Menos bacalhau da Noruega poderá chegar a Portugal em 2026.

Portugal poderá receber menos bacalhau proveniente da Noruega ao longo de 2026, num sinal de maior aperto na oferta de um produto que continua a ter enorme peso no mercado nacional.

A expectativa é de nova redução nos volumes disponíveis, num contexto marcado por limitações na pesca e por uma gestão mais restritiva dos recursos. A menor disponibilidade de matéria-prima deverá reflectir-se no comércio com Portugal, um dos destinos mais importantes para o bacalhau norueguês. Mesmo assim, o mercado português mantém-se prioritário, pela dimensão do consumo e pela ligação histórica a este produto. Para os operadores, este cenário pode traduzir-se em maior pressão sobre o abastecimento e em custos mais elevados ao longo da cadeia.

Num país onde o bacalhau continua a ocupar um lugar central à mesa e no comércio alimentar, qualquer quebra na oferta acaba por ter impacto directo no mercado. Tudo indica, por isso, que 2026 será mais um ano exigente para importadores e distribuidores, com menos margem na disponibilidade do produto e maior atenção à evolução dos preços.

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