O primeiro super iate do mundo a hidrogénio em acção.

O primeiro super iate do mundo com o funcionamento baseado no hidrogénio é formalmente conhecido como Projecto 821 e está ancorado na base da Feadship em Amesterdão. Trata-se do maior iate a motor alguma vez lançado nos Países Baixos.

Lançado no passado dia 4 de maio de 2024, o denominado Projecto 821 destina-se a levar a tecnologia do hidrogénio aos seus limites, no que diz respeito aos super iates.

De acordo com a New Atlas, é extremamente importante porque não existem quaisquer regulamentos específicos para o armazenamento de hidrogénio ou no que diz respeito aos sistemas de células de combustível ao nível da classe, do Estado de Bandeira ou mesmo da IMO.

Consequentemente, a Feadship teve de trabalhar com os correctores de super iates Edmiston e o Lloyd’s Register para desenvolver não só a tecnologia à escala para navios com mais de 100 m de comprimento, mas também os protocolos e regulamentos previstos.

As células de combustível de hidrogénio existem desde que foram utilizadas nas missões Apollo à Lua durante a Corrida Espacial, mas nunca tiveram grande aplicação no sector marítimo, pelo menos, não numa escala intensiva.

O Projecto 821 demonstra também, alguns dos obstáculos que ainda têm de ser ultrapassados. Mesmo num navio tão grande, é difícil manusear com o hidrogénio. Embora o gás seja uma fonte de energia muito eficiente, tem um décimo da densidade do gasóleo e tem de ser armazenado sob pressão a -253ºC.

No caso do Projecto 821, o navio tem de transportar mais de quatro toneladas de hidrogénio para fazer funcionar 16 células de combustível através de quadros elétricos especiais para fornecer energia de corrente contínua.

Isto sem mencionar com problemas como a fragilização dos metais na relação cok o hidrogénio, a que estes sistemas são propensos ou as chaminés de ventilação especiais para lidar com o vapor de água expelido, o que exigiu o alongamento do casco.

Além disso, o navio tem de ser capaz de transportar metanol para alimentar as células de combustível quando o hidrogénio não está efectivamente disponível.

Mesmo com tudo isto, o hidrogénio não pode fornecer toda a energia de que a nave necessita. Só é capaz de suportar passagens muito curtas a menos de 18 km/h, como para entrar e sair do porto ou ao passar por áreas ecologicamente sensíveis.

O hidrogénio é utilizado principalmente para o que se designa por carga de hotel, ou seja, todas as outras necessidades de energia fora da principal área que é a propulsão, como o aquecimento e o ar condicionado.

Segundo a Feadship, o hidrogénio pode absorver até 78% desta carga, o que pode significar uma semana de funcionamento silencioso e limpo quando o barco está ancorado.

“O objectivo foi desenvolver uma tecnologia nova e limpa, não só para este projecto, mas para o mundo”, afirmou Jan-Bart Verkuyl, diretor da Feadship e CEO do estaleiro Royal Van Lent.

“O valor da investigação, bem como o desenvolvimento de regulamentos de segurança de classe e de bandeira para um tipo de geração de energia totalmente novo, é um avanço que nos orgulhamos de ter disponibilizado a todos”, concluiu.

Porto de Lisboa cresceu na carga e nos cruzeiros

Em 2023, o Porto de Lisboa registou uma subida de 8,7% nas
escalas de navios de carga – 2045 escalas -, que movimentaram 11 milhões de
toneladas, e mais 6% nas escalas de cruzeiros, que movimentaram o valor recorde
de 758 328 passageiros.

Na carga, destaque para o crescimento de 11% na carga geral,
para as 4,6 milhões de toneladas, e para a subida de 13% na carga
contentorizada. O Terminal de Contentores de Alcântara, cujo projeto de
investimento na modernização do mesmo se encontra na segunda fase, contribuiu
para esta recuperação tendo registado um crescimento de 48% em toneladas
movimentadas. Os novos serviços que em 2023 começaram a operar neste terminal,
nomeadamente para a América do Sul, foram decisivos no aumento da oferta disponível
para as empresas que visam exportar a partir de Lisboa.

Quanto ao mercado dos granéis, movimentaram-se mais 9,6% de
granéis líquidos, com grande destaque para o aumento de 600% no mercado de
bancas (fornecimento de combustível ao largo a navios). De destacar nos granéis
sólidos o crescimento em produtos como o trigo, cevada, colza e o açúcar,
superior a 40%.

Nos cruzeiros, 2023 foi o melhor ano de sempre, tanto em
número de passageiros como em escalas. Superou-se pela primeira vez a barreira
dos 700 mil passageiros (758 328), o que significou um crescimento de 54% face
a 2022, ultrapassando o anterior recorde que datava 2018, ano que registou 577
603 passageiros de cruzeiro.

Nas escalas o recorde fixa-se agora nas 347, mais 20 do que
em 2022. Também as escalas em turnaround registaram um novo recorde, 107,
ultrapassando o máximo absoluto das 103 escalas contabilizadas no período
homólogo.

Do total de passageiros, 204 mil são do segmento turnaround,
ou seja, de cruzeiros que têm embarque e/ou desembarque no terminal de
cruzeiros da capital portuguesa. Este número representa um aumento de 131%
neste segmento. Destaque para a maior operação de sempre de turnaround no Porto
de Lisboa, a 30 de julho, com a movimentação de 9 163 passageiros, dos quais 4
476 embarcados e 4 687 desembarcados.

Painéis fotovoltaicos escondiam tráfico internacional de cocaína no Porto de Sines

Um contentor com painéis fotovoltaicos escondia cocaína no Porto de Sines e fazia parte de um grupo organizado de tráfico de droga, revelou a Polícia Judiciária. Foram detidas quatro pessoas que ficaram em prisão preventiva.

A Polícia Judiciária (PJ), em conjunto com o Cuerpo Nacional de Policia de Espanha, desencadeou uma operação de combate ao tráfico transnacional de estupefacientes, pela via marítima, que permitiu desmantelar a infraestrutura de um grupo de crime organizado dedicado ao tráfico de droga, apreender cerca de 70 Kg de cocaína e deter quatro homens em Espanha.

A investigação foi realizada pela Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefacientes da PJ e iniciou-se na sequência da identificação, por parte da Autoridade Tributária e Aduaneira, de um contentor que havia chegado ao Porto de Sines proveniente do Panamá, que continha diversos painéis fotovoltaicos e respetivas estruturas metálicas, nas quais foi possível detetar diversas embalagens de cocaína.

Através das diligências efetuadas pela Polícia Judiciária, apurou-se que o contentor seria transportado para Espanha, onde a droga seria retirada. Assim, a PJ montou um dispositivo de seguimento e vigilância, após autorização da competente autoridade judiciária.

A polícia criminal revela ainda em comunicado que, na sequência de tal seguimento e vigilância em articulação com as autoridades espanholas, foi possível acompanhar a chegada do contentor a um armazém na zona de Cáceres, em Espanha, onde foram detidos três dos suspeitos que aguardavam a chegada do contentor para retirar a droga.

Posteriormente, e também em Espanha, acabaria por ser detido um quarto suspeito, que as autoridades espanholas indicam como sendo o principal responsável pelo grupo criminoso desmantelado. A todos os detidos foi decretada a medida de coação de prisão preventiva.

Portugal com 59 praias Zero Poluição

A associação ambientalista ZERO reconheceu 59 praias Zero
Poluição em 31 concelhos do continente e ilhas da Madeira e Açores, mais cinco
praias que em 2023 e, pela primeira vez, duas águas balneares interiores.

Em comunicado, a ZERO – Associação Sistema Terrestre
Sustentável revela que o objetivo alcançado este ano “é verdadeiramente aquilo
que à escala europeia se deseja no quadro do Pacto Ecológico Europeu, em
particular no âmbito do Plano de Ação para a Poluição Zero”.

Os Açores têm 21 praias Zero Poluição, 36% do total,
apresentando-se os concelhos de São Roque do Pico, nos Açores, e Vila do Bispo,
no continente, com o maior numero de praias – quatro – reconhecidas.

Alcobaça, Aljezur, Faro, Lajes do Pico, Odemira, Porto
Santo, Sesimbra, Tavira e Vila do Porto (Santa Maria, Açores) com três, estão
também entre os concelhos líderes em número de praias Zero Poluição, de acordo
com a associação.

Este ano, as praias Zero Poluição representam 9% do total
das 664 águas balneares existentes, um aumento de 1%, ou seja, mais cinco
praias em relação às 54 classificadas em 2023.

Todas as praias consideradas o ano passado como praias Zero
Poluição estão classificadas, ao abrigo da legislação, como praias com
qualidade da água “excelente”, no entanto, a ZERO alerta que “na maioria das
vezes, à custa de uma única análise onde foi detectada a presença de
microrganismos, mesmo que muito longe do valor-limite, deixaram de poder ser
consideradas praias Zero Poluição”.

Pela positiva, a associação ambientalista destaca o facto de
este ano haver na Região Autónoma dos Açores 21 Praias Zero Poluição, mais de
um terço do total (36%).

“Um outro aspeto relevante é haver pela primeira vez duas
praias interiores classificadas como praias Zero Poluição — Santa Clara, em
Odemira, e Devesa, no Sabugal”, lê-se na nota.

Nove municípios – Calheta, Lajes do Pico, Leiria, Machico,
Pombal, Ponta Delgada, Povoação, Sabugal e Santa Cruz da Graciosa – passaram
também a fazer parte dos concelhos com, pelo menos, uma praia Zero Poluição.

De acordo com a associação ambientalista, pela negativa, há
o destaque do concelho de Albufeira que, “apesar de ter vinte cinco praias que
deverão ver validadas com uma classificação excelente” em termos de qualidade
da água, teve as suas seis praias Zero Poluição de 2023 retiradas da lista este
ano devido a, “pelo menos, uma análise em cada uma dessas praias que tiveram um
valor superior extremamente baixo, mas superior a zero”. Em termos de balanço, saíram da lista do ano passado 19
praias e entraram 24 novas, revela a ZERO.

Os concelhos de Albufeira, Mafra, Óbidos, Torres Vedras e
Vila Real de Santo António deixaram de estar representados.

Uma praia Zero Poluição é aquela em que não foi detectada
qualquer contaminação microbiológica nas análises efetuadas às águas balneares
ao longo das três últimas épocas balneares.

Os ambientalistas salientam ser “extremamente difícil”
conseguir um registo incólume ao longo de três anos nas zonas balneares
interiores, “muito mais suscetíveis à poluição microbiológica”.

“À exceção de duas praias interiores, todas as restantes
praias são costeiras. Este facto é um indicador do muito que ainda há a fazer
para garantir uma boa qualidade da água dos rios e ribeiras em Portugal, o que
requer esforços adicionais ao nível do saneamento urbano e das empresas”,
refere a associação.

Uma praia Zero Poluição é assim denominada a partir de dados
da Agência Portuguesa do Ambiente, em que são identificadas as praias que, ao
longo das três últimas épocas balneares (no caso, 2021, 2022 e 2023), não só
tiveram sempre classificação “Excelente” como apresentaram valores zero ou
inferiores ao limite de detecção em todas as análises efetuadas aos dois
parâmetros microbiológicos controlados e previstos na legislação (Escherichia
coli e Enterococos intestinai
s).

NOAA: Mais de 60% dos recifes de coral do mundo podem ter branqueado em 2023.

 

Quase dois terços dos recifes de coral do mundo foram
submetidos a um stress térmico forte o suficiente para desencadear o
branqueamento durante o ano passado, afirmou ontem a Administração Oceânica e Atmosféria – ( Na sua sigla em inglês – NOAA ).

Já no mês passado, a Agência tinha afirmado que os recifes de coral do mundo estavam no meio de um quarto evento de branqueamento em massa, à medida que as mudanças climáticas combinadas com um padrão climático El Nino levaram as temperaturas dos oceanos a níveis recordes.

Agora, a agência informa que cerca de 60,5% da área de recifes do mundo foi afetada e esse número continua a aumentar.

“Estou muito preocupado com o estado dos recifes de coral do
mundo”, afirmou Derek Manzello, coordenador do Coral Reef Watch da NOAA, num
briefing mensal. “Estamos observando (temperaturas do oceano) manifestarem-se neste
momento de natureza muito extrema”.

Desencadeado pelo stress térmico, o branqueamento dos corais ocorre quando os corais expelem as algas coloridas que vivem nos seus tecidos. Sem estas algas úteis, os corais tornam-se pálidos e ficam vulneráveis ​​à fome e às doenças.

Os cientistas documentaram o branqueamento em massa em pelo menos 62 países e territórios, com a Índia e o Sri Lanka a reportarem recentemente impactos.

O último evento global, que decorreu entre 2014 e 2017, viu 56,1% das áreas de recifes sujeitas a stress térmico de nível de branqueamento. Os eventos anteriores em 1998 e 2010 atingiram 20% e 35% da área do recife, respectivamente.

Embora o evento actual tenha afectado uma área maior, Manzello disse que o evento de 2014-17 ainda é considerado o pior já registado devido à sua gravidade e persistência. Mas 2023-24 poderá superá-lo em breve, acrescentou.

Imagens da NASA mostram a verdadeira paleta de cores dos Oceanos

As águas dos nossos oceanos escondem segredos
impressionantes e é isso que mostram as imagens mais recentes captadas por um
satélite da NASA. Enquanto estamos habituados ao azul predominante dos mares, a
verdadeira paleta das águas é muito mais rica e surpreendente.

Por meio de imagens captadas de diferentes pontos do
planeta, podem ser vistas cores no oceano que nunca seriam associadas aos
mesmos. Destacam-se, no caso, os beges e os diversos tons de verde. Para cada
caso, a agência espacial americana explica a justificação para as cores
incomuns.

 No Golfo de Omã, por exemplo, um verde intenso domina a
paisagem aquática, resultado da proliferação do fitoplâncton, especialmente
notável durante o inverno.

 

Por outro lado, nas costas da Nova Zelândia, as águas
turquesa são o resultado da interação entre sedimentos marinhos e pequenas
algas, que servem de alimento para o fitoplâncton.

Uma imagem do sul da China revela tons inesperados de nuvens
geladas em roxo, enquanto as nuvens líquidas assumem um tom rosa suave.

Já o mar de Aral, localizado na Ásia Central, exibe uma
tonalidade bege que, na verdade, é preocupante. Isto porque a cor é resultado
de décadas de exploração agrícola intensiva, ainda no tempo da União Soviética,
em que as aguas foram desviadas para cultivo.

No lugar de um dos maiores lagos do mundo, está um espaço
escasso que liberta aerossóis contaminados que representam sérios riscos à
saúde pública, como explica a NASA.

Houthis afirmam ter atacado o USS Mason que derrubou míssil no Mar Vermelho

Os rebeldes Houthi do Iemen alegaram ter
como alvo um contratorpedeiro da Marinha dos EUA e um navio comercial no Mar
Vermelho. No entanto, o ataque ao navio de guerra aparentemente aconteceu quase
dois dias antes e viu o navio interceptar o míssil que o visava.

A última declaração dos Houthis surge num momento em que os
seus ataques ao transporte marítimo, que perturbaram o comércio através de um
corredor vital que leva ao Canal de Suez e ao Mar Mediterrâneo, abrandaram nas
últimas semanas. Embora os rebeldes não tenham reconhecido a desaceleração, os
militares dos EUA sugeriram que os seus ataques aéreos e as intercepções do
fogo Houthi interromperam os seus ataques e consumiram os seus arsenais de
armas.

O porta-voz militar Houthi, o Brigadeiro-General Yahya Saree
disse que os rebeldes atacaram o USS Mason com mísseis e lançaram um ataque a
um navio que ele identificou como Destiny. Vários navios têm esse nome nos
registros de embarque.

O USS Mason, um destroyer de mísseis guiados da classe Arleigh
Burke, esteve no Mar Vermelho e em toda a região como parte de uma coaligação liderada pelos EUA que tenta impedir ataques Houthi a navios. Na noite de
segunda-feira, o USS Mason “enfrentou e destruiu com sucesso um míssil balístico
anti-navio lançado pelos Houthis”, afirmou o Comando Central militar dos EUA.

A 5ª Frota da Marinha dos EUA, destacada no Oriente Médio, não
respondeu imediatamente a um pedido de comentário sobre o alegado ataque ao
Destiny. Os Houthis lançaram mais de 50 ataques no transporte
marítimo, apreenderam um navio e afundaram outro desde novembro, segundo a
Administração Marítima dos EUA. 

Gouveia e Melo avisa que presença de navios russos em águas portuguesas quadruplicou.

O número de missões de acompanhamento de navios russos
durante a passagem por águas portuguesas quadruplicou nos últimos três anos,
segundo o chefe de Estado-Maior da Armada Portuguesa, almirante Gouveia e Melo.

Em entrevista ao Diário de Notícias e à TSF, divulgada, o
almirante Gouveia e Melo indicou que o acompanhamento de navios russos sempre
existiu, mas numa quantidade completamente diferente.

“Há três anos o número de acompanhamentos que fazíamos era
inferior a uma dezena por ano. Só no ano passado fizemos 46 e já este ano
fizemos 14. Esses navios da Federação Russa, que podem ser militares ou
mercantes mas com atividade militar conhecida, podem transitar nas nossas águas
no sentido de irem da posição A para a posição B ou então podem ter interesses
nas nossas águas. E as duas coisas acontecem simultaneamente”, disse.

De acordo com o chefe de Estado-Maior da Armada Portuguesa,
o que a Marinha faz é vigiar, inibir que façam operações em águas portuguesas.

Yolanda Hopkins foi quinta classificada no Sydney Surf Pro

A portuguesa Yolanda Hopkins terminou o Sydney Surf Pro,
segunda etapa do circuito Challenger Series, no quinto lugar, após ser
eliminada pea australiana Isabella Nichols, nos quartos de final, enquanto
Teresa Bonvalot foi nona.

Yolanda Hopkins, que tinha sido nona na primeira prova,
também na Austrália, conseguiu o melhor resultado da sua carreira no circuito,
que dá acesso ao circuito mundial.

Com esta classificação, fruto da eliminação frente a
Nichols, que foi despromovida da elite no cut a meio da temporada, Hopkins deve
instalar-se no top 10 do Challenger Series, cujas cinco primeiras acedem ao
circuito mundial de 2025.

A algarvia conquistou 11,33 pontos (5,5 e 5,83), contra os
13,6 da australiana (7 e 6,60), na quarta bateria dos “quartos”,
depois de ter superado a havaiana Keala Tomoda-Bannert nos “oitavos”
(13,03 face a 7).

Naval Povoense torna-se hexacampeão de pesca desportiva

O Clube Naval Povoense/Casa Favais é novamente campeão
nacional de pesca desportiva em barco fundeado.

É a sexta vez consecutiva que os elementos do emblema
poveiro conquistam este título. A competição concluiu em Setúbal e foi dominada
pelos hexacampeões nacionais que protagonizaram mais um feito histórico para o
desporto local.

A equipa venceu as duas primeiras mãos e foi segunda na
terceira, superando no pódio as formações do CPND Albufeira A e do CPC Amorim e
Dias A. Juan Pato, Mário Barradas, Pedro Ferreira e Joel Ribeiro entraram no
top-10 final individual da derradeira mão.

Clube Naval Povoense é o clube mais antigo da Póvoa de
Varzim e um dos mais antigos de Portugal, partilhando a sua fortíssima ligação
ao Mar e a toda a actividade desportiva e de lazer que lhe está associada.
Fundado a 18 de Setembro de 1904, nasceu como agremiação eminentemente
desportiva, cultural e bairrista.