As teorias que Atlântida não arrastou para o fundo do Mar

A localização da cidade perdida da Atlântida continua a conquistar cientistas, artistas e conspiradores. E existe mais um lugar na extensa lista de possibilidades: Marrocos.



É um dos mistérios (ou enigmas, ou mitos, ou lendas) mais antigos da humanidade. Existiu? Onde era? Como era? A Cidade Perdida de Atlântida apoderou-se da mente dos conspiradores, absorveu a atenção dos cientistas e inspirou a imaginação dos artistas. Conta a lenda que a Ilha foi engolida pelo Oceano Atlântico, enterrando no mar os seus habitantes e pertences: um império abundante e fasto que ninguém sabe onde se localizava. Mas terá sido mesmo assim? Não faltam teorias.
A mais recente pertence a Mark Adams. No livro “Meet me in Atlantis: My Obsessive Quest to Find the Sunken City”, o escritor defende que a Cidade de Atlântida ficava na costa de Marrocos, e estaria de alguma forma relacionada com a travessia do mar Vermelho, descrita na Bíblia. A entrevista a Adams foi realizada pela National Geographic.
As cidades perdidas sempre apaixonaram Mark Adams. O escritor confessa que “o facto de que alguém podia realmente procurar por Atlântida e ser levado a sério era estranho”, até se ter cruzado com Platão numa livraria onde trabalhava.
Foi o filósofo grego que inflamou as perguntas sobre Atlântida. Na obra “Diálogos”, a personagem batizada como Critias descreve imensos detalhes sobre a cidade perdida, nomeadamente sobre o seu aspeto e localização relativa, e decide partilhá-los com Timateus, que está numa busca aflitiva por respostas sobre o universo.
A teoria da localização em Marrocos surgiu quando Mark Adams entrou em contato com um especialista em computadores alemão chamado Michael Hübner, que recolheu todos as pistas deixadas por Platão sobre a localização da Atlântida.
Esse cruzamento de dados geográficos concluiu que ficaria algures numa área num raio a 4.828 quilómetros de Atenas, na Grécia. De facto, na história do filósofo existe uma guerra em que Atenas derrota Atlântida. E, de acordo com a própria obra, Hübner teorizou que a cidade perdida estaria a sul de Casablanca. A partir daí o informático e o escritor viajaram até ao deserto em busca dos círculos concêntricos pretos e vermelhos que Platão descreve no livro. “E eis que surgem os círculos concêntricos, à beira do deserto, a apenas alguns quilómetros do Oceano Atlântico”, conta Adams.
Mas esta é apenas uma de outras três localizações possíveis para a cidade perdida de Atlântida. Santorini, no Mar Egeu, tem evidências arqueológicas que realçam a hipótese desta localização. No centro da ilha grega existe mesmo um círculo com anéis em redor e um vulcão que deverá ter entrado em erupção em tempos ancestrais.
Outras hipóteses são Tartessos, a sul de Espanha, uma cidade naval com características semelhantes às dadas por Platão, e Malta, no Mar Mediterrâneo, cuja cultura ancestral terá sido destruída por um tremor de terra seguido de tsunami.
Mark Adams chegou também a estas cidades, com a ajuda dos seus amigos Tony O’Connell e Paul Evans. Quando foram obrigados a mudar-se para Dublin, Tony decidiu mesmo preencher o seu tempo a pesquisar aprofundadamente alguns registos sobre a Atlântida. Como não encontrou nenhum local onde pudesse compilar o seu material, criou a Atlantipedia.
Mas de onde vem a relação entre a cidade perdida e os relatos do Êxodo publicados na Bíblia Sagrada? Os dados bíblicos estão em conformidade com a erupção vulcânica de Atlântida. Tudo, desde as dez pragas até à água transformada em sangue. “Se se conhecer o que acontece durante uma explosão vulcânica, sabe-se que ela pode ser transformada das dez pragas que caíram sob o Egipto”, diz Mark Adams.
Além disso, a separação do Mar Vermelho não é um disparate total. “Tanto quanto se sabe, quando se dá um tsunami, o mar retrocede”. Isto pode ter sido o que aconteceu aos judeus, quando tentaram passar em segurança. Os egípcios foram então mortos quando o mar regressou ao seu lugar. “Seria uma coincidência incrível se todas estas coisas tivessem acontecido por coincidência”, considera o escritor.
Para Mark Adams, a mensagem de Platão é simples: “O tempo é cíclico e até uma civilização poderosa, técnica e avançada como Atlântida pode vir a ser aniquilada”. Em Casablanca?
Mas lembremos algumas das teorias sobre a Atlântida perdida, uns mais científicos, outros mais efabulados.

Teoria Platónica

Para o filósofo grego, a cidade perdida de Atlântida estaria localizada depois das colunas de Hércules, no estreito de Gibraltar, numa região chamada Quadrilátero de Canais. Platão descrevo-o da seguinte forma:
“Havia montanhas numerosas, próximas à planície da cidade, ricas em habitantes, rios, lagos, florestas em tão grandes números de essências, tão variadas que davam abundância de materiais próprios para todos os trabalhos possíveis. (…) O fosso recebia os cursos d’água que desciam das montanhas, fazia a volta à cidade, e de lá, ia esvaziar-se no mar.”
O relato faz crer que a cidade seria próximo do mar. Pode ler-se ainda “é difícil crer que a obra tenha saído das mãos humanas”.

Teoria de Tântalis

Atlas é o nome do titã que inspirou o nome da cidade perdida. Atlântida seria uma versão da cidade de Tântalis, que deriva por sua vez do nome do rei de Síbilo (Turquia), Tântalo. Ora, esta cidade estaria localizada em Arzawa, na península de Anatólia, uma área conhecida hoje como Ásia Menor. As escrituras clássicas afirmam que Tântalis sucumbiu a um terramoto que desfez montanhas e fez desabar o lugar nas águas da ravina Yarikaya, dando origem ao lago Saloe.

Teoria da Antártida

Nos anos sessenta, Charles Hapgood queria entender como se desenvolveu a era glaciar e teorizou que a acumulação de gelo nos calotes polares podia causar um peso capaz de mover a terra de tal modo que alguns continentes passaram pela era glaciar num sistema rotativo. Então, o jornalista britânico Graham Hancock veio causar polémica: o continente da Antártida não era mais que a ilha da Atlântida na sua era glaciar. E todas as cidades estariam enterradas no gelo polar.

Teoria do Profeta Adormecido

Edgar Cayce dizia ser capaz de ver o futuro e comunicar com os mortos. Durante o século XIX, Cayce identificou centenas de pessoas que seriam atlantes reencarnados. Para ele, a Atlântida estava localizada na Ilha Bimini, nas Bermudas. A dita civilização utilizava “cristais de fogo” para obter energia. Um dia, o processo saiu do controlo e desencadeou um acidente nuclear que afundou Atlântida. Mas esta energia continua ativa a interferir com os barcos, sendo responsável pelo temeroso Triângulo das Bermudas.

Teoria do Antigo Continente

A teoria brasileira do cientista Arysio Nunes dos Santos assume que existem diversas civilizações na atualidade que descenderam dos atlantes. Uma cidade localizada na Indonésia seria o berço dos gregos, hindus e tupis e teria sido criado as principais técnicas agrícolas e do cavalo.

Teoria Extraterrestre

Ezra Floid partiu dos círculos concêntricos de Platão para chegar com uma nova teoria: Atlântida é uma gigantesca nave espacial em forma de disco movido a hidrogénio com uma usina a que chama Tempo de Poseidon. O disco voador estava na Terra para colonizar o planeta e, por isso, viajava para vários pontos. E era por isso que muitos a dizem ter visto na Indonésia, nas Bermudas, no Atlântico (Açores) ou nos polos. Até que se afundou propositadamente no fundo do mar e ali permaneceu, até lançar um feixe de hidroenergia de emersão para se lançar ao espaço. Foi este processo que desencadeou um tsunami circular.
Fonte: Observador


Gelo no Mar Ártico atinge mínimo histórico

O aquecimento global e a emissão de gases poluentes para a atmosfera estão entre as principais causas da diminuição de gelo na região.

De acordo com um estudo desenvolvido pelo Centro Nacional de Neve e Gelo dos Estados Unidos (NSIDC), o nível de gelo existente no Mar Ártico é o mais baixo desde que em 1972 se começou a medir a quantidade de água gelada através de imagens por satélite. 
O estudo, divulgado esta sexta-feira, revela que a quantidade de gelo no Mar Ártico, na região que circunda o Polo Norte está reduzida a 14,54 milhões de quilómetros quadrados – uma extensão pouco maior do que o Canadá -, menos 1,1 milhões de quilómetros quadrados relativamente à média estimada entre os anos 1981 e 2010. Com a entrada da primavera, espera-se que o degelo na região se acentue.
Como excepções são apontados o Mar do Labrador (entre o Canadá e a Gronelândia) e o Estreito de Davis (situado entre a costa ocidental da Gronelândia e a ilha de Baffin, no Canadá). 
Segundo o Painel Intergovernamental para as Mudanças Climáticas das Nações Unidas, a diminuição do gelo na região mais a Norte do planeta está associada ao aquecimento global e à emissão de poluentes por parte de fábricas e centrais de energia situadas na Europa e na Ásia. Quando estas partículas atingem a neve e o gelo absorvem luz solar, acelerando o processo de degelo, que decorre a um ritmo de cerca de 3 a 4% por década.
Um estudo de 2012, desenvolvido pelo jornal científico “Environmental Research Letters”, concluía que entre 70 a 95% do degelo no Ártico estava a ser causado por actividade humana. A manter-se este cenário, é provável que na segunda metade deste século, durante a época de verão, não haja gelo na região, alertam os cientistas. 

“A maioria dos modelos aponta na mesma direcção, isto é, cada vez menos gelo”, afirma Sebastian Gerland, do Instituto Norueguês de Investigação Polar, citado pela Reuters. O especialista acrescenta que há cada vez menos gelo a ‘sobreviver’ a mais do que um inverno. 

O degelo no Ártico tem afectado a fauna local, nomeadamente os ursos marinhos e as focas, bem como a comunidade indígena, com a facilidade de acesso à região. Os preços baixos do petróleo têm, porém, desencorajado a exploração. 

Segundo Rafe Pomerance, presidente do grupo ambiental Arctic 21, citado pela Reuters, “estes novos dados sobre o degelo deixam uma clara mensagem à comunidade global, a de que o Ártico está a aquecer duas vezes mais rápido do que o resto do planeta”.

Segundo a Organização Meteorológica Mundial, 2014 foi o ano mais quente desde que se iniciou o registo das temperaturas, em 1880. Cerca de 200 países concordaram em reunir-se em Dezembro deste ano, em Paris, para avançar com medidas para conter o aquecimento global.

Fonte: Expresso


"Só nos lembramos do Mar quando há Sol"

“Não podemos dar-nos ao luxo de falhar. Não podemos continuar a adiar. Temos de pôr finalmente em prática a nova governação integrada dos oceanos de que tanto necessitamos e que sabemos ser imprescindível.” As palavras de Cavaco Silva na Cimeira Mundial do Mar (em fevereiro de 2014, nos EUA) apelavam a um consenso mundial sobre os oceanos, ainda mais oriundas de um país que, segundo o próprio Presidente da República, “é um gigante mundial em termos marítimos”. Palavras bonitas, daquelas que enchem os ouvidos e apelam à suposta vocação marítima do país dos Descobrimentos. Mas que continuam a esbarrar nessa coisa aborrecida chamada realidade. Hélio Rasteiro completou o mestrado em Estratégia no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (da Universidade de Lisboa) com uma dissertação sobre o mar. Mais concretamente, escreveu sobre a “Estratégia Nacional para o Mar 2006-2016”, o plano que o Governo de José Sócrates estabeleceu para arrancar de vez com uma economia voltada para o oceano. “O que se verificou neste caso, como noutros anteriores, é que se elaborou uma estratégia muito elaborada, cheia de boas intenções, mas depois não se concretizou qualquer plano de acção e a estratégia nunca saiu do papel”, conta Hélio Rasteiro. Tanto que o actual governo já revogou a estratégia nunca posta em prática, abrindo caminho a um novo plano que há de trazer o mar para o lugar cimeiro da economia. MITOS E REALIDADE A dissertação de Hélio Rasteiro, um gestor de 34 anos, foi distinguida com o prémio Marinha/ISCSP para a melhor dissertação de mestrado sobre o mar. Revela como os mitos que construímos sobre o oceano pouco contribuem para o nosso efectivo conhecimento dele. “Temos a mania de dizer que somos uma nação marítima, mas isso não é verdade. Uma nação marítima é a que vive virada para o mar e aproveita os seus recursos”, explica. E aponta alguns dados estatísticos: “Em Portugal há um rácio de 285 habitantes por cada barco. Em Espanha são 200 por barco, na Alemanha 111, na França 65, na Holanda 64, na Dinamarca 15, na Finlândia 8 e na Noruega 7. Como é que um país sem barcos pode dizer que é uma nação marítima?” Outros números mostram o quanto desperdiçamos a imensa Zona Económica Exclusiva. “Na aquacultura, os dados mostram que produzimos cerca de 10 mil toneladas de peixe por ano. A Grécia produz dez vezes mais. Em Espanha são 360 mil toneladas. E até a República Checa, país sem acesso ao mar, produz 30 mil toneladas de peixe. Isto ajuda a explicar porque é que importamos 60% do pescado consumido em Portugal.” O investigador Hélio Rasteiro desmonta a ideia de termos sido uma grande potência marítima. “Houve um período da nossa história em que detivemos poder sobre o mar, mas a verdade é que nunca chegámos a conhecê-lo”. Um problema que se mantém. Numa altura em que o país pretende ver alargada a sua plataforma continental, garantindo direitos sobre os fundos oceânicos de uma área contígua entre o continente, os Açores e a Madeira, Hélio Rasteiro avisa que esse projecto traz riscos. “Só pode reclamar soberania sobre um território quem efectivamente o ocupa.” Coisa que o país que usou os fundos comunitários para abater a frota pesqueira, enquanto outros a reforçavam, não faz. “Somos um povo que vive maioritariamente junto ao mar e que só se lembra deste quando há sol. Temos uma história, um passado brilhante (há 500 anos), mas foi sempre pensado ‘Além Mar’. Nunca com o conhecimento do próprio mar e de toda a sua riqueza, daí ser errado dizer que vamos ‘regressar ao mar’. Nem sequer há incentivo à prática de desportos náuticos”, diz o autor. Hélio Rasteiro defende que nenhuma estratégia pode vingar se ficar circunscrita ao calendário normal dos governos. “É preciso pensar a longo prazo. Uma estratégia para o mar deveria ser pensada para vigorar durante 50 anos, e não ao sabor das vontades de cada governo.” O autor aponta a falta de meios da Marinha como factor de ameaça à soberania (é um defensor da compra dos submarinos) e diz que deveria ser prioritária a recuperação da marinha mercante, hoje reduzida a menos de dez navios com bandeira portuguesa. Apesar do olhar amargo sobre o passado, Hélio quer lutar por um futuro diferente. Porque acredita que o mar pode mesmo ser uma saída. “Existem três mentiras sobre Portugal: que somos periféricos, somos pobres e somos pequenos. Com este mar e com esta centralidade atlântica, esta é uma grande mentira.”

Fonte: CM

Portugal oferece embarcações a São Tomé e Príncipe

O governo português oferece nesta quarta-feira a São Tomé e Príncipe duas embarcações de busca e salvamento, no quadro da cooperação entre os dois países. A pirataria marítima, que afecta seriamente o país, é um dos motivos pelos quais São Tomé e Príncipe necessita deste tipo de embarcações.

A oferta das duas embarcações complementa o programa de formação do Instituto Nacional de Socorros a Náufragos à guarda costeira são-tomense. Além disso, Portugal e São Tomé e Príncipe assinaram também um novo Programa-quadro de cooperação técnico-militar para o triénio 2015/2017 e um protocolo adicional no domínio da fiscalização conjunta de espaços marítimos sob jurisdição são-tomense.

“É mais uma pedra na cooperação entre Portugal e São Tomé e Príncipe e eu diria que é tão natural quanto o ar que respiramos porque a cooperação numa relação de amizade, uma relação afectiva, e nós traduzimos nestes textos aquilo que é o sentir dos nossos dois povos”, disse Aguiar-Branco sobre o acordo entre os dois países.

Sublinhou ainda que a pirataria marítima ganhou uma dimensão global, referiu a este propósito: “Tudo o que nós fizermos para minimizar o risco dessa ameaça, solidificarmos e darmos mais capacidade de resposta a essas ameaças, estamos a contribuir para uma melhor harmonia entre os povos e para que haja um melhor desenvolvimento”.

Fonte: Cargo

Brigada do Mar e comunidade local limpam praias da Costa do Norte de Sines

Nos dias 26, 27, 28 e 29 de Março, realiza-se uma acção de limpeza das praias da Costa Norte de Sines, no âmbito de uma parceria entre a Brigada do Mar, a Câmara Municipal de Sines e a comunidade local. A acção abrange uma extensão de 15km e envolve, diariamente, uma equipa de 30 pessoas, 15 das quais são garantidas pela Brigada do Mar, organização não-governamental que tem como principal missão a consciencialização e educação ambiental. Os restantes participantes são garantidos pela Câmara Municipal de Sines, através de voluntários da comunidade local.  Estão abertas inscrições de voluntários através do email esilva@mun-sines.pt e do tel. 914946009. Os interessados podem inscrever-se em todos os dias, em apenas alguns dias ou em períodos do dia (manhã ou tarde). A Câmara Municipal disponibilizará transporte aos voluntários.
Fonte: Rádio Sines
Foto: Brigada do Mar

PSA Sines recebeu maior navio porta contentores de sempre

A PSA Sines operou, no passado domingo, o maior navio porta contentores da Maersk que alguma vez fez escala no terminal de contentores de Sines. O “Evelyn Maersk” é um navio porta contentores com quase 400m de comprimento, 56m de largura e 16m de calado. Tem capacidade máxima para 14.770 TEUS, dos quais 1286 são refrigerados.
O navio partiu da Malásia a 6 de Março, sendo Sines o primeiro porto escalado na Europa. O navio ruma agora para o porto de Le Havre.
Desde Janeiro desde ano que os serviços efectuados no âmbito da aliança 2M, entre a MSC e a Maersk, começaram a fazer escala no terminal de contentores de Sines, sendo expectável que tal contribua para um incremento de volumes de carga.
Segundo o porto de Sines, “o aumento na quantidade e frequência de serviços das linhas de navegação que fazem escala no terminal de contentores de Sines será benéfico para os exportadores portugueses, dotando-os de um acesso atempado e de baixo custo aos mercados internacionais”. Neste contexto, “o porto também deseja expandir a sua ligação ferroviária ao interior da Península Ibérica”.
Fonte: Logística Moderna

Iate de família real com 180 metros é o maior do mundo

O milionário russo Roman Abramovich já não é o proprietário do maior iate do mundo. O seu “Eclipse”, com 163,5 metros, é agora o segundo do ranking.
O iate “Azzam”, comprado pela família real dos Emirados Árabes Unidos, é agora o maior do mundo, segundo o ranking elaborado anualmente pela revista especializada “Yacht France”. O barco tem 180 metros de comprimento, seis pontes e uma sala com 550 metros quadrados e é do presidente da companhia aérea Emirates, o xeque Khalifa bin Zayed Al Nahyan, que faz parte da família real dos Emirados Árabes Unidos.
O segundo maior iate do mundo, segundo a publicação, é o do russo Roman Abramovich, dono do Chelsea, que tem 163,5 metros. No terceiro lugar fica o “Dubai”, com 162 metros, propriedade do Emir do Dubai, o xeque Mohammed bin Rashid al-Maktoum.
Deste ranking, a maioria dos iates são do Médio Oriente, mais precisamente 31. Segue-se a Rússia, com 19 e os Estados Unidos, com 17. Estão lá, por exemplo, as embarcações do presidente russo Vladimir Putin, do fundador da Microsoft Paul Allen ou do realizador norte-americano Steven Spielberg.
Muitos deles estão disponíveis para aluguer, como o “Eclipse de Abramovich. Basta pagar entre quatro e cinco milhões de euros por semana.
Fonte: DN

Porto de Lisboa de novo nomeado para melhor porto de cruzeiros da Europa

O Porto de Lisboa volta a ser nomeado para os World Travel Awards deste ano, depois de ser eleito o Melhor Porto de Cruzeiros da Europa em 2014.
Por outro lado Lisboa, que em 2014 venceu pela segunda vez o prémio de Melhor Destino de Cruzeiros da Europa, volta também a receber a nomeação nessa categoria, e também para “Melhor Destino Europeu para City Breaks” e “Melhor Destino Europeu 2015”.
A APL – Administração do Porto de Lisboa, S.A., congratula-se com esta nomeação, que reflete o reconhecimento da qualidade do produto turístico oferecido, bem como da profícua relação de colaboração e de complementaridade entre a cidade e o seu porto“, refere a nota de imprensa.

Segundo Andreia Ventura, administradora do Porto de Lisboa, esta nomeação é “fruto do trabalho sustentado que temos vindo a desenvolver ao longo dos últimos anos, com base numa relação próxima e colaborativa com os agentes do sector, que tem dado origem a um maior reconhecimento não só do porto, mas também da cidade de Lisboa no contexto internacional.”
Deste modo estas nomeações têm contribuído para o reconhecimento da cidade e do Porto de Lisboa na Europa e no mundo, dando-lhe uma maior visibilidade e credibilidade junto do grande público.

Por sua vez, o novo Terminal de Cruzeiros de Lisboa irá também contribuir de forma decisiva para a melhoria do serviço prestado, colocando Lisboa e o seu porto não só entre os melhores destinos e portos europeus mas também a nível mundial, adianta a nota de imprensa.

Os World Travel Awards distinguem os melhores exemplos de boas práticas no sector do turismo, e é neste sentido que a APL tem trabalhado, agora em conjunto com a concessionária LCT – Lisbon Cruise Terminals, na prossecução de um objectivo comum: potenciar o porto e a cidade de Lisboa como um destino de cruzeiros de excelência.

Fonte:Hardmusica

Reino Unido vai criar maior área de Protecção Marinha



O Reino Unido anunciou que vai criar uma zona de protecção marinha no Oceano Pacífico, com um tamanho equivalente à soma das áreas de França e da Alemanha, o que a torna a maior do género. A reserva vai ser criada em torno do arquipélago das Ilhas Pitcairn, um território ultramarino britânico que é habitado pelos descendentes dos marinheiros que fizeram o famoso motim no navio Bounty, em 1789. “O governo tenciona avançar com a designação de uma APM (Área de Protecção Marinha) em torno de Pitcairn”, está escrito no projecto de orçamento para 2015 apresentado pelo ministro das Finanças, George Osborne, no parlamento. 


Fonte: CM