Gás russo em Sines só com autorização prévia.

Nos últimos cinco anos, o fornecimento de GNL – Gás Natural Liquefeito na Europa dependia extremamente das reservas russas, que eram quase 40% das importações graças aos preços competitivos e uma extensa rede de gasodutos.

No entanto, desde da invasão russa à Ucrânia, que a Europa tem tomado deligências para a redução da dependência do gás russo, o que provocou um cenário energético irregular. Além disso, apesar de tudo, o bloco ainda importa quantidades recordes de GNL russo por navio. Este ano, Sines já recebeu o navio Samoylovich que deixou a primeira carga de gás da Rússia de 2025 a Portuga.

lContudo, o desenho das novas sanções da UE implicam que é “proibido prestar serviços de recarga para efeitos das operações de transbordo de gás natural liquefeito originário ou exportado da Rússia”.

No âmbito do 14.º pacote de sanções à Rússia (Regulamento (UE) 2024/1745 do Conselho, de 24 de junho de 2024) encontram-se previstas novas proibições relacionadas com o transbordo gás natural liquefeito (GNL) de origem russa que entraram em vigor a 26 de março de 2025.

Dentro das novas sanções, existe um regime de excepções e Portugal poderá continuar a receber GNL russo desde que as autoridades competentes o aprovem.

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