Colisão entre petroleiro e navio português causou danos ambientais limitados.

O armador do petroleiro que colidiu a semana passada com um navio porta-contentores registado na Madeira admitiu que milhares de barris de querosene foram derramados, mas deu garantia que os danos ambientais foram reduzidos.

A empresa norte-americana Crowley afirmou que, “com base numa avaliação da equipa de salvamento, foi confirmado que 17.515 barris de combustível Jet-A1 foram perdidos como resultado do impacto e do incêndio. A restante carga está segura”.

Segundo indicou um comunicado, as equipas de resgate determinaram que a extensão dos danos estava limitada a um depósito de combustível e um depósito de água. O operador do Stena Immaculate, um petroleiro norte-americano que transportava combustível para as forças armadas dos Estados Unidos, elogiou a “ação heroica” da tripulação que tomou precauções contra o incêndio antes de abandonar o navio.

O Stena Immaculate transportava cerca de 220 mil barris de combustível de aviação, algo gerou preocupação entre os ambientalistas. Mas uma análise da área mostrou que não parecia existir um derrame, afirmaram as autoridades.

A colisão provocou grandes incêndios a bordo de ambos os navios, que foram controlados após vários dias de combate às chamas.

A investigação, liderada pelos EUA e por Portugal, os países onde os navios estão registados, continuam a tentar determinar porque é que o Solong mudou de rumo e colidiu com o Stena Immaculate, oito horas depois.

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