20.150 TEU: MOL Triumph é o maior porta-contentores de sempre.

A sul-coreana Samsung Heavy Industries (SHI) quebrou um recorde mundial ao construir o maior navio porta-contentores de sempre, que ultrapassa, em termos de capacidade, os 20.000 TEU. O navio, chamado ‘Triumph’, ao serviço da Mitsui O.S.K Lines, tem 400 metros de comprimento e 58,8 de largura, podendo transportar um máximo de 20.150 contentores (sendo da categoria de ‘Ultra Large Container Ship’). 

O ‘Triumph’ passa a ser assim um marco da construção náutica, que, dentro de dias, será entregue à companhia para a qual prestará serviço: a japonesa Mitsui O.S.K. Lines. O porta-contentores, encomendado em Fevereiro de 2015, será entregue no dia 27 de Março, e as suas dimensões reforçam a condição da SHI como construtora de referência de modelos de grandes dimensões: em 2017, deverá entregar mais 10 navios de 20.000 TEU.


Fonte: Cargo

Sindicato XXI deixa críticas ao SETC.

Em comunicado, o Sindicato XXI – sindicato com sede em Sines e que representa vários estivadores do Porto alentejano – deixa críticas aos «colegas do Sindicato de Lisboa – SETC», defendendo-se daquilo que considera terem sido «insinuações graves» por parte do SETC, que acusou o primeiro de «falta de solidariedade».

No comunicado, o Sindicato XXI refere «repudiar mais um comunicado envenenado por parte dos nossos colegas do Sindicato de Lisboa – SETC», detalhando que o mesmo «lançou no seu comunicado, insinuações graves como a falta de solidariedade da nossa parte e o facto de desvalorizarmos a situações que se passa em Espanha».

Em sua defesa, o Sindicato XXI deixa uma série de pontos que apresenta como «factos» a relembrar. Por um lado, recorda que «o SETC lançou um pré-aviso de greve aos portos nacionais, abrangendo Sines, sem no entanto contactar o Sindicato XXI, desvalorizando assim o nosso papel de Sindicato maioritário no Terminal XXI, no qual o SETC é minoritário e residual, não possuindo sequer representante local».

Por outro lado, o Sindicato XXI refere ainda que «a suposta falta de solidariedade foi sentida sim, da nossa parte, o ano passado, onde nem o SETC nem o IDC, manifestaram qualquer tipo de apoio em relação aos 90 dias de greve às horas extraordinárias convocada por este Sindicato, independentemente dos seus resultados».

«Acusar de recebermos navios provenientes de Espanha, ( numa esmagadora maioria que já é usual em Sines), quando no mesmo período, somente se recebe um navio proveniente de Espanha no mesmo período, não revela uma sinceridade total», refere ainda o Sindicato que representa estivadores do Terminal XXI do Porto de Sines. 

O Sindicato XXI deixa ainda críticas ao SETC por «lançar comunicados de ataque e ao mesmo tempo pedir para reunir secretamente com este Sindicato, à revelia de tudo e de todos», adiantando que recusou reunir e defendendo que a atitude do SETC «é elucidativa de uma agenda própria, nada clara e secreta, não se sabendo qual o objectivo de haver duas atitudes distintas, duas caras completamente diferentes».

O Sindicato XXI defende-se também de algumas acusações de que foi alvo pelo SETC «tanto em panfletos como nas redes sociais», garantindo que não se vende «por vouchers de 70€», assim como não se vende «à Ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, por um prato de lentilhas».

«Tem de existir solidariedade e acima de tudo respeito. Não sentimos nem uma coisa nem outra, quando o responsável máximo de outro Sindicato, se pavoneia nos jornais com complexos de herói, mas que evita falar directamente com colegas de profissão, só o tentando fazer depois de atacar, numa atitude que demonstra pouca clareza de visão e de espírito. Há problemas em Sines como haverá infelizmente por outros portos nacionais. Por isso saudamos os colegas da Estiva de Setúbal, esses sim uns verdadeiros heróis no seu sofrimento laboral, num sistema de completa precariedade que repugnamos e rejeitamos, mas situação essa que aparentemente continua com complacência do SETC, sem no entanto se ler ou ouvir nada sobre isso», conclui o Sindicato XXI no comunicado.


Fonte: Cargo

NOAA levanta nota negativa a Portugal

Estados Unidos tinham imputado violações de lei a três navios portugueses.

Portugal obteve uma «certificação positiva» da National Oceanic and Atmospheric Administration(NOAA), uma agência do Departamento de Comércio dos Estados Unidos, relativamente a práticas de pesca ilegal, não declarada e não regulada (illegal, unreported and unregulated fishing, ou IUU), conforme se refere num relatório da NOAA sobre melhoramentos da gestão internacional das pescas datado deste mês e dirigido ao Congresso.
A certificação constituiu uma evolução de Portugal nesta matéria, depois de no último relatório da NOAA sobre a matéria, em 2015, o nosso país, juntamente com a Colômbia, o Equador, a Nicarágua, a Nigéria e o México, ter recebido uma «certificação negativa» e ficado sujeito a restrições nas importações norte-americanas de produtos de pesca e no acesso das embarcações de pesca a benefícios nos portos dos Estados Unidos.
A «certificação negativa» significava que embarcações de pesca nacionais tinham violado disposições internacionais. No caso, foram identificados três navios violadores de disposições da Organização das Pescarias no Noroeste Atlântico (Northwest Atlantic Fisheries Organization, ou NAFO): o «Calvão», o «Coimbra» e o «Santa Isabel». Pesca não registada no diário de bordo, dimensão ilegal das malhas de redes e má rotulagem de produtos estavam entre as violações.
De acordo com o recente relatório, Portugal foi notificado através de uma nota diplomática do Departamento de Estado, datada de 13 de Fevereiro de 2015, e de uma carta da senhora Eileen Sobeck, da NOAA, de 9 de Fevereiro do mesmo ano, imputando ao nosso país violações em matéria de IUU. A Direcção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos (DGRM) terá sido a principal entidade portuguesa interlocutora no processo.
O relatório refere a presença de elementos da NOAA e do Departamento de Estado na Embaixada Portuguesa nos Estados Unidos, em Fevereiro de 2015, para discutir o assunto e uma subsequente troca de correspondência entre a DGRM e a NOAA sobre o tema, incluindo uma carta de Miguel Sequeira, então à frente da DGRM, para a NOAA, em que se dava conta das multas aplicadas ao «Calvão».
O documento nota ainda que em Maio de 2014 o «Calvão» foi investigado no porto de Aveiro por inspectores nacionais e da Comissão Europeia, que detectaram várias infracções e de que resultaram processos administrativos que culminaram em Janeiro de 2016 com multas ao proprietário do navio (25 mil euros), ao comandante do navio (5 mil euros) e uma sanção acessória ao dono do navio no valor de 200 mil euros, equivalente ao valor do benefício económico obtido com a pesca ilegal. Numa carta de Agosto de 2016, Portugal referia que as multas tinham sido pagas e que o caso estava encerrado.
O relatório da NOAA também refere uma inspecção ao «Coimbra», realizada em Julho e Agosto de 2014, igualmente no porto de Aveiro, e que não identificou qualquer violação, designadamente, em matéria de dimensão de malha de redes.
O mesmo relatório recorda ainda que o «Santa Isabel» foi inspeccionado em Abril de 2013, no porto de Cangas, em Espanha. Alegadamente, incorreria em má rotulagem, não declaração de pesca e adulteração de selos. As autoridades espanholas multaram o navio em 8 mil euros, no total. A acusação por alegada adulteração de selos foi anulada por ordem judicial emitida em Outubro de 2015.
Diz o documento que com base na informação fornecida, a NOAA considerou que o Governo português “tomou as medidas correctivas apropriadas” relativamente à IUU, pelo que foi determinada uma «certificação positiva» ao nosso país. Todos os outros países sobre os quais pairavam imputações semelhantes no relatório de 2015, à excepção do México, obtiveram «certificação negativa».

Peixe fresco dos Açores em Lisboa

A Fat Tuna é uma empresa sediada em São Miguel que está a revolucionar a preparação e venda de peixe, aplicando técnicas japonesas e tecnologias inovadoras.

Um negócio de família que desde cedo está ligada à pesca e que tem apostado na alta tecnologia e técnicas de preparação japonesas para obter a máxima frescura do pescado.

A empresa pretende a internacionalização do negócio, para já, o peixe é vendido a restaurantes e Chef’s da capital.

A reportagem de António Gil, sobre o projecto da Fat Tuna, passou na RTP Açores mas, pelo seu interesse, aqui a reproduzimos, não sem a devida vénia.


Portugal não tem nenhum contrato de produção de gás e petróleo

A ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, garantiu no parlamento, que não existe qualquer contrato para produção de gás e de petróleo no mar nacional, referindo que passar da fase de prospecção para produção “tem exigências elevadíssimas”.

Respondendo a perguntas do deputado social-democrata Cristóvão Norte, a governante indicou que o uso da palavra exploração ligada a petróleo e ao gás “não é como nos transportes”.
“Na linguagem corrente à exploração chamamos prospecção. No futuro, quem tiver essa pasta, no ministério da Economia, terá que decidir se alguém vier a pedir uma licença de produção”, disse a governante, garantido que “não existe nenhum contrato actualmente para produção associada ao hidrocarboneto” no mar nacional.
Aos deputados, Ana Paula Vitorino acrescentou que “passar de uma fase de prospecção para produção tem exigências elevadíssimas”, recordando que foi aprovado um decreto-lei no ano passado que “aumentou as exigências”.
Perante a insistência do deputado do PSD sobre os seus planos quanto à celebração de novos contratos para prospecção, a ministra respondeu: “Não, não o faria, porque nem tenho competência”.
Ana Paula Vitorino garantiu ainda ser prioridade do Governo socialista “em matéria de energia do mar” as renováveis oceânicas e que só haverá exploração que acautele a “conservação e preservação do mar”.
A governante citou ainda posição do Ministério da Economia de que o “Estado é uma pessoa de bem e só anula os contratos que juridicamente deve anular”.
O consórcio, liderado pela petrolífera italiana Eni, que integra a Galp Energia, é único contrato existente para a exploração de petróleo no mar (‘offshore’), que permite avançar com o primeiro poço exploratório ao largo da costa alentejana, a cerca de 80 quilómetros de Sines.
PL // JNM
Lusa/fim

Guardar o Mar no Feminino

Os
estuários são os guardiões do mar, sendo a sua flora única e o
sustento de muitas famílias. O empenho das mulheres que protegem,
limpam e vivem do Sado já ganhou um prémio. Um projecto que deve ser
conhecido e replicado.
Eco-empreendedorismo,
voluntariado e cidadania activa. O meio ambiente precisa de tudo isto
e muito mais. Precisa de ser cuidado, com dedicação e conhecimento
e o meio aquático não é excepção.
Os
estuários são o ponto onde os rios e o mar convergem, e onde se
encontram as pradarias marinhas. Estas
são nada mais, nada menos, que o 3º habitat com mais valor do
planeta. A má notícia é que, a cada hora, em todo o mundo, o
equivalente a dois campos de futebol de pradarias marinhas é
destruído, graças a técnicas de pesca agressivas e à poluição.
É
na flora das pradarias do Sado que muitos peixes encontram alimento
e, em busca destes, é comum verem-se por ali golfinhos a mergulhar,
bem como embarcações depescadores que procuram o seu sustento. E é
neste cenário que encontramos um grupo muito especial de mulheres.
O
projeto “Guardiãs do Mar: salvar o ambiente, preservar empregos”,
da autoria da bióloga marinha Raquel Gaspar, foi o grande vencedor
da 8ª edição do Prémio Terres de Femmes Portugal 2017, atribuído
pela Fundação Yves Rocher, que todos os anos destaca uma iniciativa
na área do eco-empreendedorismo levado a cabo por uma mulher
portuguesa.
Completamente
feminino, este projeto envolve as mulheres pescadoras do Sado na
proteção das pradarias marinhas, sensibilizando-as para a
eliminação do lixo resultante da pesca e da mariscagem,
integrando-as ativamente nos estudos científicos de monitorização
do ambiente marinho e garantindo assim os seus postos de trabalho
O
“Guardiãs do Mar” inclui ainda um Programa de Educação
Marinha, essencialmente dirigido à comunidade escolar, onde a 
Ocean
Alive
,
organização cujo objetivo é proteger as pradarias marinhas do
estuário do Sado, propõe atividades como visitas de estudo guiadas,
um dia a mariscar com uma guardiã do mar ou uma visita marinha a
bordo.
Com
este projeto, Raquel Gaspar recebeu o galardão de eco-cidadã do
ano, bem como um prémio no valor de 10 mil euros, entrando na
corrida ao “Prémio Internacional” e ao “Prémio do Público”,
no valor de 5 mil euros, sujeito a 
votação
online
,
até 24 de março.
Até
agora, as campanhas de sensibilização no Sado já promoveram sete
ações de limpeza de praia, envolveram 271 voluntários e abordaram
437 mariscadores. Foram apanhadas mais de quatro toneladas de lixo e
cerca de 12 mil embalagens de sal. Seja no masculino ou no feminino,
o importante agora é seguir em frente e continuar.

Festival do ouriço-do-mar vai voltar à Ericeira


A 3ª edição do festival internacional está a caminho da Ericeira: de 31 e Março a 9 de Abril o ouriço-do-mar é estrela.


Pelo terceiro ano consecutivo, a Ericeira vai receber a 3ª edição do Festival Internacional do Ouriço-do-mar. Acontece de 31 de Março a 9 de Abril e é promovido pela Câmara Municipal de Mafra.
Já chamada de Ouriceira, a Ericeira tem uma forte tradição de apanha de ouriços-do-mar o que faz com que seja o local ideal para um festival da iguaria. Durante a semana do festival, 24 restaurantes vão ter em destaque nas suas ementas o ouriço-do-mar, com receitas reinventadas ou mesmo ao natural.

Os restaurantes que vão aderir ao Festival do Ouriço-do-mar são A Brasa na Gruta, 7 Praias na Baleia, A Tasquinha, A Canastra, Esplanada das Furnas, Estrela do Mar, Funky, Golfinho Azul, Mar à Vista, Marisqueira Furnas, Marisqueira Brisa, Marisqueira César, O Vigarista, Prim, Retiro da Bela Sombra, Ribeira d’Ilhas Surf Restaurant & Bar, Restaurante Dom Carlos, Restaurante Sul, Sushi Drinks Club, Ti Matilde, Tik Tak, Toca do Caboz, Uni Sushi e Viveiros do Atlântico.

Chefs nacionais e internacionais vão estar presentes no evento, com sessões de showcooking(nos dias 1 e 8 de Abril), no Mercado Municipal da Ericeira: António Alexandre, chef do projecto Endògenos, o chef Justin Jennings, da Austrália, e o chef Roberto Sihuay, do Peru, são alguns dos nomes já confirmados para o festival.
Numa vertente mais cultural vão acontecer as Jornadas Técnicas, para valorizar o ouriço-do-mar como espécie endógena da região, com actividades a acontecer a partir de 1 de Abril, na Casa da Cultura Jaime Lobo e Silva, na vila da Ericeira.

Festival Internacional do Ouriço-do-mar

Ericeira

31/3 a 9/4

Fonte: Sábado 


'Pai' do tubarão é um peixe com 400 milhões de anos

Tubarões
têm origem num peixe que viveu há 400 milhões de anos.
Um
peixe que viveu há cerca de 400 milhões de anos foi identificado
como antepassado remoto dos tubarões actuais, num estudo publicado
hoje.
Investigadores
da divisão de Paleontologia do Museu Americano de História Natural
concluíram, com recurso a imagens de raios X de um fóssil de um
‘Doliodus problematicus’, que os tubarões actuais, peixes
cartilaginosos, evoluíram a partir de espécies de ‘Acantodianos’,
grupo de peixes com esqueleto ósseo que ocupa um lugar importante
como “elemento de transição” no processo evolutivo.
“As
principais transições evolutivas dos vertebrados, tais como a
transformação de barbatanas em patas e a passagem de ‘dinossauro a
pássaro’ são suportadas por descobertas de fósseis abundantes. Em
contraste, o muito mais antigo aparecimento de peixes semelhantes a
tubarões no seio dos vertebrados com mandíbulas está bastante mal
documentado”, diz John Maisey, o principal autor do estudo,
publicado na revista American Museum Novitates.
O
fóssil do esqueleto de um ‘Doliodus problematicus’, datado do
período Devónico inferior, foi descoberto em 2003 em New Brunswick,
no Canadá, e apresentava pares de espinhos na parte frontal das
barbatanas peitorais, uma característica dos ‘Acantodianos’, mas em
estudos realizados em 2009 e 2014 John Maisey e outros investigadores
determinaram que a cabeça, o esqueleto e os dentes eram por sua vez
mais semelhantes aos dos tubarões actuais.
Num
novo estudo sobre o fóssil, que resultou no artigo publicado hoje,
imagens de tomografia computorizada realizadas no Museu Nacional de
História Natural de França revelaram novos espinhos, que cobririam
o ventre do peixe, mais uma característica típica dos
‘Acantodianos’ e que confirmou que o ‘Doliodus problematicus’ foi uma
espécie de transição e um antepassado remoto dos tubarões.
“O
que se revelou foi que este peixe era essencialmente um
‘Acantodiano’, mas com cabeça, esqueleto e mandíbulas de tubarão”,
concluiu John Maisey.
Os
primeiros peixes surgiram nos oceanos da Terra há cerca de 510
milhões de anos.

Fonte: DN

O mar da Tasmânia está a brilhar (mas não é bom)

À primeira vista pode parecer um fenómeno agradável, mas esconde problemas ambientais sérios. O mar da Tasmânia está florescente e a culpa é das alterações climáticas, que provocam a subida da temperatura média da água do mar.
As águas estão bioluminiscentes devido à presença de um microorganismo chamado “noctiluca scintillans” ou brilho do mar, que emite uma brilhante luz azul, num mecanismo de auto-defesa.
Este microorganismo não é tóxico para os humanos, mas é uma espécie invasiva e pode extrair grandes quantidades de oxigénio da água, acabando por matar outros seres vivos.
Segundo Gustaaf Hallegraeff, um professor da Universidade da Tasmânia, estes microrganismos apareceram pela primeira vez em Sydney em 1860 e chegaram à Tasmânia em 1994.
“Nós temos algumas certezas de que as correntes oceânicas e o aquecimento dos oceanos têm contribuído para isto. É uma espécie que está definitivamente em expansão nos últimos 20 anos”, afirmou Hallegraeff.
As águas fluorescentes têm vindo a tornar-se um fenómeno cada vez mais comum. Em 2014, o mesmo fenómeno aconteceu em San Diego, nos Estados Unidos.
Fonte: Zap

Excursões submarinas ao Titanic por cem mil euros

Quem quiser ir a quatro mil metros de profundidade observar os destroços do paquete terá de desembolsar no mínimo 98 mil euros (86 mil libras).

A oferta é de uma empresa britânica. A Blue Marvel Private propõe excursões ao Titanic num pequeno submarino onde cabem no máximo três turistas.

O programa começa na Terra Nova, Canadá, embarcando os turistas num helicóptero em direcção a um iate, onde passam dois dias em sessões de orientação sobre tudo o que se relaciona com o Titanic e com a exploração que estão prestes a iniciar.

Podem ajudar a tripulação a planear a viagem, operar com o sonar e a usar os sistemas de navegação submarinos.

Ao terceiro dia, a aventura começa realmente. Em grupos de três, os turistas embarcam num pequeno submarino feito de titânio e fibra de carbono que desce até ao Titanic e depois “passeia” em redor, iluminando os destroços com um poderoso projector.

O Titanic, na altura o maior paquete do mundo (cerca de 270 metros de comprimento), afundou-se no Atlântico Norte depois de ter batido num iceberg, na noite de 14 de Abril de 1912, quando fazia a sua viagem inaugural, ligando Southampton (Inglaterra) a Nova Iorque (EUA). Morreram 68% das 2224 pessoas a bordo (ou seja, 1514 pessoas, numa percentagem de 50/50 entre passageiros e tripulantes).

A bordo iam algumas das pessoa mais ricas do mundo mas também centenas de emigrantes ingleses e irlandeses que rumavam aos EUA em busca de uma vida melhor.

Fonte: DN