Maersk e Hapag-Lloyd afastam receios e apontam ganhos no 1°ano da Cooperação Gemini.

A Maersk e a Hapag-Lloyd fazem um balanço positivo do primeiro ano da cooperação Gemini, assegurando que os principais riscos apontados à nova aliança, desde a complexidade operacional até à fiabilidade de rede, não se materializaram na escala temida.

Pelo contrário, as duas transportadoras indicam que já se notam melhorias na rentabilidade e que estão previstas novas optimizações ao longo deste exercício, sem mexer na cobertura global da rede. Segundo a Hapag-Lloyd, a fiabilidade de programação alcançada neste período ficou “significativamente acima” do que era habitual, superando os 90% e estabelecendo um novo patamar para o serviço. O modelo operacional assenta numa lógica “hub and spoke”, concentrando fluxos em terminais centrais para reduzir pontos de falha, estabilizar escalas e ganhar previsibilidade na cadeia logística. Do lado da Maersk, responsáveis da empresa admitem que o primeiro ano terá mesmo excedido algumas expectativas iniciais, defendendo que a estratégia passa por afinar processos e ligações sem alterar o desenho-base da rede.

A Hapag-Lloyd acrescenta que o reforço de investimento em terminais é parte do suporte à fiabilidade prometida, numa altura em que os clientes valorizam cada vez mais previsibilidade do que apenas capacidade disponível

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