Portugal tem formações geológicas profundas onde possa injectar e, de forma segura e permanente, armazenar volumes significativos de dióxido de carbono (CO2).
Um projecto de investigação recente, que foi financiado pela União Europeia (UE) e envolveu quatro parceiros nacionais — a Direcção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), a Universidade de Évora, a Faculdade de Ciências da Universidade de Nova de Lisboa e ainda a cimenteira Cimpor —, diz que, sobretudo offshore (isto é, abaixo do chão do nosso mar), parecem existir condições para termos grandes reservatórios deste nocivo gás com efeito de estufa (GEE).
