Portos nacionais superam os 75 milhões de toneladas

O movimento de mercadorias nos portos nacionais atingiu os 75,4 milhões de toneladas no final de Novembro. Um recorde que “disfarça” a quebra homóloga de 1,7% verificada no último mês. Setúbal continua a liderar os ganhos. Lisboa mantém o pior registo dos últimos 12 anos.
O resultado acumulado dos primeiros 11 meses do ano representa um ganho homólogo de 2,9%. A carga geral avança 43% para os 32,6 milhões de toneladas, os granéis líquidos sobem 34% até aos 26 milhões e os granéis sólidos crescem 22% para os 16,8 milhões.
À excepção de Lisboa e Viana do Castelo, todos os principais portos do Continente registam máximos históricos. Setúbal é o que mais cresce: soma 7,5 milhões de toneladas (mais 18,2%). Segue-se-lhes, neste ranking particular, Aveiro, com 4,2 milhões de toneladas (mais 15,7%). Leixões avança 1,7% até aos 16,3 milhões de toneladas, Sines sobe 1,5% para os 34,3 milhões (perde um tudo nada do seu peso relativo no contexto nacional), e a Figueira da Foz cresce 0,7% para os dois milhões de toneladas.
Com 10,8 milhões de toneladas acumuladas, Lisboa ainda perde 3,1% em termos homólogos. E Viana do Castelo recua 9,6% para as 414 mil toneladas.
Em Novembro, pela primeira vez em muitos meses, o movimento de mercadorias regrediu em termos homólogos: 1,7% para 6,7 milhões de toneladas, penalizado pela quebra de 12% nos granéis líquidos.
Entre os principais portos, avultam as quebras de 6,6% de Sines (movimentou três milhões de toneladas) e de 4,3% de Lisboa (um milhão de toneladas). Setúbal continuou a liderar os ganhos (12%), com 611 mil toneladas, seguido de Leixões (mais 9%), com 1,5 milhões de toneladas.

Fonte: T e N

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