“Mário Ruivo”: O navio do IPMA que vai explorar o fundo do oceano.

Foi construído para ser um navio de defesa e salvamento submarino. Hoje, com 75 metros de comprimento e 15 metros de largura, o “Mário Ruivo” serve para investigar água profundas. Do lado fora, não se percebe, mas o navio tem a capacidade para abrigar 30 investigadores e 16 tripulantes. Consegue navegar sem reabastecer durante 40 dias.

Navegar no mar não é tarefa fácil. Principalmente numa missão pode durar entre 20 a 30 dias, com ondulações, ventos fortes e correntes. Mas este navio vai permitir chegar até 7 mil metros de profundidade – e, a partir dai, ter dados mais precisos sobre o oceano.

Para além desta nova tecnologia, o navio tem outra particularidade: é pluridisciplinar. Nele podem ser feitas diferentes missões sobre a área da ciência. Isto através de máquinas que são postas no mar para recolher dados, por exemplo, sobre os sismos.

Para isso, foi preciso um financiamento de 2 milhões de euros. Agora, o navio segue agora para outras missões para explorar o vasto e misterioso mar, que ainda guarda tantos segredos.

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