Os golfinhos são uma das espécies mais cativantes do ecossistema animal. Infelizmente, desde 2013 que no oceano Atlântico têm sido muitos os animais desta espécie a aparecer mortos devido a uma doença parecida com o sarampo.
Mas agora apareceu uma nova esperança para estes animais, alguns investigadores desenvolveram um dispositivo que pode salvar a vida de muitos golfinhos em todo o mundo.
Autor: portaldomar
Atrás dos peixes-lua do Algarve, que gostam de apanhar banhos de sol
Equipa liderada por cientistas portugueses aliou a biologia à robótica marinha para conhecer melhor os hábitos de um peixe carismático e ver como é que as alterações climáticas o estão a afectar.
Laboratório submarino irá explorar os Oceanos
Desenhado pelo arquitecto francês Jaques Rougerie, oSeaOrbiter pretende ser um laboratório em movimento, equipado com a tecnologia mais avançada existente. A construção do barco irá começar no final deste ano e deve ser completada em 2016. Dos 50 milhões de dólares investidos nopprojecto 95% do valor veio do governo da França e da iniciativa privada. O último 1% do projecto foi financiado por um site de crowdfunding, que conseguiu arrecadar mais do que os 325 mil euros inicialmente previstos.
De acordo com o seu criador, o principal objectivo do navio é pesquisar a biodiversidade e o clima dos oceanos, além de dar às pessoas a real noção de como os mares são vitais para o bem-estar da Terra.
Entre os projectos já previstos para as viagens do SeaOrbiter, está a análise química dos mares, a busca por novas espécies de vida, o mapeamento do solo oceânico e até expedições arqueológicas submarinas.
Para isso, o SeaOrbiter terá 12 andares, seis deles abaixo do nível da água, permitindo a observação ininterrupta do que acontece no fundo do mar. A construção do barco de 2 600 toneladas foi feita com sealium, uma espécie de alumínio reciclável feito para resistir mais tempo sob condições marinhas.
Apesar de lembrar a Enterprise, nave espacial da série Star Trek, a principal inspiração para a construção e desenvolvimento do SeaOrbiter foi a Estação Espacial Internacional. A intenção dos criadores é tornar o navio um laboratório para aplicações úteis para a vida na terra, assim como a ISS.
No total, 22 tripulantes poderão ficar a bordo do SeaOrbiter, que fará viagens com duração entre três e seis meses.
Fonte: 360 Graus
Ciência avança sobre parte inexplorada dos Oceanos
Google lança ferramenta de controlo à pesca ilegal
Barcos de pesca portugueses na lista negra da Greenpeace
Embarcações “Ártico” e “França Morte” fazem parte da lista negra de pesqueiros da UE.
Duas embarcações, de bandeira portuguesa, figuram na lista da organização ambientalista Greenpeace, divulgada esta terça-feira, dos 20 pesqueiros da União Europeia mais nocivos para os oceanos, devido a práticas de “pesca destrutiva”. Segundo o relatório “Barcos-Monstro”, disponível no portal da Greenpeace, o “Ártico” constitui uma ameaça para certas espécies de tubarão, tartarugas e aves marinhas, enquanto ao “França Morte” é atribuída a responsabilidade pela diminuição de reservas de peixes como o bacalhau. O “Ártico”, cuja propriedade não é clara, ressalva o relatório, dedica-se à pesca de atum e espadarte no Pacífico, ao passo que o “França Morte”, que a Greenpeace atribui ao armador Pedro França, da Gafanha da Nazaré, se dedica à pesca de bacalhau, raia e “red fish”, no Atlântico Norte. A Lusa procurou confrontar Pedro França com as considerações da Greenpeace, mas não conseguiu contactá-lo. Barcos de pesca mais nocivos da UE A lista da organização ecologista inclui mais 18 embarcações de pesca, entre as mais nocivas, uma delas operada por uma empresa grega e as restantes com bandeira de Espanha, Dinamarca, Suécia, França, Alemanha, Lituânia, Holanda, Polónia e Reino Unido. Em comunicado, citado pela agência Efe, a Greenpeace justifica a seleção dos pesqueiros com a sua “enorme capacidade para capturar peixes” e o seu “impacto na sobre exploração das populações de peixes, nas espécies vulneráveis e nos habitats marinhos”. A organização não-governamental salienta que a pesca excessiva é um problema mundial com consequências “alarmantes e indiscutíveis”, uma vez que 90 por cento das populações de peixes estão sobre exploradas, acrescentando que segmentos da frota europeia têm uma capacidade de pesca duas ou três vezes maior do que o nível considerado sustentável. A Greenpeace apela aos 28 Estados-Membros da União Europeia para que proporcionem acesso preferencial à pesca tradicional e de baixo impacto, como o defende a nova Política Comum de Pescas, para os próximos cinco anos.
Fonte: CM
Timor encomenda navio a empresa portuguesa
O Governo de Timor-Leste encomendou um navio de carga e passageiros à empresa portuguesa AtlanticEagle Shipbuilding. O site macauhub avança que o administrador da empresa, Carlos Costa, não revela os valores da encomenda esclarecendo que o navio, com 72 metros de comprimento, terá capacidade para transportar carga, 377 passageiros e 22 viaturas. Carlos Costa explica também que o navio servirá para ligar Dili, à ilha de Ataúro e ao enclave de Oecussi.
O administrador afirmou ainda que a empresa está em conversações “adiantadas” para fornecer navios, como a Guiné-Bissau, Guiné Equatorial e Guiné Conacri.
Este será o primeiro navio a ser construído pela empresa da Figueira da Foz, que se dedicava apenas à reparação naval, tendo adicionou há seis meses a componente comercial de construção, refere o mesmo site.
Fonte: TeR
Quando um tubarão aparece para "surfar"
Fonte: TSF
Foto: Steph Bellamy
Surf português chega à Índia
O Mar uniu-as, fê-las crescer e agora já não há como (se)pará-las.
Aqui só há espaço para tudo aquilo de melhor que o surf tem para nos oferecer. Não interessa o crowd, nem as prioridades, apenas a partilha. No passado domingo juntaram-se novamente. Desta vez não era apenas umas habitual sessão como acontece quase todas as manhãs na zona da Linha. Antes ainda de irem trabalhar. Desta vez era… digamos que um “encontro” mais especial. Uma reunião em maior número. Mas sempre com a partilha da paixão que as une presente. Fomos conhecer melhor as Salty Friends. Saber como tudo começou, o que pretendem desta união e que sets veem bem lá ao fundo. No futuro. E só não saltámos para dentro de água com elas porque nos falta o requisito principal para isso.














