entrada e saída das mercadorias por via marítima, as quais serão transportadas preferencialmente por transporte ferroviário de e para a referida plataforma logística. 

As presenças da MSC-Medlog ( Pelo CEO da MSC Portugal – Carlos Vasconcelos) e da PSA Sines ( Pelo Director das Operações – Nuno Santos) deram ainda maior ênfase ao enquadramento competitivo e estratégico da empreitada, já que ambas as empresas possuirão, com elevada probabilidade, papéis centrais na materialização viva do corredor logístico e da cadeia de abastecimento que nele ganhará corpo – a MSC-Medlog enquanto móbil ferroviário da ligação, e a PSA Sines na condição de ‘player’ crucial na integridade dinamizadora do Porto de Sines.

Presidente da República convida China a integrar Porto de Sines na Rota Marítima da Seda


Numa entrevista concedida ao jornal do Partido Comunista Chinês, publicada no passado dia 1 de Junho, Marcelo Rebelo de Sousa desenvolveu o tema da integração de Portugal na futura Rota Marítima da Seda, uma iniciativa chinesa que já mereceu a abertura do Porto de Sines, infra-estrutura que, dadas as suas características competitivas e geográficas, está disponível para funcionar como ‘gateway’ para a Europa – o Presidente da República sublinhou isso mesmo, explicando que Sines encontra-se em busca de investimento.

“Este porto encontra-se numa fase de atracção de investimento e acredito que poderá oferecer inúmeras vantagens a eventuais parceiros chineses”, afirmou Marcelo Rebelo de Sousa, abrindo uma porta diplomática rumo a conversações que permitam a integração do Porto de Sines na Rota Marítima da Seda, projecto lançado em 2013 pelo Governo chinês que visa activar novamente a antiga Rota da Seda entre a China e a Europa através da Ásia Central, África e Sudeste Asiático.

“Portugal está disposto a mover, em conjunto com a China, todas as diligências, no sentido de se tornar um ponto estratégico da Rota Marítima da Seda”, declarou o Presidente da República, que enumerou os pontos essenciais que fazem do Porto de Sines um “ponto estratégico” capaz de fazer parte do mega-projecto que envolverá 65 países: “elevado grau de operacionalidade” e a “localização privilegiada” foram os trunfos descritos por Marcelo Rebelo de Sousa durante a entrevista.


Fonte: Cargo

Sines confirmado como hub da aliança 2M

A aliança 2 M, que agrega a Maersk Line e a MSC, anuncia para o terceiro trimestre do corrente a primeira grande revisão do network no Ásia-Norte da Europa, com a redução de escalas directas e hubs de transhipment. Sines não será afectado.


No espaço de uma semana, primeiro a Maersk Line e depois a MSC anunciaram a revisão da sua oferta no Ásia-Norte da Europa, que resultará numa redução de escalas e na melhoria de tempos de trânsito entre os principais portos.
No âmbito da aliança 2M, os cinco serviços semanais passarão a escalar 83 portos, contra os 95 agora tocados. O maior corte acontecerá na Ásia (de 54 para portos) e particularmente no Japão (que perderá três das quatro escalas directas).
Com os novos arranjos, os dois parceiros da 2M anunciam poupanças nos transit times entre Ásia e o Norte da Europa que podem chegar aos quatro dias.
E Sines? De acordo com a informação disponível, o porto alentejano manterá o seu estatuto de porto de transhipment, a par de Algeciras, Salalah, Dubai e Colombo. Tanger Med, por exemplo, perderá a sua única escala.
O Terminal XXI continuará a ser também o primeiro porto europeu do Lion Service da MSC, que terá a seguinte rotação: Yokohama, Ningbo, Xangai, Chiwan, Yantian, Tanjung Pelepas, Sines, Antuérpia, Le Havre, Southampton e Felixtowe.
Fonte: T e N


Canal do Suez corta até 65% nas “portagens”

A Autoridade do Canal do Suez (ACS) anunciou ontem um novo pacote de reduções nas “portagens” cobradas aos navios porta-contentores em viagem entre a Ásia e a costa Leste dos EUA. Os descontos variam entre os 45% e os 65%, consoante as origens/destinos.


As reduções serão válidas por 90 dias e seguem-se aos descontos de 30% implementados em Abril e que vigoraram até domingo passado.
Então como agora, o objectivo da Autoridade do Canal do Suez é evitar a fuga de navios, seja para a Rota do Cabo (mais longa mas mais barata por causa da baixa do preço do combustível), seja para o “novo” Canal do Panamá, que a partir do próximo dia 26 poderá receber navios de maiores dimensões.
Recorde-se, a propósito, que os descontos implementados em Abril não lograram reganhar os serviços que entretanto se mudaram para o Cabo, e que pelo contrário em Maio mais foram os navios que passaram a contornar África por Sul.
Apesar disso, o volume de receitas da ACS cresceu ligeiramente no primeiro trimestre do ano, de 1,236 para 1,239 mil milhões de dólares.
No ano passado, passaram pelo Canal do Suez 17 483 navios, mais 2% do que no ano anterior.
Em Agosto do ano passado, o Egipto inaugurou a expansão do Suez, realizada em tempo recorde, num investimento de 8,5 mil milhões de dólares.
Fonte: T e N


“Semana Gastronómica do Mar” anima Armação de Pêra

Armação de Pêra recebe a “Semana Gastronómica do Mar” entre 4 e 12 de Junho. A iniciativa envolve 12 restaurantes, com ementas diárias especiais, que incluem todos os produtos marítimos, desde o peixe ao marisco. 
Os restaurantes participantes são: Churrasqueira Balbino, Estrela-do- Mar, Marisqueira Hera, O Fernando, O Navegante, O Pelintra, O Silvense, Pôr-do- Sol, Rocha da Palha, O Casarão, Casa d’Ávó e Estrela-do- mar 2.
Segundo a Câmara de Silves, que promove o evento, «todos mostrarão a tradição gastronómica desta vila, profundamente associada à pesca e ao mar».
Ao longo dos dias, mais precisamente a 4, 5, 10, 11 e 12 de Junho, para além da vertente gastronómica, o evento contará com a animação do Grupo Etnográfico Amigos do Montenegro, que passará pelos restaurantes aderentes, animando os clientes, entre as 12h00 e as 15h00 e 19h30 e as 23h30.
No dia 12 de Junho, às 21h00, a Fortaleza de Armação de Pêra recebe o espetáculo de encerramento do evento com “Zeca e os Pelintras”. Às 22h30, o executivo camarário irá entregar lembranças alusivas ao evento aos restaurantes participantes.
A Câmara de Silves revela que «de modo a tornar esta experiência ainda mais completa, a organização criou um pequeno passaporte que permitirá aos seus portadores usufruir de um sorteio de um fim de semana (em regime de “alojamento e pequeno almoço”) numa das unidades hoteleiras de Armação de Pêra».
Além disso, a todos os participantes que completem as quadrículas do passaporte será, ainda, oferecido um bilhete diário para a Feira Medieval de Silves.
O sorteio para atribuição do fim de semana será feito no dia 17 de Junho, às 15h00, no auditório da Câmara Municipal de Silves, sendo os vencedores anunciados no portal e facebook do Município.
Para além disso, será feito um passatempo no Facebook, que permitirá aos participantes receberem refeições gratuitas nos restaurantes aderentes.
Facebook: Sul Informação

Mulher atacada por crocodilo durante mergulho no Mar

Uma mulher foi arrastada por um crocodilo numa praia australiana, enquanto nadava com uma amiga à noite. O corpo continua desaparecido.

Cindy Waldron entrou no mar da praia Thornton, no norte da Austrália, após um passeio nocturno com a amiga, quando o crocodilo a atacou e arrastou para dentro de água, no passado domingo.

A mulher de 46 anos viajou, segundo a imprensa australiana, da Nova Zelândia para a Austrália para celebrar o fim do tratamento de cancro da amiga, Leeann Mitchell.

As duas mulheres estavam dentro de água, que lhes daria pelos joelhos, quando o crocodilo atacou a vítima. Leeann Mitchell ainda tentou puxar a amiga para fora de água, mas sem sucesso.

Uma testemunha do acidente afirmou à imprensa que ouviu uma mulher a gritar.
“A amiga correu para um negócio local perto da praia e contou o que tinha acontecido. A partir daí, a Polícia e outras autoridades foram notificadas”, reporta o porta-voz da Polícia Russel Parker.

Um bombeiro de Queensland afirmou ainda que um crocodilo de cinco metros foi recentemente avistado na área.
Os residentes locais contaram também aos media que a área é conhecida por ser um habitat para crocodilos e que existem bastantes sinais a alertar a presença dos animais.
“Foi uma tragédia, mas era evitável”, disse Warren Entsch, habitante local, à imprensa. “Se vais nadar àquela hora, vais ser atacado”, acrescentou o homem.
As buscas pelo corpo da mulher ocorreram durante a segunda-feira passada e foram retomadas esta terça de manhã.

Turismo pesa mais na Economia do Mar do que a Pesca

Mais de 35% do Valor Acrescentado Bruto das actividades ligadas ao mar são garantidos pelo turismo e recreio. Portugal é o primeiro país europeu a ter uma Conta Satélite do Mar, um projecto do INE.


As actividades económicas relacionadas com o mar significaram 3,1% de toda a riqueza nacional produzida no ano de 2013. E 60 mil empresas deste sector representavam 3,6% do emprego gerado na economia portuguesa no período de 2010-2013.A Conta Satélite do Mar (CSM) é um instrumento estatístico que dá mais detalhes e informações do que os que estão normalmente disponíveis nas contas nacionais, e que permite perceber, por exemplo, que a chamada economia azul já pesa mais na produção de riqueza nacional do que sectores de actividade como as telecomunicações (que pesa 1,9%), a agricultura (1,5%), ou as indústrias de madeira e cortiça (0,6%). E que em termos de emprego tem uma dimensão superior à da industria do vestuário (2,3%) e o fabrico de automóveis e seus componentes (0,8%).A CSM foi elaborada ao abrigo de um protocolo de cooperação assinado com a Direcção-Geral de Política do Mar, e, confirmou o PÚBLICO junto de fonte autorizada do INE, tornou-se no primeiro instrumento do género na Europa. “Embora existam estudos noutros países sobre a relevância económica do mar, não foram elaborados no contexto de uma Conta Satélite (conta completa de produção e quadro de equilíbrio de recursos e utilizações) como a presente conta para Portugal”, refere a mesma fonte do INE. Este projecto visa reorganizar a informação estatística para melhor avaliar a dimensão e a importância da economia do mar e servir de apoio às decisões de política pública para o sector. Para a chamada economia do mar no âmbito da CSM contribuem oito grandes agrupamentos de actividades já consolidadas (pesca e aquicultura; recursos marinhos não vivos; portos, transportes e logística; recreio, desporto cultura e turismo; construção e reparação naval; equipamento marítimo; infra-estruturas e obras marítimas; e serviços marítimos) e outras emergentes como os novos usos e recursos do mar.Duplicar o peso da economia do mar no PIB nacional “no curto a médio prazo” foi um dos objectivos assumidos pela ministra do Mar, Ana Paula Vitorino. A governante apontou a meta dos 5% como um valor justo e consentâneo com o potencial que a chamada economia azul pode ter no desenvolvimento económico do país. E as margens de crescimento nas chamadas actividades emergentes da economia do mar são as mais promissoras, como frisou no Encontro Internacional dos Oceanos Oceans Meeting 2016, um evento que terminou esta sexta-feira em Lisboa, promovido pelo Ministério do Mar.  
“As actividades emergentes da economia do mar são geradores de alto valor acrescentado, que por si só podem formar uma nova fileira tecnológica inovadora da robótica e automação submarinas, alavancando outras indústrias”, disse, citada pela Lusa, depois de referir que as novas tecnologias poderão criar uma nova fileira de negócio, o que poderá originar novas empresas ou a reconversão de existentes. 

Onde
estaremos em 2030?

A
divulgação da primeira Conta satélite do Mar aconteceu, também,
no mesmo dia em que, no âmbito do Encontro Internacional dos
Oceanos, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento
Económico (OCDE) apresentou pela primeira vez  na Europa, o
relatório sobre a Economia dos Oceanos, onde se faz uma análise
prospectiva sobre o peso que ela terá na riqueza mundial em 2030.
O
oceano é a nova fronteira da economia. Encerra em si a promessa de
uma riqueza imensa em recursos e de um enorme potencial para
impulsionar o crescimento económico, o emprego a inovação”,
lê-se no relatório, que tem como um dos autores Barrie Stevens, um
dos oradores convidados do 
Oceans
Meeting
.

O
relatório da OCDE aponta para números muitos aproximados da análise
portuguesa: em 2010 a produção global da economia dos oceanos terá
rondado os 1,5 biliões de dólares (1,34 biliões de euros),
significando cerca de 2,5% de toda a riqueza produzida no globo e
garantindo 31 milhões de postos de trabalho em 2010. E as projecções
apontam para que a economia dos oceanos possa mais do que duplicar o
seu contributo para o valor acrescentado mundial, ultrapassando os
três biliões de dólares e empregar 40 milhões de trabalhadores.

O INE
usou este mesmo relatório para mostrar que o peso do VAB do “Mar”
no Produto Interno Bruto português está acima daquele que é
registado em França (2,8%) e até na Irlanda (0,7%). E abaixo do
registado na Holanda (3,3%) e no Reino Unido (4,2%). As cautelas
pedidas pelo INE reportam-se ao facto de não ter existir
harmonização nas metodologias e nos períodos temporais analisados.
Esse é um dos problemas apontados pela OCDE: a necessidade de
melhorar a base estatística a nível nacional e internacional.
Fonte: Público